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Por Sérgio Rodas

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Atuação conjunta

Escritórios criam frente de serviços para empresas do agronegócio

A especialização cada vez maior dos escritórios de advocacia demandada pelas empresas que atuam no agronegócio levou três bancas com forte atuação no setor a criar a LigAgro, uma frente para oferecer serviços especializados de forma unificada para clientes.

A LigAgro é formada pelos escritórios Favacho Advogados, SABZ Advogados e Advocacia José Del Chiaro (AJDC) e tem como principais objetivos melhorar e ampliar os serviços jurídicos oferecidos aos clientes; compartilhar entre seus membros as melhores práticas de gestão empresarial dos escritórios e produzir conteúdo jurídico específico para o segmento.

“Apesar de sua importância para a economia brasileira, nós percebemos que o agronegócio ainda é um nicho dentro da advocacia. Por isso, nós resolvemos unir esforços para poder oferecer um atendimento altamente especializado, mas que ao mesmo tempo consiga abranger todas as necessidades de grandes grupos desse setor”, explica Frederico Favacho, sócio do Favacho Advogados.

Cada escritório vai manter sua independência, mas passará a indicar seus parceiros da LigAgro para temas nos quais uma das bancas tem maior expertise, tais como Direito Concorrencial (AJDC), tributário e fusões e aquisições (SABZ Advogados) e marítimo, contratos do agronegócio, trabalhista e família e sucessões (Favacho Advogados).

“Em áreas como contencioso cível e ambiental, arbitragem, societário e contratos em geral a proposta é unir os esforços das equipes dos três escritórios para atuar em grandes casos”, diz Renato Butzer, sócio do SABZ Advogados.

A LigAgro também vai permitir uma maior abrangência geográfica de seus componentes, que juntos passam a contar com unidades de atendimento em São Paulo, Brasília e Belém, além do alcance internacional dado pelas parcerias que os escritórios possuem no exterior.

“Não descartamos a entrada de novos escritórios e advogados na LigAgro que possam agregar outras expertises. O importante é conseguirmos oferecer ao agronegócio a maior gama possível de serviços especializados”, completa Ademir Pereira Jr., sócio da AJDC.

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Revista Consultor Jurídico, 31 de julho de 2018, 9h05

Comentários de leitores

3 comentários

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Robson Zanetti (Advogado Assalariado - Empresarial)

Já entrei com ação contra a OAB e CONJUR, a OAB não fez nada! Cai fora essa direção da OAB, é muito ruim!

Será ?

Resec (Advogado Autônomo)

Se for, será possível criar várias frentes de serviços em outras especialidades, com nomes comerciais bem sugestivos.

Pode?

Resec (Advogado Autônomo)

Isso é permitido pela OAB ?

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