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Comentários de leitores

73 comentários

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Afonso de Souza (Outros)

Não falei que o senhor é pura emoção?

Alexandre S. R. Cunha (Economista)

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Vá te coçar.

Pontuando

Afonso de Souza (Outros)

Sr. Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo), apenas apontei que sua crítica ao outro comentarista não tinha razão de ser, a julgar pelo que entendi do que ele escreveu. E também apontei que o senhor não tinha/tem subsídios suficientes para concluir que a juíza leiga foi racista. (Aliás, eu não fui o único, se reparar nos comentários próximos.)
Sua última frase só mostra que o senhor misturou razão e emoção.
P.S. Talvez ela, a juíza já "condenada", achasse que o ditadorzinho aqui é o senhor.

Na minha "fala", quem pontua sou eu.

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Sr. Alexandre S. R. Cunha (Economista),
Tu és um ditadorzinho de teclado. "Falo" (teclo) quanto eu quiser e tanto quanto seja necessário para eu expressar a minha opinião, de forma livre.
A pontuação da minha "fala" é minha. Se é ponto final ou reticências, sou eu quem decido.
E quem acha que ser negro é "suave", faça preces para reencarnar preto, pobre e brasileiro. Aí poderá dizer...

Pingo no 'i'

Afonso de Souza (Outros)

Ora, Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo), não me venha com essa. Apenas expus que sua crítica ao comentarista Esclarecedor ou questionador (Delegado de Polícia Federal) não tinha fundamento (assim como não há fundamento, pelo menos até o momento, na acusação de racismo).

Direitos iguais

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Caro Alexandre S. R. Cunha (Economista),
Somente o Sr. é detentor do direito de palpitar?
Palpite por palpite, temos direitos iguais. Ou o Sr. paga assinatura para exceder a franquia dos demais gratuitos?

O preconceito é contra a Advocacia

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Em notícia publicada aqui no Conjur em 06 de julho de 2018, é relatado o caso de um Advogado (branco, jovem, do tipo "macho alfa") de Caruaru(PE), que estava numa assembleia, recolhendo assinaturas para formar um novo sindicato e ocorreu um pequeno tumulto, sendo acionada a Polícia Militar, que entendeu que o Advogado "desacatou" alguma autoridade policial ali presente e o Advogado foi colocado dentro do "camburão" por três policiais. Há vídeos disponíveis no texto da notícia.

Preconceitos enrustidos

Eududu (Advogado Autônomo)

Concordo com o Alexandre S. R. Cunha (Economista) e o Esclarecedor ou questionador (Delegado de Polícia Federal).

Claro que se trata de crime(s), como abuso de autoridade e/ou constrangimento ilegal. Mas não faz sentido dizer que se trata de um caso de racismo.

Pelo o que vi, a questão da raça ou cor da advogada não foi a razão para o que absurdo cometido contra ela, mas sim a discordância quanto seus direitos e o desrespeito de suas prerrogativas profissionais.

O fato de um(a) advogado(a) ser negro(a), branco(a), indígena(a), aborígine não acrescenta nem lhe retira direitos e prerrogativas profissionais. Todos são iguais perante a Lei.

A advogada foi vítima de violações de direitos e prerrogativas em razão do exercício profissional, nada a ver com racismo. O mesmo poderia ter acontecido se a advogada fosse branca, por que não? E teríamos um caso igualmente grave de constrangimento e violação das prerrogativas profissionais.

É óbvio que nem toda situação que for desfavorável a um negro é fruto de racismo. Pensar o contrário é um verdadeiro preconceito.

Alguém perquiriu a cor do advogado que foi algemado por entrar no elevador privativo? Claro que não, não há nexo em avaliar os fatos em função da cor ou raça do indivíduo. Ou vamos filtrar e separar em categorias os casos de abuso contra advogados dependendo de sua raça ou cor?

