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CNJ vai apurar declaração de desembargadora do Rio sobre Marielle

Comentários de leitores

11 comentários

Denúncia:

Aureo Marcos Rodrigues (Outros)

DENÚNCIA – NOTICIA-CRIME.
Devo informar, que o caso da deputada Marielle, é igual o caso que está acontecendo aqui no TJ-MT, pois as IRREGULARIDADES dentro do Poder Público são tão grandes. Aqui no Estado de MATO GROSSO, já ASSASSINOU o Juiz Leopoldino Marques do Amaral, que denunciou por nove anos a Magistratura, pois aqui a Magistratura age ao contrário do Direito, devo informar que essa perseguição contra o RECLAMANTE, pela Magistratura, é pelo fato do CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, ter mandado a Reclamação disciplinar nº. 0000627-87.2007, para dentro do TJ-MT, e após baixou a portaria 104 de 10 de março de 2009-CNJ, para fazer uma inspeção no TJ-MT, que levou o afastamento de dez Magistrados. Bater de frente com qualquer desses atores do Direito é ser perseguido por década, veja o caso do RECLAMANTE ÁUREO MARCOS RODRIGUES, que impetrou EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO em desfavor do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, sob o nº 1003594-66.2016.8.11.0000 e 1003576-45.2016.8.11.0000, com objetivo de livrar de ser ASSASINADO dentro de sua própria CASA. Acesse o site da página olhar jurídico com o tema: “JUIZ CONSEGUE NA JUSTIÇA BLOQUEIO DE VIDEOS QUE O ACUSAM DE VENDA DE SENTENÇA”, ou acesse a página do ENOCK, com o tema: Juíza Edleuza Zorgetti manda retirar vídeos contra juiz Cajango, para a “ as AUTORIDADES e a SOCIEDADE BRASILEIRA”, ver na área de comentário os fatos criminosos narrados nos últimos PEDIDOS DE PROVIDÊNCIAS feitos publicamente ao Procurador Geral “RODRIGO JANOT e ao Ministro Corregedor JOÃO OTAVIO DE NORONHA, para as Autoridades Competentes tomar as providências nos termos do artigo 40 do CPP e artigo 129 inciso I e artigo 144 inciso I todos da Constituição Federal, para o caso não ficar igual da deputada Marielle.

Cnj pode interferir na vida particular de magistrados?

Traple (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Perdoem minha ignorância, mas a competência do CNJ não é em relação ao exercício da magistratura?
Não concordo com uma só palavra do que ela disse, mas ela não tem qualquer relação com o caso, não atua na esfera criminal e não usou do cargo (em uma entrevista institucional, enfim) para fazer seu pronunciamento.
Em minha humilde opinião, se ela ofendeu direito alheio, deve ser processada civil e criminalmente como cidadã comum, não perante o CNJ.
Após eventual condenação criminal e havendo previsão estatutária, poder-se-ia iniciar processo administrativo para eventual exoneração decorrente da prática de crimes, mas pelo que me recordo, somente seria o caso se fossem crime infamantes.

Neli (Procurador do Município)

Observador.. (Economista)

A senhora bem lembrou!!!
Era um grupo fechado.
O que leva alguém, partícipe de um grupo fechado, a não confrontar a pessoa na hora e preferir "vazar" para provocar escândalo e cindir ainda mais o país?
Qual o interesse por trás?
Não é mais leal, correto e honrado confrontar imediatamente a pessoa? Até , caso a pessoa tenha humildade, recue e tenha a chance de refletir sobre o que disse.
O ex-Deputado Agnaldo Timóteo assim o fez.
Falou demais e teve a humildade de pedir desculpas.
E nem comungo das idéias dele.
Mas acho nobre quem assim age.
Não acho covardia.Muito pelo contrário.
É preciso coragem moral para ser humilde e reconhecer falhas.

Esta história toda é profundamente lamentável.
Não é à toa que o país está assim.
Uma mistura de leniência, desonra, deslealdade , egocentrismo, egoísmo e muita carga ideológica emoldurando tudo isso, assola o país há muito tempo.

Lição básica de direito penal

Persistente (Outros)

Curioso perceber que alguns, comodamente, parecem esquecer de uma lição básica sobre os crimes contra a honra: ELES SE CONSUMAM QUANDO QUALQUER PESSOA, QUE NÃO A VÍTIMA TOMA CONHECIMENTO DA IMPUTAÇÃO, ou seja, quando ela é ouvida, lida ou percebida por pessoa diversa do sujeito passivo (JTACrSP 62/127, citado pelo pelo Mirabeti)

A circunstância da mensagem ser trocada em grupo aberto ou fechado EM NADA altera o cometimento do delito.

Aberta temporada de caça...

