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Jurisprudência Celso de Mello soluciona impasse sobre notícia da Crusoé

Comentários de leitores

4 comentários

Abaixo a censura!!!!

Amauri (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Como é que pode alguém defender a absurda, ilegítima, injustificada, casuística censura, imposta por esses dois "ministros", apoiados pelo GM, a um documento autêntico, constante dos autos de um processo judicial? E ainda terem a pachorra de afirmar que o documento foi falsificado pelo procuradores de Curitiba? Já está pacificado, menos para estes "ministros" e os dois "comentaristas" Alan e Alice, que se a notícia for falsa, os divulgadores serão punidos. Esses "comentaristas" por acaso se recordam da "reportagem" oportunista e criminosa cometida pela Folha de São Paulo às vésperas da eleição acusando a campanha de Jair Bolsonaro de pagar para divulgar fake news, quando recentemente ficou comprovado que quem fêz isso foi a campanha do poste Haddad?

Existe liberdade de ofender?

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

Gostaria de fazer uma pergunta ao decano do STF e a todos que comungam com seu entendimento - notadamente, a oportunista, cínica e dissimulada extrema-direita: caso a imprensa estivesse diante de uma denúncia gravíssima, porém constatavelmente falsa e criminosa de plano, o "direito" de "liberdade de imprensa" - leia-se, "liberdade de praticar crimes" -, permitiria que se destruísse a honra e a imagem de uma pessoa para só depois se apurar a inocência e os danos sofridos?

opa

Helena Meirelles (Contabilista)

calma lá
Os procuradores de Curitiba falsificaram notícia para comprometer o presidente do STF. Isso é desonestidade. Você compactua com isso?

Não está correto.

Professor Edson (Professor)

Por favor conjur vamos fazer a lição de casa correta, nada que foi noticiado era fake, apenas reproduziram algo verídico que o ministro não gostou.

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