E é no mínimo estranho o comportamento de quem vê racismo em tudo, de quem fica pregando contra o racismo independentemente do contexto fático que as coisas ocorrem. Parece que seus preconceitos estão enrustidos, então os projetam nos outros. E a pregação lhes deve aliviar a consciência.

Será?

Afonso de Souza (Outros)

“Duas mulheres em pé de igualdade. Até que uma delas enxerga a vulnerabilidade da outra: a negritude. Lógico que o "ser superior" não poderia admitir o fato expressamente, ali na "Sala da Justiça". Mas o alvo (a advogada algemada) sentiu direitinho a "flechada".”

Até onde entendi, o Esclarecedor ou questionador (Delegado de Polícia Federal) disse que não haveria informação suficiente para concluir de pronto sobre se houve (ou não) racismo no caso. Mas você, Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo), com o comentário que reproduzi acima, parece ter convicção de que houve racismo sim. Talvez você saiba de algo sobre o ocorrido que ele não saiba. Ou talvez tenha sido só um palpite.

Pau que dá em Chico...

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Interessante a ponderação do Esclarecedor ou questionador (Delegado de Polícia Federal)...
"Concordo plenamente quando dizem que negros são desrespeitados por racismo, mas será que não estamos partindo para a presunção de que se um negro for desrespeitado foi por racismo?"
Certamente Policial Federal tem rotina de trabalho diferente daquela dos policiais militares e civis. O público com o qual o Sr. trata é diferente daquele que é abordado por policiais civis e militares nas cidades brasileiras.
Eu teria bastante convicção em concordar com o Sr. se, durante as abordagens das policiais estaduais, a incidência de averiguações fosse idêntica entre pretos, brancos, orientais, loiros, ruivos... Quando passarem a abordar imotivada e indiscriminadamente (para averiguações ou atitude "suspeita") todas essas outras pessoas "não negras", ai poderei concordar.
Duas mulheres em pé de igualdade. Até que uma delas enxerga a vulnerabilidade da outra: a negritude. Lógico que o "ser superior" não poderia admitir o fato expressamente, ali na "Sala da Justiça". Mas o alvo (a advogada algemada) sentiu direitinho a "flechada".

Esclarecedor ou questionador (Delegado de Polícia Federal)

Afonso de Souza (Outros)

"COMEÇAMOS A SAIR de uma época onde era uma pessoa era - e ainda deva ser - desrespeitada pela cor para uma nova época onde possamos PRESUMIR que se ela foi desrespeitada foi em razão da cor?"

Excelente essa sua ponderação.

Observador.. (Economista)

Marcelo-ADV (Outros)

Citação I: “Até a religiosidade do povo foi alterada”.

Observador, para falar de questões específicas, digo que sou ateu. Mas, e daí? O que isso interessa? A verdade é que não interessa nada. Você tem a sua fé, sua religião, e não me interessa saber qual seja, pois não é problema meu. Nosso problema comum é o direito, então, a única coisa que interessa para todos é que a liberdade de crença seja garantida.

Citação II: “A vida é feita de escolhas. Questiono escolhas feitas por pessoas que – talvez – não representavam o povo e seus valores”.

Não vivemos numa sociedade simples (outrora chamada de primitiva), não complexa, que possam existir valores que sejam uniformemente compartilhados. Nossa sociedade é plural, complexo, multicultural, com múltiplos interesses, etc., assim, uma Constituição (e as Leis) não é o que gostamos ou desejamos. Ela é o que é (princípio da identidade). É fruto do debate democrático, e, inevitavelmente, da atividade de lobby.

Bolsonaro, no Jornal Nacional, disse mais ou menos o seguinte: instaurada a Assembleia Nacional Constituinte ninguém sabe o que sairá dessa Assembleia. E ninguém sabe mesmo, pois, sendo fruto da pluralidade (e não da tirania), ela conterá vários dispositivos cujo conteúdo não concordamos.

