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Infração disciplinar

Desembargador do TRF-2 que apoiou Witzel e condenou Garotinho será investigado

Comentários de leitores

5 comentários

ex-juiz

José Fernando Azevedo Minhoto (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

A propósito desse candidato carioca(ah, o Rio de Janeiro e seus exotismos!), ele é "ex-juiz" porque se aposentou, pediu para sair ou "saíram com ele da magistratura"?
Alguém pode me esclarecer?

Tendência

Lógica Cartesiana (Outros)

Este site tem publicado os excessos do CNJ, cujos perseguidos são sempre magistrados que afrontam o crime organizado, como é seu dever de ofício fazer. Agora, extrair manifestação de juízes/desembargadores - como cidadãos e não julgadores - a favor deste ou aquele candidato é suprimir sua liberdade de expressão como cidadãos: é o uso do poder (CNJ) para arrostar nobres julgadores, ofendendo sua dignidade humana. Alguns incautos comentadores (não-juízes) embarcam tristemente nesta onde de patrulhamento acreditando que os opinadores (magistrados) perdem a imparcialidade em assim fazendo. Seria indigno ver o juiz como um robot que, por expressar - como cidadão - sua opinião em rede social estaria cometendo infração disciplinar... Além de inconstitucional tal patrulha ideológica, e por isso ilícita, pode ensejar reparação civil.

Abstenho-me...

Neli (Procurador do Município)

Abstenho-me em comentar o caso concreto por desconhecer os fatos.
Todavia, o que sempre temi, e temo, é a quebra do princípio da Imparcialidade.
O juiz deve ter o princípio da Imparcialidade como um Dogma, seguir religiosamente, em todos os momentos da vida.
O juiz parcial quebra a estrutura de todos os Poderes do Estado,notadamente do Judiciário!
Um juiz parcial pode jogar o Estado na barbárie.
Ao não confiar no Judiciário qualquer um poderá fazer justiça com as próprias mãos.
E esse princípio pode ser quebrado quando um Juiz abre a sua preferência partidária ao se manifestar politicamente.
Aí haverá a insegurança nas decisões passadas e nas futuras.
Por mais fundamento que tenha uma decisão, depois de o Juiz manifestar politicamente haverá um pulguedo atrás das orelhas das comuns.

Repiso-me, por mais fundamentada que seja a r. decisão, favorável ou contra, haverá uma sombra de dúvida aos olhos de todos.
E isso não enaltece o Poder Judiciário e a própria democracia que todos devem defender.
Por outro lado, aquele que for filiado em partido político, deveria ser excluído ,de plano,dos concursos para a Magistratura, inclusive nos cargos de livre provimento (Quinto Constitucional e Tribunais Superiores).
Por fim, a carreira da magistratura oferece muitos bônus a seus integrantes e um dos ônus não se manifestar politicamente.
Por ter tantos bônus e poucos ônus, isso é fácil de seguir...

Tenho medo

O IDEÓLOGO (Outros)

Tenho medo, tenho muito medo, tenho medo...
Tenho medo da politização do Poder Judiciário,
Tenho medo de o meu processo ser julgado por um juiz de acordo com a sua tendência política.
Tenho medo do Juiz, sem observar as regras legais, resolva, diante do interesse social me mandar para a cadeia.
Tenho medo do Juiz resolver aplicar a pena de morte, porque é politicamente conveniente.
Tenho medo do Juiz político...
Tenho medo, tenho muito medo do Poder Judiciário.
Tenho medo.

Fazer jus ao nome do site

Gilson Lourencio Dias (Outros)

Bom dia,desculpe o texto em caixa alta,gostaria que o consultor jurídico ao se propor publicar um artigo como este em questão,o site simplesmente publica a reportagem em que já foi publicado em outros meios de comunicação aqui está a mesmice.Aqui é achismo pelo menos diante do que se propõe o próprio nome do site,porem acho que deveria publicar a reportagem más o mais importante é fazer uma análise daquilo que pode ou não pode por lei um juiz fazer como é o caso fazer campanha em rede social,não se declarar impedido por ser o juiz natural de um processo? Aumentar a pena de um cidadão que mim parece por interesses escusos,o que a lei diz caso contate as infrações do juiz que julgou o cidadão? Etc..... Aí sim faria juz ao nome consultor jurídico.Grato

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