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Relação tumultuada

Advogada que caluniou juiz gaúcho tem condenação confirmada pelo TJ-RS

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Comentários de leitores

5 comentários

Absurda decisão

Ade Vogado (Advogado Autônomo - Tributária)

Essa manobra interpretativa, pelos trechos apresentados, representa tudo o que a sociedade hoje em dia deve abolir, a intolerância, a incompreensão.
Os magistrados que deveriam fazer o devido enquadramento fático à lei brincam ao ponto de tornar a "ultima ratio" ferramenta vingativa.

Bom jornalismo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Creio que a reportagem deveria ser compreendida considerando essa outra:

https://www.conjur.com.br/2019-fev-12/justica-reitera-direito-conjur-nega-recurso-marcelo-neves

>Veja-se que virou rotina aqui na CONJUR, desafiando as regras do bom jornalismo, divulgar reportagens que refletem apenas e tão somente a vontade de juízes. A Advogado envolvida como o episódio sequer foi ouvida, ao passo que não se analisou, ainda que sucintamente, se havia ou não alguma verdade no que foi dito pela Advogado, sabendo que juízes protegem juízes quando o assunto é ilegalidade. Esse comportamento da CONJUR, que se repete em inúmeras outras reportagens, parece ser bem do agrado dos magistrados brasileiros, valendo lembrar que a CONJUR é parte em inúmeros processos que tramitam pelo Judiciário (veja o mencionado no link acima). Os juízes dizem que alguém é bandido. A CONJUR divulga a conclusão dos juízes como algo incontestável. Perde a democracia. Perde o bom jornalismo.

Será que haveria tanta sensibilidade

incredulidade (Assessor Técnico)

dos comentaristas se fosse uma juíza a fazer isso?
Besteira.. a solidariedade, em tempos modernos, flerta com o corporativismo.
Lei é lei.. cumpra-se.
Estado emocional pode ser aplicada como redução de pena, nunca exclusão de ilicitude, senão nestas visões "humanistas" que enxergam no praticante do ilícito uma pessoa que foi "obrigada" a fazer isso.

Data vênia!

Neli (Procurador do Município)

Discordo da r. decisão e sem nenhum "coleguismo".
Sempre digo que quem xinga, esbraveja não sabe fundamentar.
No caso em foco, pelo que deduzi, a advogada estava em gravidez de alto risco e depois abortou.
A notícia não aponta o período entre o aborto e a manifestação!
Contudo, aí poderia se configurar uma excludente de ilicitude, porque abortou.
A mim, abortar e nada é a mesma coisa, porque nunca tive isso e nem gravidez. Não sei a sensibilidade de uma mulher, portanto.
Mas, existe a febre puerperal traduz numa exclusão de ilicitude, por que não o aborto?
Penso que, apesar de a notícia não estar completa (assim entendi), a OAB o deveria ingressar com Revisão Criminal.
E para a colega, embora, afigura-se-me uma excludente de ilicitude, nunca brigar com ninguém. Quem briga, por mais razão que tenha, sempre perde.
A palavra ,a conversa, é essencial em nossa vida: seja na profissão, seja no dia a dia.
Data vênia!

"Matar" passarinho com um canhão???

Daniela A. Correia (Advogado Autônomo - Criminal)

Excelência, poderia ter "pegado" leve, a colega segundo a Defensoria, estava gestante, doente, sensível, emotiva e passando por problemas familiares. Uma boa conversa e a comunicação a OAB, já estava de bom tamanho...Exagerado!!!

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