Com a nossa cultura de não aceitar uma Constituição democrática, talvez em menos de três meses alguém dirá: eis mais um projeto constitucional fracassado, precisamos de uma nova Constituição.

Uma nova Constituição, neste momento de instabilidade e pressões (e de todo tipo de crise que se fala: previdência, demografia, crise dos valores, da economia, da educação, hídrica, da violência, etc.) seria, a meu ver, ou a Constituição mais lobista de todas, ou obra da tirania (força bruta). Não me parece o melhor caminho.

Mais uma...

Jammes M. (Procurador do Município)

'Só bebe quem trabalha no tribunal': juíza proíbe advogado de beber água em audiência
Uma juíza proibiu um advogado de beber água durante audiência na Vara do Júri de Guarulhos, em São Paulo.
Segundo relato em rede social, o advogado de defesa, Fábio Tavares, teria ido até uma bancada onde havia um engradado com garrafas de água.
No entanto, antes que pudesse abrir a garrafa, a juíza interrompeu o advogado de acusação, Edson Belo, que discursava no momento, para proibir Tavares de beber daquela água. A magistrada argumentou que a água era somente para membros do Tribunal e devolveu a palavra a Edson.
Diante da proibição, Edson questionou a juíza porque o seu opositor não podia beber água, que, segundo ela, era do Tribunal. A mesma defendeu-se alegando que os advogados não faziam parte do Tribunal e que a água era só para quem estava trabalhando, pois não tinham verba para comprar.
O advogado de acusação informou que a proibição era uma afronta a dignidade da advocacia e que a juíza os tratou como meros espectadores que só estavam ali por imposição legal.
Fonte: www.bahianoticias.com.br

Dr Marcelo

Observador.. (Economista)

Penso que nossa CF alterou - muito - a cultura do nosso país.
As leis, como as regras dentro de um lar, podem fazer "os filhos" agirem desta ou daquela forma, influenciando seu comportamento, seus gostos, suas visões de mundo, seus valores morais e mesmo suas crenças.
Até a religiosidade do povo foi alterada.
Não sou jurista e terei cuidado para não exceder minhas sandálias, mas acho que nossa CF está no cerne do desastre - como país - que nos tornamos. É minha visão.
O povo não estava bem representado. O sistema democrático estava renascendo. Naquele momento histórico, tinha muito do que os americanos chamam de "Pay back Time", além de influências corporativas - e de classe - tanto privadas quanto estatais. Acho que nossa CF é fruto de um momento específico e não "pensou" um país pelos séculos vindouros. É só analisar a Constituição Americana. E nenhum povo é melhor do que outro. Uns, acredito, tiveram a sorte de ter bons líderes no momento certo.
A vida é feita de escolhas.Questiono escolhas feitas por pessoas que - talvez - não representavam o povo e seus valores. Representavam a si.
Mas pensar assim foi transformado em um escândalo. A ideologia questiona livros sagrados de séculos. Mas questionar CF de 30 anos tornou, quem o faz, um fascista, anti-democrático, militarista e outros apelidos que são colocados para que o debate nem comece e para que o pensar diferente não seja estimulado. Seja anulado.

Quanto ao Prof Modesto:
Ele escreveu um livro.
É bem interessante.
Se nos conhecêssemos, o ofertaria, pois gostaria de ouvir suas opiniões à respeito.
"Da Cleptocracia para a Democracia em 2019"
Próximo do que faz (rotineiramente) o Prof. Lênio, o Prof. Carvalhosa tornou interessante um tema que poderia ficar restrito a poucas pessoas.

