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Direito Civil Atual

STJ avança na delimitação da doutrina do adimplemento substancial (parte I)

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Comentários de leitores

5 comentários

No aguardo da próxima coluna

ABSipos (Advogado Autônomo)

Obrigado pelo artigo.

JOAOBATISTA0001 (Advogado Autônomo)

João Bremm (Outros)

Nossa, temos aqui um grande detetive, um às no quesito "teoria selo Olavo de Carvalho da estupidez".

Bem-vindo

L.F.V., LL.M (Advogado Assalariado - Tributária)

Com as boas vindas ao novo colunista, celebramos seu formidável artigo inaugural, na expectativa de sua continuidade.

Jurisprudência de Resort.

Ed (Advogado Associado a Escritório)

Depois da briosa jurisprudência que acentou que, em matéria de juros compensatórios, o céu é o limite, os banqueiros agradecem por mais esse presentão do Tribunal da Cidadania. Depois de mais essa, com certeza, vai baixar o spreed bancário, como observado nos últimos anos, não é mesmo. O paraíso é aqui, ao menos para bancos e grandes corporações. Nada como um bom lustro de juridicidade para esconder a sacanagem nascida em simpósios em resorts paradisíacos, com convidados muito especiais.

Quanto o forte é julgado por ser..forte.

Duns Escoto (Outros)

A teoria do adimplemento substancial já sofre de um erro de linguagem: não seria inadimplemento mínimo?

Adimpliu, completou e acabou. Como assim completou parcialmente (substancialmente)? Se eu construo uma ponte e falta 1 metro para a outra margem eu completei substancialmente?

O foco estaria, no mínimo, sobre a "utilidade" da obrigação. Sim, mas, só se pensa em obrigações pecuniárias (digo convertida em moeda).

Se o tal adimplemento substancial é, na verdade, um "inadimplemento parcial" que raios alguém inadimplente quer ter poder?

Sabemos: manutenção do negócio. Mas, que negócio? O negócio não concluído por quem não cumpriu (completou) sua obrigação?

Enfraquecemos o forte para beneficiar o fraco ou, melhor, condenamos o forte (credor) por ser forte. E assim vamos precarizando as relações, aumentando o custo do negócio e trazendo o Estado cada vez mais para as relações privadas.

Bobinho. Acho que não tinha um dedo de Marx nisso?

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