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Comentários de leitores

5 comentários

Este artigo...

Vicfitti (Administrador)

... é humorístico? É realmente incrível darem espaço a algo deste nível.

Se a Intelligentsia quer debater com a sociedade

Thiago Bandeira (Funcionário público)

deve estar preparada para questionar suas convicções mais profundas.

"Temos, portanto, duas possibilidades de proceder à investigação de um problema: ou acentuando o aspecto pergunta, ou acentuando o aspecto resposta. Se o aspecto
pergunta é acentuado, os conceitos básicos, as premissas, os princípios ficam abertos à dúvida. Isto é, aqueles elementos que constituem a base para a organização de um sistema de enunciados que, como teoria, explica um fenômeno, conservam seu caráter hipotético e problemático, não perdem sua qualidade de tentativa, permanecendo
abertos à crítica. Esses elementos servem, pois, de um lado, para delimitar o horizonte dos problemas a serem tematizados, mas, ao mesmo tempo, ampliam esse horizonte, ao trazerem esta problematicidade para dentro deles mesmos. No segundo aspecto, ao contrário, determinados elementos são, de antemão, subtraídos à dúvida, predominando o lado resposta. Isto é, postos fora de questionamento, mantidos como soluções não atacáveis, eles são, pelo menos temporariamente, assumidos como insubstituíveis, como postos de modo absoluto. Eles dominam, assim, as demais respostas, de tal modo que
estas, mesmo quando postas em dúvida em relação aos problemas, não põem em perigo as premissas de que partem; ao contrário, devem ser ajeitadas a elas de maneira
aceitável.
No primeiro caso, usando uma terminologia de Viehweg, temos um enfoque zetético, no segundo, um enfoque dogmático. " Ferraz Junior, Tercio Sampaio,
Introdução ao estudo do direito : técnica, decisão, dominação , 10. ed. rev., atual. e ampl. – São Paulo: Atlas, 2018.

Por um momento pensei que era uma coluna do Streck

Schneider L. (Servidor)

É incrível como o debate jurídico hoje em dia não se atém às propostas e decisões judiciais criticadas, e visa desconstruir a persona do autor da polemica para assim desconstruir as propostas veiculadas, sem ter que entrar em seu mérito.

Fala-se muito em cientificidade, empirismo e racionalidade em mudanças de política criminal, mas tais premissas somem quando é exposta a lógica da execução antecipada da pena em nosso sistema judicial e recursal. Aqui se recorre a um positivismo dogmático obsoleto, para seguir fielmente a letra da lei, e ponto final.

Para discutir as propostas é preciso levar em consideração a realidade penal brasileira. É simples.

acsgomes (Outros)

Ivo Lima (Advogado Assalariado)

Exatamente! O "artigo" é proselitismo nefasto. O autor está se doendo, apenas.

Pacialidade

acsgomes (Outros)

Leio a seguinte bobagem escrita pelo autor do texto:
"Poderíamos ainda, em nossa permanente “impolidez”, apontar outras tantas absurdidades lá contidas, a exemplo da execução antecipada da pena e do instituto do plea bargaining[21]. Seria impossível, nesse curto espaço, proceder a uma análise minimamente rigorosa de todos os equívocos contidos no projeto."
Aí vou na qualificação do autor e vejo que é advogado criminalista. Ora, está explicado!! Projeto amplamente aprovado pela população e pelos juízes. Quem é contra? Obviamente os advogados criminalistas que terão sua vida dificultada na defesa dos criminosos. Elementar, meu caro Watson.

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