Consultor Jurídico

Comentários de leitores

7 comentários

Triste notícia

Anônimo267 (Outros)

Excelente texto! Percebe-se claraente mais um retrocesso na legislação ambiental deste país. E a única coisa que eu tenho certeza desse cruel mundo capitalista é que "quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se pode comer."

Cadeia alimentar

Gil Reis (Advogado Autônomo)

Felizmente nós chegamos ao topo da cadeia alimentar, pelo menos, em grande parte do planeta.
Alguém sente saudades da época que era alimento?

Veganismo interseccional

carlos alberto paes landim junior ()

No universo de proteção animal, pensando em uma lógica vegana, pois compaixão seletiva (cães e gatos) é incoerente, pessoas que acreditam num veganismo interseccional entendem que existe um sistema estrutural de opressões (machismo, racismo, misoginia, lgbtfobias, especismo, etc.) que se relacionam entre si, e que não é possível tratar de um tema sem o outro; logo a luta pelos direitos dos animais deve dialogar com as outras. Em uma sociedade em que as pessoas comem peixe na páscoa e peru no natal (datas cristãs) defender a proibição de sacrifícios de animais em cultos religiosos, que acontecem majoritariamente nas religiões de matrizes africanas, que já são, e com o aumento do neopentecostalismo aumenta, estigmatizadas, é um ato racista, pois declarar constitucional uma lei que proíbe o sacrifício de animais utilizando belos sapatos de couro (vem da vaca, pra quem não sabe) e com o bacalhau no freezer para preparar na pascoa, seria o que? Preocupação com os direitos dos animais? Em uma sociedade ideal os animais não seriam explorados em nenhuma instância, nem para alimentação, vestuário, rituais, carga, etc., todavia vivemos um verdadeiro genocídio animal, mas se preocupar com ele apenas quando utilizados para rituais tem mais contornos racistas do que anti-especistas.

Intolerância Religiosa disfarçada de Hipocrisia

Franklin Smith Carreira Soares (Advogado Autônomo - Criminal)

Em 2018, os países árabes importaram 341,66 mil toneladas de proteína halal, atingindo 20,8% de todas as nossas exportações, conforme a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). E o que seria "halal"? São regras permissivas islâmicas (ao contrário daquilo que é proibido, "haran"). No mundo judaico, as restrições alimentares seguem o padrão "kosher", ou seja, são todos aqueles que obedecem à lei judaica. Algumas características podem fazer com que os alimentos não obedeçam a essa regra, como a mistura de carne e leite, produtos de Israel que não foram pagos de forma justa, a utilização de utensílios de cozinha que foram anteriormente utilizados em produtos não Kosher etc. A carne bovina judaica passa por um processo de retirada do sangue onde as peças (quartos dianteiros) são imergidas em água gelada, retiradas para serem salgadas com sal grosso e, após isso, são imergidas novamente em água gelada para retirar totalmente o excesso de sal. Para certificar estes produtos, um selo específico é colocado na embalagem, indicando que aquele alimento passou por uma confiável supervisão e pode ser consumido com segurança pelos seguidores da kashrut. Cashrut ou kashrut (em hebraico: כַּשְרוּת), também conhecido como kashruth ou kashrus na tradição asquenazita, é o termo que se refere às leis alimentares do judaísmo. Mas, aparentemente, o problema é a "galinha do preto". O sacrifício animal ocorre todos os dias, nas peixarias que alimentarão as mesas cristãs, nos açougues brasileiros que seguem as regras de matança dos muçulmanos e dos judeus, e por aí vai. Porém, quando um filho de santo ora pela vida da galinha que está prestes a ceifar a vida para alimentar a sua comunidade... ah, isso é um absurdo. Menos hipocrisia, por favor.

Intolerância Religiosa disfarçada de Hipocrisia

Franklin Smith Carreira Soares (Advogado Autônomo - Criminal)

Em 2018, os países árabes importaram 341,66 mil toneladas de proteína halal, atingindo 20,8% de todas as nossas exportações, conforme a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). E o que seria "halal"? São regras permissivas islâmicas (ao contrário daquilo que é proibido, "haran"). No mundo judaico, as restrições alimentares seguem o padrão "kosher", ou seja, são todos aqueles que obedecem à lei judaica. Algumas características podem fazer com que os alimentos não obedeçam a essa regra, como a mistura de carne e leite, produtos de Israel que não foram pagos de forma justa, a utilização de utensílios de cozinha que foram anteriormente utilizados em produtos não Kosher etc. A carne bovina judaica passa por um processo de retirada do sangue onde as peças (quartos dianteiros) são imergidas em água gelada, retiradas para serem salgadas com sal grosso e, após isso, são imergidas novamente em água gelada para retirar totalmente o excesso de sal. Para certificar estes produtos, um selo específico é colocado na embalagem, indicando que aquele alimento passou por uma confiável supervisão e pode ser consumido com segurança pelos seguidores da kashrut. Cashrut ou kashrut (em hebraico: כַּשְרוּת), também conhecido como kashruth ou kashrus na tradição asquenazita, é o termo que se refere às leis alimentares do judaísmo. Mas, aparentemente, o problema é a "galinha do preto". O sacrifício animal ocorre todos os dias, nas peixarias que alimentarão as mesas cristãs, nos açougues brasileiros que seguem as regras de matança dos muçulmanos e dos judeus, e por aí vai. Porém, quando um filho de santo ora pela vida da galinha que está prestes a ceifar a vida para alimentar a sua comunidade... ah, isso é um absurdo. Menos hipocrisia, por favor.

Animal

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O animal irracional, também é, sacrificado, diariamente pelos animais racionais para lhes servir de alimento, desde priscas eras.
Correta a decisão do STF.

Pecado original é um termo adequado

Holonomia (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Mas pode ser ampliada a crítica à teoria adotada no julgamento do STF, que ignora, propositada ou por absoluta incapacidade teórica, a natureza do Direito.
O Direito tem natureza religiosa, originou-se de religiões que amadureceram teoricamente, estabelecendo comportamentos sociais com base religiosa, podendo ser citados o código de Hamurabi e o Decálogo.
O Cristianismo se desenvolveu a partir daí, e dessa religião surgiu o conceito de dignidade humana, que fundamenta nossa República, como atestado por Fábio Konder Comparato em “A afirmação histórica dos direitos humanos”.
O Cristianismo significa o fim do sacrifício animal, substituído pela cruz de Jesus, como derradeiro sacrifício de sangue, em favor da vida humana coletiva, em ato de mais perfeita solidariedade.
Portanto, autorizar o sacrifício animal é violar a essência mais profunda da Constituição, um retrocesso teórico de milênios, colocando em pé de igualdade o que há de mais elevado em termos de humanidade e consciência, de um lado, e uma cultura das mais primitivas e voltada para as forças inconscientes da natureza, de outro.
www.holonomia.com

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