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Reflexões e críticas

Grupo de estudos da USP promove debate sobre reforma trabalhista

A Faculdade de Direito da USP promoverá nesta quinta-feira (3/5)  seminário sobre temas do Direito do Trabalho, reflexões e críticas à reforma trabalhista. Será um dia de palestras e debates de membros do grupos de estudos de Direito Contemporâneo do Trabalho e da Seguridade Social (Getrab-USP).

A abertura do encontro será realizada pelo coordenador do grupo, professor Nelson Mannrich. O evento terá 4 painéis sobre a reforma trabalhista: aspectos das relações individuais do trabalho; relações coletivas do trabalho; reflexões críticas envolvendo aspectos de direito processual do trabalho; e aspectos tributários e previdenciários.

Informações e inscrições: getrab.usp@gmail.com

Clique aqui para ver a programação completa.

Revista Consultor Jurídico, 1 de maio de 2018, 17h26

Comentários de leitores

1 comentário

Iludido Advogado autônomo

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

Tenho a impressão que DEUS e ou Maquiavel devem estar rindo dos humanos, pois, deu-lhes inteligência e conhecimentos, mas a perda de tempo é demais. Mudar o quê na Justiça de Trabalho! A mercantilização já foi um sucesso. a duas, a retirada da mordomia violenta dos sindicatos via " imposto" sindical. Se mercantilizar mais, aí, a JT fecha as portas por falta de clientela. Quanto à previdência, esta precisa rever o SALÁRIO MORTE, OU MÍNIMO, pois, como você nunca gostaria de ganhar isso, faz com que o crime seja compensado. Imagine você preso em regime fechado por 10 anos. mas, fechado mesmo. Ali, você terá médico, roupa lavada, direitos humanos, cama e comida. Vivo, você acha alguém humano consegue sobreviver mesmo na favela! Sobreviver muito menos. Preso, você vai economizar todo a coisa durante 10 anos e terá um patrimônio para iniciar a vida. Teria jeito sim, é só desvincular o salário fome dos outros atrativos tributários e de CM. Sem falar em remédio que seu SUS NÃO DÁ, para economizar. Imagine esse sujeito tendo que pagar aluguel de barraco e comida. Só aí, + _ 500,00 e sobra 454 e fazer o quê! Eu sei que você sabe que todos que lutaram pelo pobre pagou preço alto. Aliás, Cristo é um exemplo. Então, arrisque ser cobrado por DEUS quando chegar sua hora. Empregado não é pobre. É trabalhador e ganha mais que um salário morte. Temos que mudar a américa latrina. PENSE NISSO!

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