Consultor Jurídico

Artigos

Opinião

Críticas sobre as urnas eletrônicas são válidas, mas cuidado com a desinformação

Comentários de leitores

5 comentários

A questão é outra - um processo prescinde de prova?

Delano (Engenheiro)

O problema atual das urnas é que elas não são auditáveis visto que cada voto totaliza em um banco de dados sem conhecimento de quem insere as informações. Quem votou não sabe se seu voto foi considerado na íntegra. Só isto basta para que sejam impressos, auditados, cada voto, pelo próprio eleitor e automaticamente, sem contato manual, depositados em recipiente lacrado. Atualmente a impressora já está anexa à urna, portanto não é tanto investimento quanto sugere o autor. Por outro lado, não interessa quão íntegros são os grupos que trabalham no sistema e sim a segurança de quem está depositando sua esperança em um futuro que ele acredita. O fato de o Judiciário não cumprir uma lei aprovada pelo legislativo é preocupante. Cumpre-se a lei que interessa? Não é assim que funciona a democracia. Será que é assim que o autor coordena seus processos? Em uma ação, ele diz o que aconteceu, conclui e não anexa provas que corroborem suas afirmações? É sempre bom lembras que o cidadão não é maior que o todo, mas também não é menor que este todo e cada parte envolvida, portanto ele tem razão em querer ver esclarecido este procedimento.

Simples aritmética

MASH (Funcionário público)

Sr. Mario Mendes. É fácil explicar. Suponha que sejam 100 milhões de eleitores (apenas para facilitar as contas). Então 80% são 80 milhões de votos; vamos assumir que brancos e nulos sejam 10%, assim os votos válidos seriam 72 milhões. 48% para o Bolsonaro dá 34,56 milhões, 22% para o Haddad dá 15,84 milhões. As chegar a 98%, temos que são 88,2 milhões de votos válidos, se o Bolsonaro estava com 46%, então teria 40,572 milhões de votos e o Haddad, agora com 28% teria 24,696 milhões de votos. Houve um crescimento de 16,2 milhões de votos válidos (90% de 18 milhões, a diferença de 80 para 98). O Bolsonaro teve um acréscimo de 6,012 milhões de votos (40,572-34,56) e o Haddad teve um aumento de 8,856 milhões. Assim, o Bolsonaro teve um acréscimo de 37,1% de 16,2 milhões e o Haddad teve um acréscimo de 54,7% e não 100% dos votos válidos entre 80% e 98%.

A "polêmica" da fraude.

Mario Mendes (Administrador)

Então me explica aí doutor: Como é que aos 80% de urnas apuradas o Bolsonaro tinha 48% dos votos e Haddad 22%. Daí prá frente Bolsonaro caiu, os demais permaneceram e Haddad subiu para 28%? Para isso ser possível ele teria que ter 100% de votos na urnas abertas entre 80% e 98% das urnas apuradas. Explique esta brusca alteração na curva normal das apurações.

Urnas

Sidnei R. Alves (Contabilista)

O problema, no meu modo de ver, não são as urnas, mas sim a manipulação dos resultados obtidos.
Como o sistema TSE funciona em rede, um hacker poderia muito bem alterar os resultados. Como é impossível fazer auditorias, sim, a democracia estaria em risco, caso isso aconteça

Como explicar?

KRocha (Funcionário público)

Só vou perdoar o senhor, por este artigo, porque o senhor mesmo mostra no seu currículo, que não entende n a d a de TI.
Por favor, EN TEN DA! Qualquer servidor de dados é FRAU DÁ VEL!!!
Se o Pentágono já foi invadido; se a IBM já foi invadida; se a NASA já foi invadida; se o Centro de Guerra Cibernética por Espectro Eletromagnético , da China, já foi invadido ... querer dizer que o servidor do TSE é INEXPUGNÁVEL?

Comentar

Comentários encerrados em 16/10/2018.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.