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Direito de resposta

Servidor demitido do TRT-18 se defende em vídeo nas redes sociais

O servidor Esdras Emmanuel Sousa Goés, demitido do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-18), publicou um vídeo em suas redes sociais apresentando sua versão para os fatos que levaram à sua demissão.

No vídeo, ele reforça as acusações de corrupção contra o tribunal e defende que sua prisão foi infundada.

Como direito de resposta, o servidor também solicitou que fosse divulgada a imagem de seu mandado de prisão.

Revista Consultor Jurídico, 26 de abril de 2019, 17h46

Comentários de leitores

3 comentários

Colega dickson

O IDEÓLOGO (Outros)

Se você é preso, e é servidor público, e for condenado a pena de prisão igual ou superior a dois anos, você já sabe as consequências.
Na prisão, você deve falar pouco e observar bastante. Evite se meter em assuntos polêmicos. Faça o que mandam, sem ficar perguntando.
Alguns grupos criminosos oferecem "proteção", porque você pode ser "violado" em seus direitos. Mas o preço que você paga é elevado, através de dinheiro, favores que a sua família deve fazer, concessão de alguma vantagem sexual por alguma mulher da família, de tal forma que você nunca consegue pagar a dívida.

Coisa que tenho mais medo

Dickson Ramon Santos de Araújo (Funcionário público)

Ser preso é o maior medo que possuo na vida. Acredito que prisão deve ser apenas para aquelas pessoas que atentam contra a vida de outros, ou para aqueles que promovem terrorismo. Vi uma matéria na TV na qual prisões do mundo eram retratadas. Os caras possuíam videogame, facas, cozinha. Motivo? Não adianta apenas prender e esperar que o sujeito saia de lá arrependido. É preciso que o preso seja ressocializado.

Doutor esdras emmanuel sousa goes

O IDEÓLOGO (Outros)

Doutor, o senhor teve sorte em ter permanecido em uma cela sozinho.
Se tivesse a companhia de um membro de grupos criminosos, deveria pagar por sua segurança.

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