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"'Lava jato' começou como papo de corredor que se tornou convite da PF ao FBI"

Comentários de leitores

4 comentários

"Appleton não estava lá nem participou da conversa."

SergioRFOliveira (Engenheiro)

"Appleton não estava lá nem participou da conversa."
Parei de ler o artigo nessa frase, que já diz tudo sobre o artigo.

"Compliance", Humorista Espanta e o menino vendedor de pato.

Advogado da roça (Advogado Autônomo)

Esse comentário se refere, relativamente a essa forma de vender compliance, a qual se refere o Sr. ex-servidor do DoJ.
Muito me faz lembrar a piada do menino vendedor de pato, bem interpretada pelo falecido humorista espanta (veja-se no youtube "Espanta - o menino e o pato").
Na interpretação humorística, um menino flagra um ato de romance entre uma mulher casada e seu amante.
Quando o marido traído chega, às pressas são escondidos no guarda-roupas o amante, o menino e o pato. Nesse ambiente o menino convence o amante a comprar o pato por preço bem acima do mercado senão irá gritar e, assim denunciar o romance/adultério/traição ainda não sabido pelo marido.
Para esse caso do ex-servidor do DoJ, decorrente da entrevista ao Conjur, depreende-se que o seu atual negócio de "compliance", em poucas palavras, usa-se da mesma técnica do menino vendedor de patos, pois, tanto naquele ato de venda pelo menino, quanto nesse de vender o "compliance" a frase a ser utilizada com fins de convencimento é a mesma, qual seja: "Compre que é melhor!" (senão aguente as consequências ou, parafraseando o ex-servidor do DoJ: ou faz "compliance" ou sequer durma direito esperando a Polícia bater em sua porta).
Mas tem outra alternativa, qual seja: Ou compra o "compliance" ou faz delação.

Me contrate

Célio Jacinto (Outros)

Este agente do Tio Sam busca apenas divulgar seus negócios, vender serviços a preços de ouro, se autopromover! Transparece um deslumbramento na sua fala. Talvez daqui alguns anos, consumiremos algum enlatado hollywoodiano sobre a Lava Jato.
Tudo começou e avançou na LJ devido ao esforço e protagonismo do Dr. Márcio Adriano Anselmo, delegado da PF que descobriu tudo. Ele é especialista em lavagem de dinheiro, cooperação policial e combate à corrupção.

#Fica a dica

Galo Furioso (Investigador)

"Appleton não estava lá nem participou da conversa. Mas trabalhou no DoJ mais de 13 anos (deixou o cargo em 2005) como procurador e depois atuou em parceria com o órgão em diversos processos até 2012".

Ou seja... sem credibilidade alguma.

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