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Judiciário é o Poder mais bem avaliado pela sociedade e advogados, diz FGV

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Dos três Poderes, o Judiciário é o mais bem avaliado pela sociedade, por advogados e defensores públicos. Isso é o que aponta o "Estudo Sobre o Judiciário Brasileiro", feito pela Fundação Getulio Vargas sob encomenda da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

STF é o tribunal do Judiciário visto com mais ressalvas pela população, diz pesquisa

A pesquisa, que foi lançada nesta segunda-feira (2/12) na FGV-Rio, afirma que 52% dos brasileiros confiam no Judiciário. A Presidência da República é considerada confiável por 34% da população. Já o Congresso Nacional, por 19%. O levantamento foi feito entre agosto de 2018 e novembro de 2019.

No entanto, os tribunais superiores são enxergados com mais ressalvas pelos brasileiros. O Supremo Tribunal Federal é visto como não confiável por 57% das pessoas, e o Superior Tribunal de Justiça, por 54%.

Os defensores públicos são os maiores entusiastas da atuação dos Poderes: 35% deles consideram a atuação do Judiciário boa ou ótima (contra 22% dos advogados e 21% da sociedade em geral), 57% a avaliam regular (em comparação com 45% dos advogados e 41% da sociedade em geral), e 6% opinam que ela é ruim ou péssima (contra 32% dos advogados e 35% da sociedade em geral).

Por sua vez, o Executivo é visto como bom ou ótimo por 31% dos defensores (em comparação com 16% dos advogados e da sociedade), regular por 44% (contra 43% dos advogados e 36% da população), e ruim ou péssimo por 23% (em comparação com 40% dos advogados e 46% da sociedade em geral).

Já o Legislativo é avaliado como bom ou ótimo por 26% dos defensores públicos (contra 7% dos advogados e 10% da sociedade), regular por 56% (em comparação com 41% dos advogados e 37% da população), e ruim ou péssimo por 17% (contra 52% dos advogados e 51% da sociedade em geral).

Centro de estudos
No evento, também foi lançado o Centro de Inovação, Administração e Pesquisa do Judiciário da FGV. O instituto será coordenado pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça Luís Felipe Salomão.

Salomão disse no evento que os dados mostram que é preciso combater a morosidade da Justiça, ressaltando que a percepção dessa lentidão não vem de hoje. 

Para acelerar o fim dos processos, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), defendeu mudanças no sistema de execuções judiciais. Ele sugere permitir a negociação dos títulos executivos.

O ministro do STJ Marco Aurélio Bellizze ressaltou que, apesar das críticas de especialistas, a população avalia positivamente os serviços prestados pelo Judiciário. "Isso indica que estamos no caminho certo", disse o magistrado.

Clique aqui para ler o estudo

 é correspondente da revista Consultor Jurídico no Rio de Janeiro.

Revista Consultor Jurídico, 2 de dezembro de 2019, 16h14

Comentários de leitores

5 comentários

CONJUR, é piada é ???

rcanella (Funcionário público)

Acredito que com esse jogo de compadre entre a FGV e o STJ, o Poder Judiciário acabará por enlamear essa instituição, ao tentar pegar carona na credibilidade que nela ainda existe. O pior é que esse casamento pecaminoso já tem um rebento, isto é os caras garantiram para si e para os seus, a efetividade de um tal Centro de Inovação, Administração e Pesquisa do Judiciário da FGV; que certamente não sairá de graça para o erário. E quem será o Coordenador ??? Quem ??? O próprio Presidente do STJ ministro Luís Felipe Salomão - o cara levanta a bola pra ele mesmo cabecear - claro, à custa do nosso dinheiro, afinal ambas as instituições STJ e FGV são bancados pelo cidadão pagador de impostos. Judiciário como Poder mais bem avaliado pela sociedade ? Conta outra doutor !!!

Oab/fgv plagiando questões de outra banca examinadora?

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Vergonha nacional OAB/FGV plagiarem questões de outra Banca para ferrar seus cativos. Cadê o MPF? OAB Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260, (um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 24 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de mais de 1.0 BILHÃO DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo".

Pesquisa paga?

Carlos (Advogado Sócio de Escritório)

É para rir? kkkkkkkkkkkkkkkkk

A pesquisa abaixo, muiiiiiiiiiiiiiiiiiiito mais perto da realidade de um Judiciário omisso, leniente, negligente, injusto, com magistrados que descumprem rotineiramente as leis e afrontam o Estado Democrático de Direito, teve apenas 29% de confiança da população (pesquisa não comprada), apenas 2% a cima da confiança na polícia. Vai de mau a pior.

https://www.google.com/search?q=apenas+29%25+confia+no+judici%C3%A1rio&oq=apenas+29%25+confia+no+judici%C3%A1rio&aqs=chrome..69i57j69i60.8005j1j4&sourceid=chrome&ie=UTF-8

Isto porque a pesquisa não foi APENAS com operador do direito pois, caso fosse, talvez a confiança chegaria perto do 0%.

Em 20 anos de atuação, conheci APENAS cerca de 4 magistrados que considero um exemplo. Os demais... bom... deixa pra lá

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