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Comentários de leitores

7 comentários

Não precisa mais de uma certidão de parcialidade

SMJ (Procurador Federal)

Já que o Judiciário valoriza certidões, então que tal uma fornecida pelo novo presidente: “Ele parecia um jovem universitário recebendo um diploma”.
Está certo que uma grande massa de pessoas pode ser manipulada, mas não todas as pessoas (lembrando a famosa frase de Lincoln). Essa vergonhosa nomeação do juiz para chefe de polícia do novo governo obviamente torna ainda mais óbvia a parcialidade com que vinha se comportando o mencionado juiz. Para restauração da ordem jurídica, o que se devia fazer mesmo era anular suas decisões judiciais e processá-lo por parcialidade e atividade político-partidária durante o exercício da magistratura nos últimos anos. Caramba! É demais um escândalo desse, até mesmo no Brasil!

Story Telling

Schneider L. (Servidor)

O foco na figura de Sérgio Moro é simplesmente a estratégia de defesa que consiste no story telling. Repetir uma narrativa exaustivamente ao ponto de ela se tornar verdade. Uma "novilíngua" rudimentar como Orwell previa, décadas atrás.

Não faz o menor sentido alegar parcialidade de um único magistrado sendo que o processo envolveu equipes investigatórias da PF/MPF/RF/PGR, sendo finalmente julgado por Moro e confirmada por UNANIMIDADE por 3 desembargadores.

A narrativa persiste, pois é a maneira de deslegitimar a atuação de Sérgio Moro perante os outros corruptos, e é a única figura o qual teria esse peso. A defesa tentou com integrantes do MPF, porém viu que não havia muito sentido alegar parcialidade do órgão acusatório.

Todavia, como toda estória mal contada, essa também tem seus furos. O juiz que era tucano agora é bolsonarista, e por aí vai.

"di novu"

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Quando será que vai "cair a ficha"?

O remédio não é só amargo, mas intragável

wilhmann (Advogado Assalariado - Criminal)

Fosse noutra urbe, noutras paragens moro não só seria obstado de assumir a pasta ministerial como lhe cairia sobre os ombros processo administrativo por desonrar as vestes talares, haja vista se indene de duvidas sua não parcialidade, umas dos princípios mais sacrossanto da judicatura. Mas, o juizeco, como o de Curitiba bem posto por Renan realmente torna lúcido o que se passava em sua cabeça: chegar ao STF, não pela competência que se tem não o ombreia assumir vaga no STF durante o governo facista de Bolsonaro. A trama se não foi urdida previamente ao menos causou a eleição da fera que pretende fazer retornar os grilhões há muito travados pelo verde-oliva, mas agora com eufemismo com “ jipes e cabos”, quiça acompanhado de um brucutum.

Problema resolvido

LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Bom, agora que o Sérgio Monstro saiu de Curitiba o Lula pode comemorar que será absolvido dos outros 2 processos criminais que lá ainda tramitam contra ele, certo?

STF

Professor Edson (Professor)

Se o STF aceitar, que um juiz que se torna ministro perde a credibilidade e se torna parcial suas decisões, será a coisa mais bizarra já feita na área jurídica Brasileira, será um atentado.

Lula aponta Moro

Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)

Mais uma falácia do desespero. Será que esses advogados do Lula foram aprovados no Exame de Ordem. O TRF4 acolheu a sentença de Moro e agravou a pena.

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