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Democracia em risco

Sem limites, força-tarefa pode virar milícia, diz ministro Gilmar Mendes

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Comentários de leitores

8 comentários

Democracia em risco

Oscar Hortencio (Administrador)

Boa noite!
Se um ministro da suprema corte do nosso país pode fazer esta afirmação ou suposição, eu como brasileiro também tenho o direito de expressar a minha opinião. Que é diferente do Sr. Ministro, já temos uma milicia atuando no STF há muito tempo, a conivência deste orgão fere com o senso moral de qualquer cidadão. O protagonismo do STF nos revelou quanto estamos carentes de ética e moral. A esperança de uma justiça equânime se transforma num devaneio de verão.

O pretor

Eduscorio (Consultor)

Coerentemente, o Pretor continua atacando qualquer iniciativa estatal de enfrentamento da "widespread" criminalidade, organizada ou não. Todavia, esse discurso já cansou e não retira as máculas de algumas decisões favoráveis a investigados/réus. Muito estranho, mas coerente.

Ora, pois ...

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

Enquanto o modus operandi de certo experimento avançava
- com reiteração de episódios de violência – demonstrativos da vigência de situações do grotesco, degradante até a extrema barbárie, com o medo e intimidação diária que pareciam não ter limites;
- democracia transformada em lenocínio eleitoreiro;
- princípio da amoralidade mafiosa – com a assimilação indiferente dos delitos de corrupção e corrupção eleitoral, com radicais e descarados “defensores” dessa conduta;
- novos vândalos pisoteiando cotidianamente a Constituição, as leis e o Estado de Direito – rumo à barbárie e exclusão do País da ordem civilizada;
- a força do Estado (moderno) – detentor do monopólio legítimo da força – como manda a Constituição e a lei – não se impunha
A anarquia, o Estado ou melhor a sociedade à deriva – enquanto a criminalidade se desenvolvia, a violência impune e cotidiana; a comunidade indefesa, com a defesa da ordem pública ‘interditada’ e, a Polícia quando se atrevia a agir, mesmo dentro dos estritos parâmetros legais, contra essas condutas era criticada impiedosamente.
Com certa comunidade jurídica fingindo que estava no ‘melhor dos mundos’.
Porém, quando interrompida a marcha com a reação, dentro dos estritos limites constituições e legais e, ainda sob o crivo dos tribunais superiores, seguida da escolha de novos governantes, parece que o mundo está acabando.

Ainda bem que temos Gilmar Mendes

Thiago Bandeira (Funcionário público)

senão nossa democracia estaria perdida.

Diagnóstico já foi feito.

Alberto Prado (Funcionário público)

Diagnósticos sobre essa questão já foram feitos a exaustão. Parece haver unanimidade sobre a doença. O problema parece estar em que o Estado, por suas instituições, não consegue aplicar o remédio e superar essa fase. Estamos batendo cabeça, estagnados. Há um jogo de poder que fragiliza e até distorce a aplicação do Direito pátrio. O CNJ é CNMP precisam funcionar. Chega de hermenêutica conveniente.

Barroso, o paladino, discorda

olhovivo (Outros)

É preciso ter um mínimo de coragem (que deveria ser requisito "sine qual non" de candidatos a Juiz) para conceder "habeas corpus" para alguém linchado pela mídia e preso preventivamente sem amparo legal. A "sociedade" é contra a concessão dessa garantia fundamental. E o senhor Barroso não corou quando disse que "Uma corte que repetidas vezes toma decisões com as quais a sociedade não concorda e não entende, aí se tem um problema." (https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/04/stf-esta-sob-ataque-e-sofre-momento-de-descredito-afirma-barroso.shtml). Conclusão: esse sujeito não reúne o 0requisito mínimo para ser juiz, em especial da Corte Suprema. E sai por aí dando palestras como paladino da sociedade e da moral, algumas remuneradas. S#+*¨#$

Prejuízo

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O prejuízo à sociedade decorrente da Operação Lava-Jato começa a descortinar.

parâmetros paradigmas

Patricia Ribeiro Imóveis (Corretor de Imóveis)

realmente é necessário que a operação, que parece se institucionalizar, passe a ter uma natureza jurídica... É preciso se estabelecer padrões para se aferir se age bem ou mal, ou seja, é indispensável que se tenham paradigmas... Sem isso, sem regras, sem parâmetros, é possível que o órgão busque colher os bônus da atividade sem se sujeitar aos ônus...

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