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Sólida referência

Nova edição de Comentários à Constituição comemora 30 anos da Lei Maior

Obra está à venda na Livraria ConJur.

Em comemoração aos 30 anos da Constituição Federal de 1988, a obra Comentários à Constituição do Brasil ganhou uma segunda edição. O livro contou com a coordenação científica do jurista português José Joaquim Gomes Canotilho; do ministro do Supremo Tribunal Federal e professor Gilmar Mendes; do juiz e professor Ingo Wolfgang Sarlet; e do procurador de Justiça do Rio Grande do Sul e professor e colunista da ConJur, Lenio Streck.

A edição traz comentários detalhados e aprofundados sobre a Lei Maior. Segundo os coordenadores da obra, o objetivo é proporcionar sólida referência para quem precisa de uma compreensão mais abrangente do texto constitucional em vigor.

O livro apresenta 250 artigos e reúne temas desde o histórico da norma, seus dispositivos, o direito internacional até a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. Além disso, conta com a colaboração de 146 autores-referência nas áreas de atuação, entre eles Flávia Piovesan, Rizzatto Nunes, André Ramos Tavares, Estêvão Mallet e Maria Sylvia Zanella di Pietro.

Coleção
A obra Comentários à Constituição do Brasil integra a coleção da série IDP/Saraiva, criada em 2007. Desde então, já foram lançadas mais de 40 obras pela coleção, que busca a reflexão do Direito Comparado, de questões filosóficas e de temas controvertidos que norteiam os mais elementares conceitos e institutos jurídicos. A série IDP/Saraiva é dividida em cinco segmentos: Direito Comparado, Pesquisa Acadêmica, Doutrina, Administração e Políticas Públicas e Direito, Diversidade e Cidadania.

Revista Consultor Jurídico, 10 de setembro de 2018, 20h28

Comentários de leitores

2 comentários

Iludido advogado autônomo

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

Irrisão, diria Hamlet nas brumas de Elsinor. Se não fosse a ilusão, não conseguiríamos chegar aos 70 ou 100 anos pelo menos. O espírito é insuportável. As atribulações e as trevas não ficam atrás. Falar do mal ouvi-se todo dia. Do bem raro.A aletologia aqui é como Pilatos no credo. Parece até que encanta a pessoa a ponto de fazê-la inocente extrema. Para subir ao podium valeu até o crucificação de Cristo. E, Herodes consagrou-se rei pelo seu ato, apesar de não sê-lo na toga. A nossa constituição, é um desejo de muitos e não de todos na prática e, que você sabe disso, e é exatamente porque Pitágoras, havia dito que: "enquanto houver leis, o homem não terá liberdade". Essa liberdade não se confunde com tão
amada virtual democracia que é regime de governo sem lei. Na constituição, a lei mais digna de uma sociedade numa opinião neutra é seu o artigo 5o. de pura ilusão visionária surreal. A um simples olhar de cidadão apolitico, a lei não é, e nunca será igual para todos pois, a diferença está no homem seu aplicador. Portanto, comentar um dever ser é apenas mais um complemento da grande ilusão que alimenta o espirito. É como escrever sobre o direito comparado. É como filosofar.

Que perda de tempo !

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Vai encalhar.

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