Consultor Jurídico

Pedido de providências

CNJ pede que desembargadora Kenarik Boujikian explique críticas a Toffoli

Retornar ao texto

Comentários de leitores

7 comentários

Depende de quem ouve

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Alguns coisas, as vezes, são fáceis de explicar, desde que quem vai ouvir as explicações esteja disposto e realizar essa função com ombridade e honestidade.

A verdade não rima

SMJ (Procurador Federal)

“o Judiciário está disfuncional em relação ao sistema democrático”.
Perseguir uma desembargadora por uma opinião sobre a situação do Judiciário não é de admirar. Mais um passo no sentido de tornar o Judiciário o Poder comprometido com o enterro da nossa democracia.

Loman x CF

Radgiv Consultoria Previdenciária (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Resumo a defesa da ilustre Desembargadora assim: Art. 5.
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

A juíza além de juíza também é uma cidadã ?

A Loman está acima da Constituição Federal?

Recomendo ao culto Ministro instaurar de ofício - outras aberrações vindas do Poder Judiciário - ex. Manda soltar; manda prender; revogo a decisão; avoco os autos, etc....

Vamos trabalhar de verdade!

Ônus!

Neli (Procurador do Município)

Data vênia, Juiz (desembargador/ ministro), deveria se abster em se manifestar fora dos autos. E medir sempre as palavras!
É um ônus para uma carreira que tem tantos bônus.
Não enaltece o Poder Judiciário, ao revês, prejudica!
O juiz parcial quebra a estrutura de todos os Poderes do Estado, notadamente do Judiciário!
Um juiz parcial pode jogar o Estado na barbárie.
Ao não confiar no Judiciário qualquer um poderá fazer justiça com as próprias mãos.
E esse princípio pode ser quebrado quando um Juiz abre a sua preferência partidária ao se manifestar politicamente.
Aí haverá a insegurança nas decisões passadas e nas futuras.
E há uma tênue a linha separando a manifestação política da técnica.
Por mais fundamento que tenha uma decisão, depois de o Juiz manifestar politicamente haverá um pulguedo atrás das orelhas das comuns.
Repiso-me, por mais fundamentada que seja a r. decisão, favorável ou contra, haverá uma sombra de dúvida aos olhos de todos.
E isso não enaltece o Poder Judiciário e a própria democracia que todos devem defender.
Por fim, a carreira da magistratura oferece muitos bônus a seus integrantes e um dos ônus é não se manifestar politicamente.
E nem digo que não criticar um colega seja ônus, porque isso está contido no dia a dia do trabalho.
Imagine-se a balbúrdia que seria uma empresa, se um empregado ficasse criticando o outro.
Data vênia.

Tempos sombrios

Bernard Marx (Assessor Técnico)

Na era da desinformação, falar a verdade é um ato revolucionário.

A Censura já começou

GAS1966 (Administrador)

Pelo visto os censores estão sedentos em agir, não querem nem esperar o dia primeiro de janeiro.

Um corregedor para todos.

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

Kenarik Boujikian é a mais legalista magistrada de direito criminal do enfadonho Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. E já que o assunto envolve o juiz Toffoli, o corregedor poderia lhe pedir explicação jurídica por qual motivo não se declara impedido quando julga antigos colegas de trabalho como por exemplo, José Dirceu.

Comentar

Comentários encerrados em 25/10/2018.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.