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Constituição e Poder

A Constituição Federal de 1988 como uma ideia de liberdade e tolerância

Comentários de leitores

4 comentários

Brilhante

O IDEÓLOGO (Outros)

Mais uma vez, brinda-nos o Desembargador Néviton Guedes com excelente hermenêutica constitucional.

Modus in rebus

JA Advogado (Advogado Autônomo)

Excelente comentário. Mas embora a nossa Carta contenha princípios maravilhosos, não precisava ser esse amontoado de coisas que é. A África do Sul passou por traumas terríveis no Apartheid e quando se encontrou com a democracia fez uma Constituição de apenas 39 artigos - vigente até hoje.

Excelente!

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Mais uma vez o Dr. Néviton Guedes brinda os leitores do Conujur com um artigo que ressalta e tenta resgatar uma virtude já identificada há século que precisa urgentemente ser cultivada entre nós: a tolerância.
Sobre o tema já escrevia, em 1689-92, John Locke na sua “Carta Sobre a Tolerância”, cujos fundamentos foram anteriormente estabelecidos em uma carta endereçada a Henry Stubbe, escrita do exílio nos Países-Baixos (Holanda).
Atualmente, o tema tem sido objeto de preocupação por diversos pensadores em razão dos rumos que a humanidade parece estar trilhando. Duas obras que abordam a questão com proficiência são da autoria de Robert Reich. “Saving Capitalism” e “Common Good” são leitura obrigatória para os que desejam abordar e debater a questão com profundidade e compreender as repercussões tanto da intolerância quanto da tolerância entre os homens.
Também o documentário da Netflix, com o mesmo nome “Saving Capitalism” reclama audiência imprescindível.

(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

Aplausos para Dr. Néviton Guedes !!!!

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

O seu artigo é primoroso, mas vamos falar claro ? Os Petistas e seus satélites são intolerantes por natureza, são irracionais por opção, não admitem debates, "viram a cara" quando mostramos fotos, vídeos, documentos que comprovam fatos. Essas pessoas, o senhor bem sabe, sempre existiram na nossa sociedade sob outras denominações. Reproduzem-se a cada geração e não são filhos ou filhas biológicos dos intolerantes políticos (comunistas, marxistas, petistas, sei lá mais o que virá). Não ! A cada geração, surpreendem seus pais biológicos com uma "irracionalidade intelectualizada" e uma propensão "à luta armada" que só faz sentido para eles. Mesmo quem tem um arsenal muito maior do que os "rebeldes históricos" fica embasbacado de ver que terá que atirar com um fuzil num alucinado que acha sensacional fazer "coquetel molotov". Essa gente nunca pode governar. Essa é a grande lição histórica que aprendemos. Eles nunca governaram antes, só ficavam no Parlamento e nas ruas pregando suas ideias. De vez em quando, até aparecia uma ou outra ideia aproveitável. Esse é o lugar deles na nossa sociedade, a crítica permanente da "exploração da burguesia", da "luta de classes". A decisão mais sábia é elegê-los ao Parlamento (bem vigiados para não corromperem todo o sistema). Eles não podem governar o Brasil de novo. Eles são "doidões". E não tem cura, só métodos para conter as crises e ataques de agressividade ou vitimismo. Aprendemos muito nesses anos.

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