Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Ofensas na rede

CNJ vai apurar declaração de desembargadora do Rio sobre Marielle

O Conselho Nacional de Justiça anunciou que vai abrir procedimento para apurar as declarações da desembargadora Marília Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a respeito da vereadora carioca Marielle Franco (Psol), morta na quarta-feira (14/3).

Marília escreveu nas redes sociais que a vereadora foi “engajada com bandidos” e eleita com apoio do Comando Vermelho. Também atribuiu à vítima a culpa da morte: “seu comportamento, ditado por seu engajamento político, foi determinante para seu trágico fim. Qualquer outra coisa diversa é mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro.”

Logo depois, a desembargadora divulgou nota reconhecendo que divulgou boatos e que iria esperar as investigações serem concluídas. Ela afirmou à Folha de S. Paulo que desconhecia a vereadora do Rio de Janeiro até ler a notícia sobre o homicídio.

O ministro João Otávio de Noronha, corregedor nacional de Justiça, comunicou que irá apurar o caso. Trata-se de uma investigação preliminar, que só virará processo administrativo se levada ao Plenário do CNJ e aprovada pelos conselheiros.

Inclusão social
Noronha ainda abriu pedido de providências contra a desembargadora por ela ter ofendido uma professora com síndrome de down, também nas redes sociais.

Ao comentar a notícia de que o Brasil tem uma professora com a síndrome, ela declarou: “Poxa, pensei, legal, são os programas de inclusão social... Aí me perguntei: o que será que essa professora ensina a quem???? Esperem um momento que eu fui ali me matar e já volto, tá?”

O Psol, partido ao qual Marielle era filiada, e a Associação Brasileira de Juristas para Democracia já entraram no CNJ com duas representações contra a magistrada.

Revista Consultor Jurídico, 20 de março de 2018, 19h42

Comentários de leitores

11 comentários

Denúncia:

Aureo Marcos Rodrigues (Outros)

DENÚNCIA – NOTICIA-CRIME.
Devo informar, que o caso da deputada Marielle, é igual o caso que está acontecendo aqui no TJ-MT, pois as IRREGULARIDADES dentro do Poder Público são tão grandes. Aqui no Estado de MATO GROSSO, já ASSASSINOU o Juiz Leopoldino Marques do Amaral, que denunciou por nove anos a Magistratura, pois aqui a Magistratura age ao contrário do Direito, devo informar que essa perseguição contra o RECLAMANTE, pela Magistratura, é pelo fato do CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, ter mandado a Reclamação disciplinar nº. 0000627-87.2007, para dentro do TJ-MT, e após baixou a portaria 104 de 10 de março de 2009-CNJ, para fazer uma inspeção no TJ-MT, que levou o afastamento de dez Magistrados. Bater de frente com qualquer desses atores do Direito é ser perseguido por década, veja o caso do RECLAMANTE ÁUREO MARCOS RODRIGUES, que impetrou EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO em desfavor do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, sob o nº 1003594-66.2016.8.11.0000 e 1003576-45.2016.8.11.0000, com objetivo de livrar de ser ASSASINADO dentro de sua própria CASA. Acesse o site da página olhar jurídico com o tema: “JUIZ CONSEGUE NA JUSTIÇA BLOQUEIO DE VIDEOS QUE O ACUSAM DE VENDA DE SENTENÇA”, ou acesse a página do ENOCK, com o tema: Juíza Edleuza Zorgetti manda retirar vídeos contra juiz Cajango, para a “ as AUTORIDADES e a SOCIEDADE BRASILEIRA”, ver na área de comentário os fatos criminosos narrados nos últimos PEDIDOS DE PROVIDÊNCIAS feitos publicamente ao Procurador Geral “RODRIGO JANOT e ao Ministro Corregedor JOÃO OTAVIO DE NORONHA, para as Autoridades Competentes tomar as providências nos termos do artigo 40 do CPP e artigo 129 inciso I e artigo 144 inciso I todos da Constituição Federal, para o caso não ficar igual da deputada Marielle.

Cnj pode interferir na vida particular de magistrados?

Traple (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Perdoem minha ignorância, mas a competência do CNJ não é em relação ao exercício da magistratura?
Não concordo com uma só palavra do que ela disse, mas ela não tem qualquer relação com o caso, não atua na esfera criminal e não usou do cargo (em uma entrevista institucional, enfim) para fazer seu pronunciamento.
Em minha humilde opinião, se ela ofendeu direito alheio, deve ser processada civil e criminalmente como cidadã comum, não perante o CNJ.
Após eventual condenação criminal e havendo previsão estatutária, poder-se-ia iniciar processo administrativo para eventual exoneração decorrente da prática de crimes, mas pelo que me recordo, somente seria o caso se fossem crime infamantes.

Neli (Procurador do Município)

Observador.. (Economista)

A senhora bem lembrou!!!
Era um grupo fechado.
O que leva alguém, partícipe de um grupo fechado, a não confrontar a pessoa na hora e preferir "vazar" para provocar escândalo e cindir ainda mais o país?
Qual o interesse por trás?
Não é mais leal, correto e honrado confrontar imediatamente a pessoa? Até , caso a pessoa tenha humildade, recue e tenha a chance de refletir sobre o que disse.
O ex-Deputado Agnaldo Timóteo assim o fez.
Falou demais e teve a humildade de pedir desculpas.
E nem comungo das idéias dele.
Mas acho nobre quem assim age.
Não acho covardia.Muito pelo contrário.
É preciso coragem moral para ser humilde e reconhecer falhas.

Esta história toda é profundamente lamentável.
Não é à toa que o país está assim.
Uma mistura de leniência, desonra, deslealdade , egocentrismo, egoísmo e muita carga ideológica emoldurando tudo isso, assola o país há muito tempo.

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 28/03/2018.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.