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Comentários de leitores

4 comentários

Iludido advogado autônomo

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

Não adianta. Mas, vamos sair correndo da doutrina que informa apenas cultura e volvemos para a prática. O ato se agrega ao costume. No fato, informa-se-nos a espécie. Isto, no pais onde quem manda é o estado de direito e não democracia sem lei. Não adianta querer fazer com que o habitante de Butão não coma bicho frito, que por aqui vai para o esgoto, pois, hediondo. O direito é bom senso. Se você tem o direito você deveria ter sucesso, sem muito esforço, na sua ação seja lá qual for a espécie. Se no Uruguai, comprar ópio é legal, no seu brasil não é. Agora, querer dizer que o povo de lá fuma a coisa de banda e não de frente é coisa de costume. O fato é o mesmo, o costume é diferente. Agora, se o julgador tem alguma ligadura de agrado ou preferência ou cabeça dura, a coisa será feita e até sustentada pela burra unanimidade. E, você sabe que isto é uma verdade! Trazer um carro da Inglaterra para o seu brasil é coisa APLICADA ao costume. O fato é que todos são carros parecem iguais, mas o costume é diferente e não adianta importar pois, não vai colar. P.ex. "a lei é igual para todos" no mundo. Mas, aqui no seu brasil, oxalá em toda a América Latrina, você sabe que isto é uma farsa exposta na sua lei federativa à toda pompa. PASME! Jeremias, 6.

Essa esquerda é hipócrita

Roberto Cavalcanti (Advogado Autônomo - Administrativa)

Ora, ora, ora... Quando a mesma teoria é aplicada em favor da pressão das feministas no caso Bruno, que, a propósito, permanece sem qualquer materialidade delitiva, não há nada demais. Quando é aplicada em desfavor do Lula, invocam um pretenso "nacionalismo jurídico". Façam-me o favor...

Melhor seria...

Mero expectador (Outro)

Mudem o título para "Juristas dizem o óbvio". É a consagração da infeliz mania do brasileiro (salvo exceções) de achar que o caviar francês é mais iguaria que a castanha do Pará ou que o açaí. Música nacional não serve no Brasil. É igual ao Direito nacional: não serve no Brasil, pelo menos para muitos. Bom mesmo é o que vem de fora, de realidades totalmente diversas, mas chega aqui, na dura realidade brasileira, aplicado como se fosse o certo ou o resultado de um consenso popular local. Percebe-se como o direito brasileiro vai mal quando, ao se ler as decisões da suprema corte "brasileira", só se vê citação a autores estrangeiros e a teorias totalmente incompatíveis com a situação peculiar do nosso pseudo-desenvolvimento. Só dá para chegar a uma conclusão: se é preciso dos juristas estrangeiros para conceder um HC por ausência de dolo (e não de "bosheit" ou "méchanceté" etc.), é porque não há juristas decentes no Brasil. Ou os juristas nacionais começam a se tocar que existe sim "Brazilian Law" (incluindo a Lei, atualmente desconsiderada) vigente, cogente e suficiente, ou só restará reconhecer que o estudo do direito no Brasil será sempre um resquício débil dos estudos estrangeiros. O engraçado mesmo é saber que os juristas brasileiros, em vez de se prezarem e defenderem suas teses "brasileiras", empoderando-se de um mínimo de criatividade e raciocínio crítico, ficam se subordinando à opinião técnica alheia (de fora do país) e se diminuindo como juristas de classe inferior, tudo isso para fazer bonito e mostrar que conhecem os grandes nomes da moda. A situação só consegue ser pior porque, além de se aplicar estrangeirismo adoidado, aplica-se mal, e, no fim das contas, prevalece o puro direito do "jeitinho brasileiro",

Avisem

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Aos doutores Lenio Streck e Gilmar Ferreira Mendes.

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