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Segunda Leitura

Trabalhar com alegria é o verdadeiro sucesso nas profissões jurídicas

Comentários de leitores

4 comentários

Lá e cá....

Guilherme - Tributário (Advogado Autônomo - Tributária)

Saber a verdade, o certo, o adequado, o correto. Mas praticar a mentira, o errado, o desconforme, o inadequado. Assim é o ser humano. Por que saber que toda a humanidade é composta de irmãos, iguais, mas negar-se a dividir para que todos tenham as mesmas oportunidades, os mesmos meios, a mesma dignidade? Por vezes penso que a criação do Homem foi conjunta: Deus e o Diabo (vou escrevê-lo assim com maiúscula, por que não?) trabalhando juntos. Deus não fez o corpo; do barro moldou-o o Diabo. Mas para desfazer um pouco o mal, Deus conferiu à obra uma mente. Aí está: a mente, que é parte de Deus, nos diz como fazer o certo; mas o corpo reluta, e faz o errado. Uma árvore linda, que nos dá sombra, flores e frutos, é um obstáculo em nosso caminho. Usamos a motossera e ela ficará, se ficar, apenas em nossa lembrança. As palavras do professor, como sempre, são lindas e proveitosas. Entretanto, será que vamos seguir o exemplo? Não gostaria de duvidar, mas….

A alegria que mora ao lado

Macaco & Papagaio (Outros)

É muito fácil falar com os bolsos cheios e quando Juízes nunca tiveram prazos para despachar ou sentenciar.
Juristocracia eudemônica corporativa..e ainda querem mais auxílios, em detrimento da maioria da sociedade que ganha pouco e se sacrifica mais.

Há alegria no stf?

Voluntária (Administrador)

São certas as palavras que falam da necessidade de trabalhar com amor e alegria. E daí fiquei pensando nos julgamentos pelo STF que vejo na TV Justiça. Pensei se havia alegria na ação dos ministros e, sinceramente, não consegui me lembrar de nenhum. Espero estar errada.

Teoria e a vida como ela é...

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Bonitas palavras, novamente.
Dos exemplos citados, defensores, delegados, juízes... nem um enfrenta a pior das dificuldades da profissão jurídica liberal: dinheiro seu que não sai por causa dos outros. Apesar das dificuldades de defensores, juízes etc sempre há para estes o "happy hour": a hora de conferir holerite.
Com a maior parte de advogados, principalmente trabalhistas, a coisa muda bastante. Submeter-se a um acordo conduzido por juiz que não suporta audiências? Esperar o atraso de duas, três horas promovido por juiz que gosta demasiadamente de audiências e estrutura pautas com intervalos/duração de 10 minutos entre uma audiência e outra?
E como lidar com a precariedade de uma "Vara Feliz" que há mais de dois anos e meio não é capaz de efetivar uma simples transmissão de informação capaz de finalizar uma penhora imobiliária?

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