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Nova Gestão

Sergio Moro anuncia chefe da PF no Paraná para diretoria-geral da corporação

O atual superintendente da Polícia Federal no Paraná, delegado Maurício Leite Valeixo, assumirá o cargo de diretor-geral da instituição no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). O anúncio foi feito nesta terça-feira (20/11) pelo futuro ministro da Justiça, Sergio Moro.

Dentro da instituição, o delegado Maurício Leite Valeixo já comandou a Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor).
Reprodução/TV Globo

Valeixo já atuou em fases da operação "lava jato" em Curitiba e foi coordenador da operação que prendeu o ex-presidente Lula, além de ter atuado no fechamento da delação premiada de Antônio Palocci com a PF. Ele também já foi diretor de pessoal da PF.

O anuncio foi feito por Moro em entrevista coletiva no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, onde está o gabinete de transição para o novo governo.

Moro também anunciou que a delegada Érika Marena, que hoje chefia a Superintendência da Polícia Federal de Sergipe, deve comandar o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI). Ela comandará a autoridade brasileira responsável pela cooperação com outros países em matéria penal.

Marena foi a primeira delegada responsável pela operação "lava jato". Ficou famosa depois que divulgou ter sido a autora do nome da operação. Depois que saiu do Paraná, passou a ser responsável pela PF em Santa Catarina. Saiu de lá depois do fracasso da operação que montou para investigar contratos de ensino a distância da Universidade Federal de Santa Catarina.

Nenhuma prova jamais foi encontrada, mas o então reitor da UFSC, Carlos Cancellier, chegou a ser preso preventivamente, com justificativas frágeis. A prisão foi cassada e Cancellier se matou.

O atual diretor-geral da PF, Rogério Galorro, também deve ter algum cargo no superministério.

Revista Consultor Jurídico, 20 de novembro de 2018, 13h47

Comentários de leitores

1 comentário

Funai

Mara Freitas (Administrador)

Li na Folha de São Paulo que a equipe de transição pretende tirar a Funai da alçada do Ministério da Justiça. Em relação aos Povos Indígenas, basta conhecer os registros de genocídios disponíveis no Museu do Índio, situado na UFMT, para se verificar os motivos pelos quais a pasta tem que continuar com quem está. Retirar a Funai do MJ é um atentado conta os Direitos Humanos.

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