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Eleito por aclamação

Ministro Humberto Martins é indicado para o cargo de corregedor nacional de Justiça

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O ministro Humberto Martins foi indicado para ocupar o cargo de corregedor nacional de Justiça, no Conselho Nacional de Justiça. Ele foi eleito em sessão do Plenário do Superior Tribunal de Justiça na tarde desta quarta-feira (21/3) e vai suceder o ministro João Otávio de Noronha. Atual vice-presidente do STJ, deverá ocupar o cargo até 2020.

Ministro Humberto Martins foi eleito por aclamação, mas seu nome ainda terá de passar pela aprovação do Senado.
Gustavo Lima

Humberto Martins foi eleito por aclamação, mas seu nome ainda terá de passar pela aprovação do Senado Federal antes da nomeação pelo presidente da República. O parlamento pediu ao STJ que antecipasse a votação por ser este um ano de eleições gerais no país. Noronha deve seguir no cargo até agosto. 

Depois de eleito pelos colegas, o ministro afirmou que pretende atuar por uma Justiça rápida, produtiva e de qualidade. “Procurarei exercer o cargo com sabedoria e prudência, buscando o diálogo com a magistratura nacional, valorizando sempre a atuação dos magistrados, que desempenham papel relevante para o exercício da democracia e o alcance da paz social tão desejada pela sociedade brasileira”, afirmou o vice-presidente e próximo corregedor do CNJ.

O cargo de corregedor nacional de Justiça é ocupado apenas por ministros do STJ. Humberto Martins compõe a Corte Especial e o Conselho de Administração do STJ e ocupa a Vice-Presidência do Conselho da Justiça Federal (CJF). A Corregedoria Nacional de Justiça é o órgão do CNJ responsável pelo controle disciplinar e pelas punições por desvios cometidos por magistrados.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 22 de março de 2018, 10h39

Comentários de leitores

1 comentário

Esperamos linha dura

Carlos (Advogado Sócio de Escritório)

Bem vindo ao olho do furacão ministro Humberto Martins.
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Espera-se que o senhor atue na Corregedoria do CNJ, como atuou a ex ministra Eliana Calmon e Gilson Dipp. Sem medo de desagradar os magistrados e sim de fazer com que eles andem na linha.
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Afinal, a última esperança para os operadores do direito, não são as famigeradas Corregedorias locais (que, em regra, arquivam reclamações/representações) e sim a do CNJ. Sucesso e força, pois sabemos que as pressões serão muitas.

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