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Data venia

Luiz Flávio D'Urso estreia como apresentador de programa de entrevistas

O criminalista Luiz Flávio D’Urso, ex-presidente da OAB de São Paulo, estreia como apresentador de um programa de entrevistas na Rede TV!, no dia 8 de agosto, à meia-noite. Data Venia terá como primeiro entrevistado o ministro Dias Toffoli, próximo presidente do Supremo Tribunal Federal.

Segundo D'Urso, o eixo de poder no Brasil se deslocou para o Poder Judiciário, "e toda sociedade quer conhecê-lo cada vez mais e melhor". Ele presidiu a seccional paulista da OAB entre 2004 a 2012.

Revista Consultor Jurídico, 31 de julho de 2018, 18h48

Comentários de leitores

3 comentários

Apresentador de Televisão

radiocunha (Outros)

A fechadissima Ordem dos Advogados do Brasil, só permite o exercicio da profissão do advogado, se este se submeter a uma prova de Exame na referida Ordem, sem este Registro (OAB), ninguém pode praticar a advocacia, por não ter o competente registro. OK, está a lei e deve ser cumprido. Desde quando o Sr. Luiz Flávio D'Urso é apresentador de programas de televisão. Ele tem registro profissional de Jornalista e/ou de Radialista ? ou será ele mais um "irregular" no meio radiofônico e televisivo ? Tanto a Fenaj quanto a FITERT tem que se pronunciar à respeito. Se Eu não posso advogar sem o registro da OAB, o Luiz Flávio D'Urso, se não tiver a habilitação competente, também não pode usurpar funções de outros profissionais. Mais um picareta pra ganhar notoriedade na midia e depois galgar um cargo politico. Vai fazer proselitismo ante as cameras. Puta que Los Pário.

Apresentador de Televisão

radiocunha (Outros)

A fechadissima Ordem dos Advogados do Brasil, só permite o exercicio da profissão do advogado, se este se submeter a uma prova de Exame na referida Ordem, sem este Registro (OAB), ninguém pode praticar a advocacia, por não ter o competente registro. OK, está a lei e deve ser cumprido. Desde quando o Sr. Luiz Flávio D'Urso é apresentador de programas de televisão. Ele tem registro profissional de Jornalista e/ou de Radialista ? ou será ele mais um "irregular" no meio radiofônico e televisivo ? Tanto a Fenaj quanto a FITERT tem que se pronunciar à respeito. Se Eu não posso advogar sem o registro da OAB, o Luiz Flávio D'Urso, se não tiver a habilitação competente, também não pode usurpar funções de outros profissionais. Mais um picareta pra ganhar notoriedade na midia e depois galgar um cargo politico. Vai fazer proselitismo ante as cameras. Puta que Los Pário.

Sugestão de pauta: OAB X TRABALHO ANÁLOGO A DE ESCRAVOS

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Os mercenários gostam de meter o bedelho em tudo.
OAB não tem interesse em melhorar o ensino jurídico. Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260,(um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 21 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de quase 1.0 BILHÃO DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo" .

Comentários encerrados em 08/08/2018.
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