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Juiz extingue processo de consumidor porque autora não mora na cidade

Comentários de leitores

9 comentários

FONAJE inconstitucional

George (Advogado Autônomo)

FONAJE é a maior pouca vergonha que existe!
Descaradamente muda a lei a seu bel prazer, tudo com o intento de agraciar o ego de interesse de " V. Exªs!"

Prática comum!!!

Murilo Adorno Pivatto (Advogado Autônomo - Civil)

Aqui na comarca de Artur Nogueira - SP, o entendimento do Magistrado é da extinção do máximo de processos possível. Ocorreu em caso que atuo (consumidor), no qual o autor reside na comarca vizinha, porém, a empresa requerida possui sede nesta comarca. Entende que a incompetência deve ser reconhecida de ofício! Ativismo judiciário para criação de leis, uma pena.

"facilitar a defesa dos interesses da parte autora",pois sim

Paula Luchina (Advogado Autônomo - Criminal)

Curioso é que não estabelecem um limite temporal para essa declaração de ofício. Aqui em SC um processo desde 2016, angularização processual já estabelecida, contraditório exercido, chega em dezembro de 2018 e é 'agraciado' com essa mesma sentença. Bacana! Tudo em prol da parte autora. Só que não.

Jec rj

Fernando Rego (Advogado Autônomo - Tributária)

Aconteceu com um cliente meu com mais de 80 anos que ingressou com Ação de Cobrança do JEC Tijuca e o Juízo declinou da competência porque a ré não mora na comarca e o fato ocorreu no Méier e desta forma o autor tinha que ingressar no JEC Méier sendo ele morador da Tijuca e extinguiu o processo da mesma maneira.

É melhor acatar a decisão.

Paulo Andra (Advogado Autônomo - Civil)

Eu acataria a decisão que extinguiu o processo, sem pestanejar, por uma única questão: quem gostaria de ver sua causa sendo decidida por um juiz debilóide como esse? Fuja enquanto é tempo.

Durma-se com um barulho desses!

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Recorrer para quem, ó cara pálida?
Ao Papa Francisco? Coitado, esse já se encontra às voltas para reconhecer e justificar os atos obscenos dos vários membros da Igreja Católica ao redor do mundo, não tem tempo nem “staff” para conhecer um recurso dessa natureza.
Ao CNJ? Até poderia ser, caso o CNJ efetivamente cobrasse dos juízes o cumprimento ao compromisso ético e moral que todo juiz assume ao tomar posse do cargo e prestar juramento de respeitar, cumprir e aplicar a Constituição e as leis do país, pois, toda vez que um juiz quebra o juramento feito, o que ocorre sempre que desrespeita, não cumpre, ou deixa de aplicar a Constituição e as leis sob fundamentos esdrúxulos ou manifestamente inadmissíveis, incorre em violação ética da profissão, o que o sujeita ao controle do CNJ. Mas acho que isso é esperar muito do CNJ, pois não?!
A verdade é que neste país surreal, tudo é possível. A lei, para que serve?
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

Supremo Juiz

Marcus Cavalcante (Advogado Autônomo - Financeiro)

Pra que legislação e jurisprudência se o juiz pode decidir como quer? Cada juiz, uma sentença.

Jec rj

6345 (Advogado Autônomo)

Em prejuízo do jurisdicionado consumidor. Sempre!

Parlamentares!!!

Washington L.S. (Advogado Autônomo)

O nosso Parlamento mudou de nome: FONAJE. Genial. 'Gasta' menos. Prevejo que o nosso primeiro NOBEL sairá para algum Juiz dos Juizados Espaciais Cíveis.

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