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Para debater o Judiciário nacional, juristas fundam a Academia Brasileira de Direito

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Comentários de leitores

7 comentários

iludido advogado autonomo

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

Já foi falado mas, o homem tem seu orgulho próprio e o vende pela vida. A classe advocatícia tem mesmo é que fortalecer a instituição, criando no CN um força material para fins de fazer toda mudança que entendeR a OAB necessária e que messa a força da instituição. Este é um pré-requisito importantíssimo para que a OAB faça até mesmo o que entender de direito na sociedade. Tudo mais que for criado sem força vinculada, será como criar um buteco pra fins de embebedar-se. Os evangélicos já estão nisso e com o tempo vão fazer como a Record vem fazendo com a Globo, que como os argentinos ficaram preocupados em acentuar as palavras e perderam as Ilhas Malvinas. Depois, dizem que Maquiavel era imoral. Não, senhores, ele apenas observava o cenário politico com senso crítico e avisava das expectativas prováveis aos seus príncipes quando consultado. OAB, abra seus olhos e vá para o sucesso do poder. Lá no CN é que está a força da nação. É fácil, é só convencer a classe do poder "inside " força. Todos também, com mais de 70 devem votar pela classe. Não fique filosofando em doutrinas do provável. FAÇA ISSO!

Faltou dizer ...

Barchilón, R H (Advogado Autônomo - Civil)

Acho que a organização da sociedade civil deve mesmo começar pelos advogados. Afinal, eles são do ramo. É deles a missão de organizar o resto da gente brasileira, agora, em escala mundial, sem dificuldade de comunicação.

Voluntarismo não falta, mas não resolve.

Quer ver?

A notícia me atraiu porque me espanta que os advogados continuem a assinar papéis com caneta para levá-los a depósito no RCPJ, depois de pagas as custas, claro.

Ninguém fala da obviedade da assinatura digital que possuem e começa mal uma associação civil entre colegas de profissão sem refletir detidamente sobre o que estão fazendo nesse sentido de organização.

Nem vi o Estatuto da dita associação, cuja criação felicito, mas esse é um problema que está na minha mesa há muito tempo. Daí a minha curiosidade...

Em 2010, comecei essa linha de pensamento utilizando domínios reservados no Registro.br com URL's referenciadas nos Estatutos para pleno funcionamento dos órgãos da entidade na internet. O mesmo RCPJ aceitou e registrou o documento.

Desde então, sobrevieram, na mesma direção de regulação da internet, normas de governo eletrônico internacionais pelo padrão OGP, de que decorre a nossa Lei de Acesso à Informação, o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, o Marco Civil da Internet, o Marco Legal de Ciência, Tecnologia & Inovação e, finalmente, a LEI DE PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS, levada à sanção semana passada.
Enquanto isso, a Blockchain correu por fora e desbundou.
Enquanto os advogados não se tocam do que está acontecendo, os caminhoneiros já aprenderam a se articular em redes sociais e aplicativos de mensagens em celular para ameaçar destruir o Brasil, ao seu bel prazer, sem precisar de Estatuto, associação, sindicato, partido etc.

Bem-vindos ao problema.

Vou fundar uma também.

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

Achei perfeito. Nada como fundar a própria academia. Poderão escolher a marca do café e o tipo do chá, bem como o modelo e as cores do fardão. As conversas serão intermináveis. Refundarão todos os conceitos possíveis e assim salvarão a humanidade. Muito grato pelo gesto de galhardia.

Para debater o Judiciário nacional, juristas fundam a Academ

José Carlos Silva (Advogado Autônomo)

Mais uma Instituição? Já não bastam as Associações, Sindicatos, etc.? Se for para discutir o Direito, sem partidarismo, será ótimo. Mas sabemos que isto é quase impossível. Parece até Sindicatos. Há mais Sindicatos que categorias profissionais. Vamos aguardar.

Para o Conjur e seus comentaristas

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Agravados fomos, nós, comentaristas do Conjur, por um colunista assíduo e também assíduo nas "patadas" aos comentaristas do Conjur que, diga-se de passagem, já foram expressamente enaltecidos pelo próprio Conjur e por outro site do esplêndido Estado do Pará. O jornalista paraense reproduziu artigos e comentários do Conjur em seu blog e conclamou os paraenses a comentarem com o mesmo vigor. Assim sendo, gostaria de propor para o Conjur considerar a criação de uma Academia do Conjur, em plataforma virtual, aberta a todos quantos desejassem participar dessa comunidade jurídica, porém que fosse decretado que aquele colunista seja "persona non grata" na Academia Conjur. Tenho dito.

Sugestão de pauta: OAB X TRABALHO ANÁLOGO A DE ESCRAVOS

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Os mercenários gostam de meter o bedelho em tudo.
OAB não tem interesse em melhorar o ensino jurídico. Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260,(um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 21 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de quase 1.0 BILHÃO DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo" .

Mais uma vez esta inglória pátria se rende aos seus ínclitos

Luiz Fernando Cabeda (Juiz do Trabalho de 2ª. Instância)

Jorge Amado, em um de seus romances, fabricou um personagem marginal interessante: como era formado em Letras e em Direito, apresentava-se (fazendo constar isto em seu cartão de visitas) como "bacharéis"...
Outro escritor que desdenhou essa mesma República de bacharéis, dos títulos de eminências (brilhantes ou pardas) foi Carlos Drummond de Andrade em seu micropoema "Política Literária": "O poeta municipal / discute com o poeta estadual / qual deles é capaz de bater o poeta federal. / Enquanto isso o poeta federal / tira ouro do nariz".
Já pululam no Brasil as academias de todo o tipo. A França, pelo menos, limitou o seu número a sete. Nenhuma das nossas tem importância alguma e nada fazem pelo povo e pelo país.
Ali os pavões da mediocridade arvoram-se em "medalhões", cuja teoria, ironicamente, foi estabelecida em um conto de Machado de Assis, ele próprio fundador da ABL, o que se explica no caso dele porque era o modo de ascensão de um mulato ilustre ser aceito como celebridade num país escravocrata (desde que deixasse Lima Barreto de fora...).
A "obra" da ABL está bem espelhada na confusão que fez sobre a reforma ortográfica que, ao invés de unificar a escrita da língua portuguesa nos vários países, conseguiu apenas desfazer a nossa.
Os medalhões do Direito agora se unificam e adotam o critério por Estado, pois não lhes passa que as pessoas realmente capacitadas não estejam distribuídas pela ordem geográfica. Como dizem que a hipocrisia homenageia a virtude, certamente esse é o critério que os mais ilustres medalhões do bacharelado encontraram para se render à força dos coronéis, que por tanto tempo "representaram" o Brasil.
Pêsames sentidos aos novos acadêmicos: que os fardões, os discursos, o lero-lero e a vaidade indissimulável lhes sejam leves.

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