Marcelo-ADV, um aparte

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Do mesmo modo que não se pode sair por aí interpretando a Constituição do jeito que cada um quiser, também não se pode reunir uma cambada de parlamentares para sair por aí alterando uma Constituição que se pretendeu democrática como a de 1988. De lá para cá, foram 99 emendas que alteraram SUBSTANCIALMENTE o texto aprovado em 1988, desfigurando o Estado Brasileiro. Apenas para citar ALGUNS exemplos, no malfadado dia 15 de agosto de 1995, foram promulgadas quatro emendas constitucionais que "entregaram" o País para o grandes grupos econômicos internacionais. Para mencionar apenas um "mero" detalhe : toda a proteção à empresa nacional de pequeno porte, minuciosamente tratada no texto original da C.F./88 foi simplesmente REVOGADO. Estamos falando do art. 171, que foi totalmente revogado pela Emenda Constitucional n.6, de 15 de agosto de 1995. Ademais, também não pode um Congresso Nacional que se diz "democrático", votar apenas as matérias de interesse funcional ou eleitoral dos próprios parlamentares ou, muito pior, de interesse de grandes grupos econômicos que os financiam. E ficam parados, durante muitos anos. vários projetos de lei sobre segurança pública, sobre sistema educacional e outros tantos que dizem respeito ao cotidiano e à qualidade de vida de MILHÕES de cidadãos. Então, leis "dolosas" devem ser interpretadas do jeito certo e temos que mudar todo esse sistema do Poder Legislativo que tem "foro privilegiado" . E não esquecer de DESTRUIR a urna eletrônica.

Observador.. (Economista)

Marcelo-ADV (Outros)

Observador,
Assisti aos vídeos indicados. Talvez o professor Modesto tenha escritos mais profundos, mas os vídeos são apenas algumas opiniões.

O argumento de que há muitos direitos, e não há deveres, de fato, faz muito sucesso, mas ele se esqueceu de falar que, mesmo que não exista uma integral relação ou simetria entre direitos e deveres, há muitos deveres nas declarações de direitos. Os direitos encontram limites nos direitos dos demais cidadãos ou nos interesses da coletividade.

A Convenção Americana sobre Direitos Humanos até tem um artigo (art. 32) para prescrever a correlação entre deveres e direitos.

Assim, uma coisa é defender a ideia de que precisamos também de uma declaração (enunciação) de deveres, a exemplo (o caso que me lembro agora) do que faz a Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos, e outra coisa é afirmar que não há deveres (com todo o respeito, não concordo).

E a Constituição não pode ser culpada quando as pessoas (com poder para tal) atribuem a si mesmas o poder de interpretá-la livremente do jeito que quiser, até mesmo para anulá-la totalmente. Prevalecendo essa “doutrina”, nenhuma Constituição terá normatividade.

Nossa cultura não é uma cultura que se importa com a legalidade. Como sabemos, o que importa é a decisão agradar (ser legal ou ilegal não importa). Sempre há, como disse o grande mestre Streck, um “mas”. É ilegal, mas... e aí sempre se tira da cartola um “bom” motivo para não cumprir a Lei (numa justificativa mais obscura: para fazer justiça, atender ao bem comum, ao interesse público, etc., ou seja, essas expressões que constantemente são invocadas, mas não são definidas).

Uma Lei não muda a cultura (no sentido antropológico), apenas pode induzir a mudanças.

São os Deuses Togados

radiocunha (Outros)

Não sou sequer rábula, como leio a coluna, permito-me também tecer meu comentário, ou como diria o juiz que absolveu o Capitão de pratica de racismo, exercer minha liberdade de expressão. Sou testemunha de muitas audiências no TRT/ 8ª Região e assisti muitas vezes o Juiz ou Juiza, sequer darem direito, para que o advogado se manifestasse. Penso que o ativismo politico de muitos procuradores e juízes do Paraná, abriram a possibilidade para que todos os magistrados se sintam um pouco Luís XIV – O Rei Sol – “O estado sou eu” , portanto, eu sou a própria lei. Confesso que não tive paciência para ler os comentários, pois apesar da lucidez e simplicidade do texto ( não sou nem rábula, repito), percebe-se em alguns que gostaram do mesmo, "mas" acham que o senhor é um esquerdista disfarçado.

