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Violação de Dados

MP-DF vai investigar vazamento de dados do Facebook

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Após o anúncio, na última sexta-feira (28/9), de que 50 milhões de usuários do Facebook tiveram seus dados violados em um ataque hacker, o Ministério Público do Distrito Federal decidiu, nesta segunda-feira (1º/10) instaurar Inquérito Civil Público a fim de investigar os fatos.

De acordo com o documento, foi considerado que o incidente de segurança aconteceu a menos de dez dias do primeiro turno da eleição presidencial brasileira.

“O ataque cibernético permitiu ao(s) criminoso(s) apropriarem-se dos chamados "tokens" de acesso, chaves que autorizam o acesso dos usuários às contas e pode ter permitido o acesso indevido a dados pessoais dos usuários como nome, sexo e cidade”, afirma o documento.

A investigação americana sobre o caso está em curso e ainda não se sabe quais dados foram acessados ou extraídos pelos hackers. O caso tem certas peculiaridades, pois é diferente dos vazamentos de dados de outros serviços, como o LinkedIn e o Yahoo.

Segundo o Facebook explicou, o token de acesso é gerado no momento do login e enviado apenas ao navegador ou aplicativo que informou a senha correta. “O que aconteceu é que havia outra parte do perfil capaz de gerar um token de acesso — o que não seria um problema, se essa parte do perfil só pudesse ser acessada por quem já tivesse um acesso validado”, explicou o CEO da rede, Mark Zuckerberg.

Clique aqui para ler a ação.
Portaria n. 20/2018

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 1 de outubro de 2018, 21h12

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