Neli (Procurador do Município)

Aberta temporada de caça !
O que a Mídia está fazendo contra essa desembargadora é de causar espécie.
Não bastaram, para a Mídia, a existência da Escola de Base, dos Nardonis (um dos maiores erros jurídicos que vi!) e agora ocorre isso?
Um magistrado não deve escrever em Mídias sociais!
Mas, com a devida vênia, se vê por aí Magistrados de altas Cortes dando entrevistas para a televisão como se fossem atores de novelas.
A Liturgia do Cargo não permite...
Aqueles que exercem determinadas funções, não podem se manifestar.
E, agora, todos vão tratar a desembargadora como Lilith?(Mulher do Lúcifer!)
Ela, nesse caso, errou, mas, tratá-la como Lilith, que a Mídia vem tratando? É condenar antecipadamente.
Ontem vi na Televisão um print de um grupo de Magistrados em que a desembargadora escreveu um absurdo. Mas, o grupo era (pelo que vi) de magistrados, de iguais.
Fechado.
Ela não escreveu em público, nas mídias sociais.
Num grupo fechado!
E quem printou?
Onde está a sua ética?
Não teria sido melhor esse senhor ( senhora) que printou ter rebatido ali o que ela escreveu?Onde está a sua ética?
Jogar uma colega que escreveu num grupo fechado, para o leão chamado mídia?
E a mídia apedreja, esquecendo que quem lhe passou o print extrapolou, agiu contra " ética" que deveria ter em grupos fechados.
Não tem mais ética no Brasil?
A criminalidade já venceu, e a gota de ética que deveria existir num grupo fechado acabou?
Tenho pena do futuro de Brasil.
Que o CNJ julgue, mas também aponte que nenhum magistrado (nenhum mesmo!) deveria escrever em Mídias sociais ou dar entrevistas nas televisão.
É um ônus: não se manifestar em nenhum momento.
Magistrado se manifesta no bojo dos autos,nada mais.
A "noblesse oblige" e liturgia do cargo tem que ser respeitada.

Stephen king...

Persistente (Outros)

Não sei porquê, mas essa cidadã me lembrou muito aquela senhora desequilibrada do filme O NEVOEIRO, baseada na obra do Stephen King.

Aliás, no Brasil destes tempos trevosos, comparações com filmes de terror são mais que inevitáveis: boçais agredindo um padre que meramente citou o nome da vereadora numa missa de uma igreja de Ipanema, dono de um bar vítima de abuso de um policial que também não gostou que citassem o nome dela e partiu para agressão, o esgoto a céu aberto nas redes sociais... hidrofobia pura, que remete bem àquele filme REC.

Análise

Observador.. (Economista)

Me surpreendi com as palavras da Desembargadora.
No mínimo deselegantes.
Tem coisas que ela poderia ter dito de outra forma.
Pois o RJ viu um menino ser arrastado vivo, barbaramente, pelas ruas às vésperas do Carnaval de 2006 e ninguém o cancelou, nem ocorreram passeatas, nem acharam (E FOI) um atentado ao Estado de Direito.
Um país de memória curta. Que funciona à base de escândalos e tragédias, empilhando-os na memória e, talvez por isso, dessensibilizando-se diante de tantas tragédias.
Quando um país banaliza a morte violenta de suas crianças, o que dizer desta nação?

A Desembargadora não deveria ter menosprezado a morte da Vereadora Marielle. Tão vítima quanto outras vítimas de crimes bárbaros.
Violentamente extirpada da existência.
Ninguém merece isso.Ninguém.
O dia em que tais crimes produzirem horror e repúdio veemente por parte de TODOS, talvez o Brasil mude.
Enquanto carregarmos o lamento de ideologias, e as comoções forem seletivas, mais distantes uns dos outros ficaremos e nada irá mudar. Ou ocorrerão mudanças para tudo permanecer igual.

A Desembargadora me surpreendeu.Não a conheço.
Mas são tão fortes e deselegantes suas palavras (Sobre a Vereadora, sobre a Professora) que parece algo fabricado.

Holofotes

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Infelizmente, nossa geração atual é movida por aparências. Nos termos do que foi divulgado na reportagem, as frases atribuídas à Desembargadora citada não são próprias para uma magistrada, reconhecidamente. No entanto, são condutas insignificantes sob o aspecto da lesividade se considerarmos outras condutas praticadas por magistrados, que restam invariavelmente sem nenhuma investigação ou punição. Lamentavelmente, a Corregedoria Nacional de Justiça segue os holofotes. Onde há foco, há atuação. Onde há penumbra, há omissão e acobertamento.

Direito tem dessas coisas

Roxin (Advogado Autônomo)

Costumo dizer que o curso de direito é pródigo em criar aberrações, e a cada dia fico mais estarrecido com a quantidade delas que aparecem, vindas de todos os cantos.
A ausência de formação humanística talvez seja a grande culpada por essa fornada de "intelectuais" de quinta categoria, que se deixam fotografar dentro de um avião para exibir que estão na classe executiva, sorrindo, mostrando a estética de consultório e das mesas de cirurgia plástica....
Essa senhora é um típico exemplo daquilo que não devemos ser...nos cursos jurídicos deveriam projetar fotos e trazer excertos das preciosidades escritas por ela, para que os alunos, ainda em fase de formação, refletissem sobre aquilo que a sociedade não espera de um jurista.

Ofensas

Ian Manau (Outros)

Não concordo com as palavras da desembargadora sobre a deficiência física e mental da professora, entretanto, cabe a pergunta: puni-la pelas declarações irá mudar-lhe a atitude? Uma pessoa racista, homofóbica ou machista, por exemplo, mesmo que punida pelo atual Código Penal do país, deixará de sê-lo? Isso está na mente de cada um.

Essa desembargadora

S.Bernardelli (Funcionário público)

Essa desembargadora é uma cínica , ela debochou sim da professora, ela pensa que todo mundo é tolo como ela. As coisas que ela disse causou nojo até fora do país, processo administrativo é pouco pra ela se fosse na terra do Tio Sam já teria perdido o cargo. Seria uma a menos para envergonhar a justiça.

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