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Advogado pede ao TSE refundação do partido UDN, extinto na ditadura

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O advogado Marco Vicenzo protocolou nesta segunda-feira (22/4), no Tribunal Superior Eleitoral, um pedido de refundação do partido União Democrática Nacional (UDN). A justificativa apresentada é a de "reativar diante do contexto político atual de incertezas e falta de direcionamento, um movimento comprometido com a sociedade brasileira".

TSE vai analisar um pedido de refundação do partido União Democrática Nacional (UDN).

Como os demais partidos a UDN foi extinta pelo Ato Institucional 2, de 27 de outubro de 1965. A grande maioria de seus parlamentares ingressou na Aliança Renovadora Nacional (Arena), então o partido do governo.

"Foi o ataque que derrubou a UDN; a mordaça que calou a UDN. Tudo ao arrepio da formalmente vigente Constituição da República de 1946, tratada como reles folha de papel pelo autoproclamado "Governo Revolucionário"", diz o advogado em trecho da ação.

Vicenzo afirma que quer resgatar a legenda, marcada pelo conservadorismo e pelo liberalismo econômico. 

"A ideia não é apenas refundar mais um partido político. A intenção é reativar diante do contexto político atual de incertezas e falta de direcionamento, um movimento comprometido com a sociedade brasileira”, diz.

Para o advogado, corrigir o que ocorreu com a UDN é apenas um aspecto por trás do resgate do partido.

"O objetivo maior é trazer o movimento udenista de volta. Não é somente mais um partido político, é restabelecer um posicionamento que funcionou e que tem tudo para ser efetivo na atualidade, afinal seremos o único partido verdadeiramente de direita no Brasil”, afirma.

Clique aqui para ler a ação. 
2019000000042462

 é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

Revista Consultor Jurídico, 22 de abril de 2019, 13h19

Comentários de leitores

1 comentário

Refundação

O IDEÓLOGO (Outros)

A refundação do partido é um ato voluntário, sem intervenção do Poder Judiciário.
Por que o advogado não opera a fundação do partido se autonomeando presidente?
Vamos ter mais "beija mãos".
O Senhor Otávio Mangabeira, então deputado federal pela Bahia na legenda UDN (União Democrática Nacional), não hesitou em ajoelhar e beijar a mão do general norte-americano Dwight Eisenhower.
O Senhor Bolsonaro não hesitou, também, em "bater continência" a um simples enviado norte-americano.
Teremos o maior exemplo, através dessa "refundação", da submissão dos brasileiros aos norte-americanos. Já entregamos a nossa administração. Vamos também entregar a Amazônia, entregar as "meninas loirinhas" que nascem na Região Sul (a Gisele Bundchen nasceu no RS), entregar a nossa economia (O "Mito" já está se antecipando), entregar a nossa honra, e depois seremos jogados ao mar, porque os anglo-saxões não viverão em "terrae brasilis" com um monte de brasileiro branco e corrupto.
Aliás, os únicos povos que ousaram afrontar os americanos foram os russos, árabes e germânicos. E na Segunda Guerra Mundial, os teutônicos concentraram oitenta e cinco por cento de suas forças na "Frente Leste" e quinze por cento na Itália e França. Se eles não tivessem que enfrentar o "Exército Vermelho", os americanos seriam empurrados e jogados nas águas salgadas do Mar do Norte, do Oceano Atlântico e do Canal da Mancha.
Faço uma proposta: que todo brasileiro seja convertido em escravo de uma família norte-americana.

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