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Propaganda eleitoral

PT acusa Bolsonaro de usar espaço público para fazer campanha com ida ao Bope

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O candidato a presidente Fernando Haddad (PT) questionou, na Procuradoria-Geral da República, a presença do adversário, Jair Bolsonaro (PSL), na sede do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope), em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, em ato de campanha.

De acordo com a defesa de Haddad, feita pelo escritório Aragão e Ferraro Advogados, o candidato usou de espaço público para a veiculação de propaganda eleitoral e em benefício próprio, o que é proibido. No discurso, de cerca de duas horas, afirmou que, caso eleito, a classe militar "terá um dos nossos".

"O dolo afigura-se presente, haja vista a intenção expressa do noticiado em, por meio de espaço público, quebrar a igualdade de concorrência entre os partidos, logo, entre os candidatos que concorrem à Presidência da República, quando da realização do ato vedado", disseram os advogados do partido. A defesa pediu a instauração de procedimento investigatório.

Leia aqui a íntegra da notícia-crime.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 16 de outubro de 2018, 21h30

Comentários de leitores

5 comentários

Parcialidade do Conjur

AC-RJ (Advogado Autônomo)

Já reclamei contra a parcialidade deste site. Vide os meus comentários em www.conjur.com.br/2018-out-05/opiniao-candidatura-jair-bolsonaro-nao-cabe-constituicao/c/1. Por que o Conjur insiste em repetidamente divulgar notícias e artigos somente contra o candidato Jair Bolsonaro? Até agora não vi um artigo ou notícia do Conjur falando bem dele, só contra. Já com relação ao outro candidato, o tratamento é totalmente diferente.

Desespero

Amauri Luz (Bancário)

Bateu o desespero na quadrilha, que usou e abusou do uso de recursos públicos, financeiros e logísticos, como o caso dos correios distribuindo propagandas da quadrilheira dilma! E agora vem com alegações ridículas! Falta de vergonha!

Ilícito eleitoral?

Leo034 (Estagiário)

Concordo com o Dr. Boris. O candidato do PSL não cometeu ilícito eleitoral. Além disso, quem sugou durante treze anos recursos públicos para fins políticos, inclusive para favorecer ditaduras mundo afora, foi o governo do partido do autor dessa notícia-crime.

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