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Aguardando a posse

Sergio Moro pede férias, e não exoneração, para planejar ministério

Comentários de leitores

8 comentários

Concordo! Todavia...

Neli (Procurador do Município)

Não cabe ao Juiz de Direito em férias exercer outra atividade, salvo magistério.
Contudo, montar "equipe de assessores”, planejar o Ministério seriam atividades?
Tenho fundadas dúvidas.
O planejamento do Ministério não é trabalho oficial!
Não é um trabalho oficial porque: não "baterá ponto"!
Não "assinará ponto", não foi nomeado, não há nada que o ligue, hoje, oficialmente ao Ministério. E se praticar algum ato será nulo e usurpação de função (Art. 328 CP)!
O presidente eleito (não com meu voto), indicou. Mas, o presidente é eleito e nem posse tomou! E nem ele pode, hoje, praticar ato oficial, incorreria no artigo citado.
Oficialmente, será ministro apenas com a posse, após nomeação via Diário Oficial da União.
O mesmo se diz do presidente eleito, só com a posse...Tancredo Neves jamais foi presidente!
Ele está em férias? Nenhum problema existe planejamento, não é atividade oficial.
Não há acúmulo constitucional ilícito.
Um juiz, ainda que em férias, continua a ser Juiz.
Não pode fazer o que quiser nas férias, por exemplo, ir a reunião partidária, ficar nos bares bebendo etc.
Tem o ônus em pertencer a uma carreira com tantos bônus.
É o representante do Poder Judiciário!
“De lege ferenda”: deve haver a proibição para um magistrado,” lato senso” ter sido filiado a partido político no passado.
A magistratura não se casa com atividade político-partidária.
Por fim, ótima sorte para ele e que a Luz de Cristo ilumine abençoando todos os seus caminhos na vida.

Lenio always stretchs

amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)

A ginastica de Lenio, o nosso personal mind , impressiona . O cara é bom mesmo em alogamentos ainda que esses possam implicar em serios estiramentos mentais. Menos por favor!

Sem trocadilho

Persistente (Outros)

Os padrões morais da "turma" são de doer!

Sergio Moro pede férias...

Léa (Advogado Associado a Escritório - Administrativa)

Se o Moro pode tirar férias e "adiantar" o exercício de atividades do Executivo, o que o diferencia daquele Procurador da República que, ainda em férias, "adiantou" o exercício de atividades privadas (trabalhando para um grande escritório de advocacia) ?

Óbvio e ululante

Paulo H. (Advogado Autônomo)

Haja fígado para "ver" ilegalidade no gozo de férias vencidas. À evidência, não há no gozo de férias vencidas nenhuma irregularidade, nenhuma ilegalidade.

Moro aceitou convite para, futuramente, assumir uma Pasta no próximo governo, logo, não está exercendo nenhuma função pública incompatível concomitantemente com a judicatura; aliás, nem poderia estar, posto que em férias e não no exercício do cargo.
Se em férias, ou seja, no período de descanso remunerado do trabalhador, Moro optar por se dedicar a questões relacionadas ao futuro Ministério estará agindo de forma graciosa e por puro civismo, pelo que mereceria encômios e não críticas. E claro, novamente, nenhuma ilegalidade há nisso.
De resto, a atitude de Moro de não romper de plano um vínculo de 22 anos encerra prudência tão elementar que dispensa comentários.

É o Brasil!

Marcelo-ADV (Outros)

Ele não será ministro. Houve fraude nas urnas. Eleição nula!

CNJ quem?

antonio gomes silva (Outro)

Como sempre, Moro faz o que quer. E o CNJ? zzzzzzzz

dentro da legalidade!

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Se tem férias acumuladas, o que configura infração ética?
O que Moro vai fazer durante seus dias descanso (mais que merecidos) é de cunho personalíssimo.

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