Consultor Jurídico

Notícias

Descriminalização em debate

STF faz audiência pública sobre aborto nas próximas sexta e segunda-feira (3 e 6/8)

Comentários de leitores

6 comentários

Comentários hediondos

João Paulo Toledo (Funcionário público)

É estupefaciente os argumentos do movimento abortista. São um misto de ignorância crassa com malícia e maldade ostensiva. Em primeiro lugar, o nascituro - zigoto, embrião, feto, seja qual for a fase de desenvolvimento - não é parte do corpo da mulher! Isto é um disparate sem qualquer fundamento. E ainda dizem que os defensores da vida humana é que apelam para argumentos de crença...
Em segundo lugar, o fato de que uma pessoa é indesejada ou nasça sem condições econômicas não lhe subtrai a dignidade humana! Esse mesmo argumento justificaria eliminarmos pobres, desamparados, depressivos, solitários etc. Dá até asco ler uma coisa dessas. Sem falar que esse tipo de raciocínio é contrário com o nosso sistema de diretos humanos, que se assenta na noção basilar de que a dignidade humana é protegida integralmente, independentemente de condição pessoal, sanitária, econômica, racial etc.
Com efeito, diante do movimento pró-aborto e das opiniões que o sustentam, torna-se compreensível todas as atrocidades cometidas ao longo da história.

7 bilhões de pessoas

Lidiane R. (Outros)

Se pudéssemos considerar o que a CF determina, sobre a acessibilidade à educação e possibilidade de planejamento familiar além do estado laico, não seria necessário discutir meios paliativos à gravidez indesejada. Principalmente pelo fato do Estado não ter condições de receber as crianças que são geradas por pais incapazes (emocional e financeiramente), pois não há abrigos suficientes, nem tampouco mecanismos de exigir a paternidade e/ou maternidade (veja o caso do não pagamento de pensões ou abandono afetivo). Como a utopia sonhada pelo constituinte ainda está há anos luz de distância, o aborto é necessário, bem como a castração química e a esterilização forçada.
Uma criança é a maior das bençãos divinas, por isso mesmo deve ser desejada, bem cuidada (afetiva e financeiramente), amada. Se não for assim, que o aborto diminua a quantidade de adultos frustados, pessoas de caráter abomináveis por falta de amor e cuidados essenciais.
O mundo está cheio. Que venham apenas os que têm maiores condições de serem benéficos a ele.

Engraçado...

CarlaSantana (Advogado Autônomo - Criminal)

Engraçado como colocam a "dignidade da pessoa humana" de um grupo de células fazendo mitose antes da
"dignidade da pessoa humana" de uma pessoa de verdade. Não temos métodos contraceptivos que funcionem 100%, e quando apresentamos esse argumento o "cidadão de bem" fala que não deveríamos ter relações, então o problema é a liberdade sexual da mulher? O pior que são as classes com mais dificuldade que sofrem, porque nos, mulheres com boa situação econômica e educacional, conseguimos meios de abortar de forma segura. A ideia que de a mulher é dona do próprio corpo é só isso, uma ideia, porque a sociedade de apossou do corpo feminino a muito tempo...

Direito do Nascituro

Thiago R. Cunha (Estagiário - Tributária)

Antes de se adentrar nos campos da moral ética e religião, devem-se valer do respaldo legal, no que tange as relações constitucionais, civis e penais. No caso dessa ADPF ser favorável será o fim do que dispõe a tutela constitucional acerca da vida humana, bem como o princípio da dignidade da pessoa humana posto abaixo. Espero que não se crie mais uma aberração jurídica...

ADPF da bárbarie

João Paulo Toledo (Funcionário público)

Se essa ADPF prospera, é o fim da dignidade da pessoa humana. Estabelecer-se-á uma cisão hedionda na proteção da vida humana: uma parte dela será considerada descartável e indigna de qualquer direito, algo equivalente ao que sucedeu no arianismo nazista e no racismo escravocrata. Com efeito, o aborto é a questão crucial de nosso tempo. Que os ministros façam a única escolha moral e civilizada, a saber, a defesa e proteção integral da vida humana.

STF faz audiência pública sobre aborto

Roozevelt (Contabilista)

Em vez de audiência pública, deveria ser chamado uma eleição obrigatória, com voto aberto, para que o mundo conheça quem são os criminosos de crianças, que vivem entre nós como uma pessoa de bem. E que esses criminosos fossem identificados, prá que todos saibam quem ele é, aonde chegar!

Comentar

Comentários encerrados em 7/08/2018.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.