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O Supremo e a figura do spoudaios, o "homem magnânimo"

Comentários de leitores

5 comentários

Excelente análise.

Guilherme - Tributário (Advogado Autônomo - Tributária)

Texto muito bom, desenvolvido com lucidez e sabedoria. Apenas acrescento, com fraca opinião, que uma das qualidades de ministro é, também, a economia. Economia de palavras, pois quem irá ler seiscentas páginas ou mais para uma única decisão. Às vezes, na primeira ou segunda sentença já se sabe a direção da decisão do ministro, mas ele usa mais cento e oitenta páginas para justificá-la...

Ainda há esperança para o Conjur

Holonomia (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

O mundo é feito de pessoas, por pessoas e para pessoas, tudo baseado em ideias ou mentalidades.
Então, as pessoas são fundamentais, assim como as ideias ou mentalidades que encarnam.
"Diante desse quadro devastador, parece que se tem de começar do início e a principal tarefa da comunidade jurídica — especialmente das fileiras do Direito Constitucional — é a edificação de uma mitologia na área, a construção de alegorias e modelos referenciais que possam, antes de fiscalizar a técnica, controlar as mentalidades, escolher o caráter e selecionar a personalidade dos que futuramente ocuparão as cadeiras do tribunal."
O Ocidente é baseado na "mitologia" Cristã, que é sua Constituição, bastando o devido controle das ações e ideias conforme a mentalidade Cristã autêntica, fundada no judaísmo e na Torá (ou Constituição), o que vale especialmente para o mundo jurídico, para que caminhemos no sentido correto.
O tema do artigo é fundamental, por isso já escrevi dois sobre o assunto "O Juiz Sacerdote" e "Juiz Cristo".
Aleluia!
www.holonomia.com

Texto inventando a roda

Oiracis10 (Professor Universitário)

STF ou Tribunal depende de bons ministros? É isso? O texto é contraditório. Faz uma critica estrutural e conclui com uma visão individual. Ele parece gostar de alfredo Buzaid. Ou ter saudades de um tempo que nunca existiu. E que historia é essa de sucessão de cadeiras? A cadeira já foi de fulano. E daí? Quanta bobagem e simplificações. O articulista, na verdade, quis atirar em algum ministro e não teve coragem. Faltou bala. No mais, mais do mesmo. Ou menos do mesmo.

Digno de registro nos anais do congresso

Valdecir Trindade (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Texto luminoso. Parabéns e obrigado Professor Rodrigo pelo belíssimo trabalho. É esse tipo de intervenção que reputo catalizadora dos bons processos de busca da excelência; sem viés ideológico, limpa, honesta e auspiciosa no sentido de que devemos manter nossa esperança de que a sociedade segue nos brindando com bons mestres, apesar de igualmente produzir os espíritos de porcos.

Excelente

O IDEÓLOGO (Outros)

Diz o texto: "Há um erro muito comum na comunidade jurídico de supervalorizar a “celebridade” do Direito, o conhecimento técnico e o destaque acadêmico, no momento de se avaliar uma vaga. É comum, nessa linha, que nas pesquisas informais de opinião, ganhem destaque para ocupar uma vaga o autor de livros, o professor palestrante, o polemista, esquecendo que, mais importante do que o seu domínio técnico, é o seu perfil, sua biografia pessoal e privada, sua personalidade austera, discreta e reclusa, sua capacidade de reverenciar a memória do STF".

A análise merece aplausos. Mas, o povo brasileiro é personalista negativo. Ele prefere o líder com defeitos, mas que resolva os problemas. Depois que ele soluciona os problemas, volta-se contra a sociedade.
É um defeito de caráter do povo.

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