Professor Modesto

Observador.. (Economista)

Em vez de se atacar os militares, de forma covarde - pois bem distante do alvo - como fez o valentão de boteco nordestino na figura do Gen. Mourão, não vale o debate sobre os pensamentos do Prof. Carvalhosa?
Pois sei que Advogados, Juristas e pessoas que admiram o Direito, conhecem a importância do debate e das reflexões.
Achei este vídeo e compartilho com quem quiser refletir.
Quando falam em cadelas do fascismo, e citam Bertolt Brecht (comunista que apoiou o regime stalinista do alemão Walter Ulbricht) em um contexto que estaria a defender a Democracia, vejo aí uma esquizofrenia , um pensamento irreconciliável. Mas....vida que segue, como disseram desde o início à respeito do sofrimento do Capitão.

Segue o vídeo do Professor Modesto Carvalhosa. Ele está errado em seus questionamentos?

https://www.youtube.com/watch?v=nyGO2DSY-Ms

https://www.youtube.com/watch?v=dZPSirTsuro

Qual será a ótica aplicável???

Esclarecedor ou questionador (Delegado de Polícia Federal)

Inicio dizendo que é indubitável que a mulher tenha de ser respeitada tanto quanto o homem, o advogado tanto quanto a autoridade e o negro tanto quanto o branco.

Mas me corrijam se estiver eu errado - por ter deixado de notar no vídeo, que imagino ter visto na íntegra - quanto ao ponto de que a questão de ser mulher estaria superada pelo fato da outra parte ser outra mulher e que a primeira vez que a questão da cor da advogada veio à tona foi quando ela falou que queria ser respeitada enquanto mulher e negra.

COMEÇAMOS A SAIR de uma época onde era uma pessoa era - e ainda deva ser - desrespeitada pela cor para uma nova época onde possamos PRESUMIR que se ela foi desrespeitada foi em razão da cor?

Concordo plenamente quando dizem que negros são desrespeitados por racismo, mas será que não estamos partindo para a presunção de que se um negro for desrespeitado foi por racismo?

Não enfrentarei o mérito da questão quanto ao ponto técnico processual, mas de parte de qualquer advogado, será que diante do encerramento - mesmo que inadequado - de uma audiência, a providência a ser adotada pelo profissional não dê no âmbito instrumental mas sim mediante a adoção de uma conduta de que "não concordo com o encerramento, então não sairei da sala"???

Juízes, togados ou "leigos", erram como outras demais autoridades mas o questionável é se a medida a ser adotada é a do enfrentamento pessoal em lugar das medidas processuais pertinentes.

Temo que os desprezíveis comportamentos sexistas e/ou racistas (presumir que alguém é melhor que o outro: brancos e negros; homens e mulheres) possam estar sendo substituídos por um tempo onde presumamos que alguém (juízA leigA) presumiu ser melhor que o outro (advogadA negrA).

Não é por aí...

Afonso de Souza (Outros)

Lucas Salmazo (Advogado Assalariado - Trabalhista), você realmente acha que os que aqui discordam do colunista são contrários à “independência dos poderes” e/ou à “aplicação das garantias constitucionais”? Isso aí está com cheiro de falácia...

Sobre o trecho “Se esse cidadão tivesse estudado um pouquinho veria que uma pessoa só poderia ser taxada como comunista/socialista se defendesse o fim da propriedade privada e que fossem transferidos ao Estado os meios de produção”. Esqueça essas definições dicionarizadas. Conheço socialistas que arrancariam os (próprios) cabelos com esta daí.

Outro trecho: “Veja que é uma confusão de conceitos e de opiniões que desanima qualquer um que se proponha a enriquecer o diálogo e pensar diferente”. Pois é exatamente isso que sentem os que discordam do colunista. E de seus áulicos de plantão.

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