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Comentários de leitores

6 comentários

que a regra que venha para todos...

calvet neto (Advogado Assalariado)

Estive eu pensando...
Então que bom que vamos ter agora todas as eleições bem mais justas e equilibradas.
acabaremos com o apoio do prefeito ao seu sucessor, do governador ao seu sucessor... porque certamente há uma clara e imperiosa artimanha, que cria um estado mental no eleitor de que fulano é o candidato de cicrano e isto vai tornar o processo eleitoral muito passional...
Que coisa maravilhosa agora no Brasil... vamos acabar com os prefeitos cabos eleitorais dos candidatos a deputados estaduais e federais... Porque o apoio dos prefeitos é disputado à tapa...ou melhor... a preço...
enfim, as eleições no Brasil de hoje em dia, graças ao Lula, será livre e bem mais democrática... sem qualquer tutela.
O povo não sofrerá mais pressão de uma imagem política de qualquer líder... viva a democracia....

A razão é o bom senso perduram de forma independente

elizio Marques da Silva (Advogado Assalariado - Comercial)

Perfeito o comentário 'Interferência indevida é a sugerida pelo articulista' . A logica favorece qualquer candidato a não aceitar apoio de condenados pela justiça. Lula é fora a parte, e todos os candidatos dos mais diversos partidos, fazem questão de aparecerem ao seu lado na campanha eleitoral. Será que a sabedoria popular identificou que há injustiça nesse caso?.

"Bom Alvitre"

ju2 (Funcionário público)

Quem ainda escreve "bom alvitre" não pode ser "boa bisca". Pensamento rococó.

E a barca segue...

RSantos221 (Funcionário público)

Condena-se sem crime...
Prende-se sem trânsito...
E agora bane-se sem lei...

Que tempos... que tempos...

Interferência indevida é a sugerida pelo articulista

Felipe Costa - Advogado Ceará (Advogado Autônomo - Trabalhista)

O articulista fala em interferência indevida por conta da participação do ex-presidente Lula como apoiador. Cita a regra de um dispositivo "coringa" do Código Eleitoral (art.242), que,a depender da vontade do julgador, serve para tudo (e para nada), permitindo que se entregue para o Judiciário a antidemocrática "missão" de tutelar as eleições, como se a esse Poder fosse dada a tarefa de proteger o povo dele próprio.
Parece-me que o articulista emite sua opinião pessoal do que ele quer acerca do processo eleitoral: eliminar Lula da propagando do PT.
Cita, rapidamente, o art. 242 do Código Eleitoral, mas não explica, minimamente, como se daria sua incidência no caso concreto, visto que há nessa regra palavras de textura aberta e equívoca.
O que se entende por "empregar meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais"?
Será que excluir Lula não seria uma forma publicitária de de criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais, de modo que o povo deixaria de saber que o candidato do PT dará continuidade ao legado dos governos petistas? Ademais, como se daria essa limitação? Quem diria e com base em quais critérios objetivos o limite de participação do ex-presidente? O fato de o ex-presidente ser inelegível o torna impedido de participar, como apoiador, de determinada candidatura?
Já está na hora de se darem conta (juristas, advogados, membros do MP e do Judiciários) que eles não são melhores do que o povo e do que a democracia....

Simplista demais

Michael G. (Estudante de Direito)

O autor não rebateu, de fato, nenhum dos argumentos que embasaram a decisão atacada.

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