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2 comentários

Não faça isso com Luiz Gama

Valter Vivas (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)

Após tanta luta abolicionista, ser taxado como Patrono da Escravidão é a última coisa que Luiz Gama esperaria. Atenção aqui meu caro Vasco Vasconcelos. Luiz Gama é Patrono da Abolição da escravidão, e não da escravidão em si.
Sobre a equiparação dos requisitos para o exercício da profissão à condição análoga à escravidão, não me sinto neste bojo. Talvez por entender que o Exame de Ordem nem é difícil como pregam. O ensino? ah... esse sim é deficiente e mantém cativos não só os aspirantes a advogados, mas a grande parte de toda uma nação.

Luiz Gama declarado Patrono da escravidão,(800 escravos);

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista e abolicionista contemporâneo. O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso. (Darcy Ribeiro). Meu nobre e saudoso conterrâneo Luiz Gama foi declarado por lei PATRONO DA ESCRAVIDÃO, por ter defendido 800 escravos. A escravidão foi a abolida há 131 anos mais até hoje as pessoas são tratadas como para delas tirarem proveitos e econômicos. Refiro -me a escravidão moderna da OAB. Por isso continuo lutando pelo fim dessa escravidão moderna da OAB e em respeito ao primado do trabalho e a dignidade da pessoa humana rumo resgatar e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil CATIVOS ou escravos contemporâneo da OAB devidamente qualificados pelo Estado MEC jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, num verdadeiro desrespeito a dignidade da pessoa humana. Alô Fundação Albert Nobel! Assim como Martin Luther King ganhador do Prêmio Nobel, "I HAVE A DREAM" (EU TENHO UM SONHO): Abolir urgente a escravidão moderna no Brasil e oxalá ser o 1º brasileiro a ser galardoado com o Prêmio Nobel. Ensina-nos Martin Luther King: "Na Nossa sociedade privar o homem do emprego e meios de vida equivale psicologicamente a assassiná-lo. " Segundo o Egrégio STF, “A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (…) .

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