Consultor Jurídico

Comentários de leitores

133 comentários

As prova de que Streck tem razão

Ulysses (Professor Universitário)

Streck é genial. Faz um texto provocativo. Uma ficção. Belíssima. Distopia é ficção na veia. A questão da AIA é absoluta. A prova de que O grande professor Lênio Streck tem razão são os comentários raivosos. A coluna com mais comentários raivosos. Recorde. Passa de 60. Quando junta raiva, direitismo e burrice o resultado da esse tipo de comentarista; Drake, Cid et caeterva. Não adianta. O professor é o cara. Odeiem e ele crescerá ainda mais!

Utopia, distopia e profecia: diagnose e prognose

Holonomia (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

A diagnose e a prognose significam a análise do estado atual e futuro do ser, ou do Ser, referindo-se ao conhecimento do devir, das causas dos fenômenos e seus efeitos, projetando o futuro.
Acompanho o Dr. Lênio há mais de dez anos, talvez quinze, neste espaço, e tenho que sua posição filosófica chegou ao limite da realidade. Já o comparei ao apóstolo Paulo, pois julgo-o de boa-fé, com grande convicção e conhecimento do inventário filosófico, contudo, com má doutrina, por sua cegueira em relação à essência, por ele negada, um erro em relação à diagnose, ao conhecimento das coisas, tanto pelá má compreensão da profecia Cristã, que afeta quase a totalidade de católicos e protestantes, como por seguir o que com ela é incompatível, a utopia marxista, que apropriou-se de muitos conceitos cristãos. Daí segue essa distopia fraca, alienada em suas propostas, ainda que com alguma razão pontual.
A boa utopia e a boa distopia dependem de grande conhecimento psicológico, sobre a movimentação arquetípica das massas, conhecimento ausente nas bases teóricas não jurídicas de Streck, Marx e Freud, porque todo marxista que se preze é freudiano.
Ainda que algumas previsões de sua distopia sejam desejáveis, dificilmente ocorrerão nessas bases.
Uma coisa é fato, a máscara golpista comunista está caindo cada vez mais rápido, e a tendência é o reconhecimento do horror dessa proposta política, que venezuelanos e cubanos conhecem muito bem, com a mudança do pêndulo da História.
Hoje um advogado comentou a fala de uma pessoa sem instrução: "Se não der para votar no Lula, voto no Bolsonaro", porque a pessoa concorda com as coisas que o Bolsonaro diz.
Para concluir, liberdade é, sim, escravidão, é ser escravo da razão, da Verdade, do Logos.
www.holonomia.com

O fim da era dos juristas bolivarianos

Antônio dos Anjos (Procurador Autárquico)

Francamente, chega a ser patético o texto acima.
Arrependimento de perder meu tempo lendo...
O colunista se olvida de comentar a chicana promovida pelo PT em mais uma tentativa sifilítica de livrar um condenado da cadeia, que foi ATO ATENTATÓRIO A DIGNIDADE DA JUSTIÇA.
Não pede punição para o desembargador incompetente que deu a decisão ilegal, em contrariedade a todas as regras e princípio de direito, inclusive contra o art. 105, I, c da CRFB.
Não pede punição para os deputados que subscreveram o HC e escolheram a dedo o dia do plantonista.
Não fala do absurdo que está acontecendo no STJ com o abuso do direito de ação com a impetração de mais de 300 HCs pedindo a soltura do condenado em duas instâncias e os precedentes do STF/STJ.
Gostaria que o colunista respondesse por que a decisão condenatória de 1ª e de 2ª instância não tem que ser cumpridas/respeitadas e a do desembargador incompetente sim?
Outra coisa, nem em seu texto distópico o colunista é capaz de articular um raciocínio jurídico que não esteja viciado de seu viés político-partidário.
Alguém avise ao colunista que o marxismo é natimorto e foi enterrado com a democracia venezuelana.

Dxt2013 (Outros), tire a máscara !

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Assine o seu comentário.

Salve, Lenio!

Aurélio Marcos França da Silva (Outros)

O professor Lenio é inspiração num momento de ocaso do Direito.

Levy Moicano (Jornalista)

Observador.. (Economista)

Interessante seu ponto de vista.
O país ficou cheio de Torquemadas.Que se acreditam democratas (contanto que todos pensem igual, tenham a mesma bagagem cultural e sempre digam amém para os deuses de plantão).
São os que plantam nos outros palavras, pensamentos e visões que inexistem, mas que passam a existir porque assim querem.
E passa-se a debater sentimentos inexistentes, porque o foco desviado impede análise objetiva dos fatos, das situações. E cria espantalhos inexistentes.
Não estão lá.Mas são combatidos com rigor.

Esse método visa calar. Constranger. Banir.
Quando se trata de governos: "Paredón". Ou o "fuzilamos e continuaremos fuzilando", como um aí - ídolo de muitos alinhados na mesma ideologia - não se envergonhou em dizer na ONU.

No CONJUR, temos os democratas que querem - se for possível - banir dos comentários todos os que divergem ou criticam seu Deus.
Para estes, apupos, aplausos.
Para os discordantes o deboche, o ridículo.

Pode ser que o que penso se adapte melhor a conversas de botequim, como insiste um.
Mas as adjetivações gratuitas tendem a ser mais uma das formas de calar.

Continuo achando o Professor Lênio um grande brasileiro.
Chamo-o de Professor pois aprendo com ele, mesmo quando discordo. Se é para aplaudir sempre, é porque pouco se aprende. Muito se torce. E o comportamento de torcida arrasou o país.
Pessoas ficaram mais de década dirigindo nossas instituições (e não falo só do Executivo) e incorporaram o hábito de achar que podem tudo de forma inconteste.
Como se o país a elas pertencesse. Ou que suas visões devem sempre prevalecer, sem obstáculos e sem objeções.
Não consigo ver assim a vida. E sei que este tipo de pensamento, totalitário, por vezes bem disfarçado, jamais trouxe algo de bom a nação alguma.

Distópico, mas...

KRIOK (Procurador Federal)

Cometário breve - até porque penso que não é necessário muita coisa.
A distopia contém sempre o exagero - eu vejo até equívocos no texto; como achar PB privatista.
De todo modo, o recado é evidente - longo e irônico o suficiente para demonstrar a gravidade do que subjaz: o perigo de escolhas morais/pessoais que implica não se importar com a tradição - gadamerianamente falando - e a juridicidade.
Pesquisem o episódio Café Filho e a posse na presidência com o voto do Min. Nelson Hungria. Dizia ele que não encontrava remédio na farmacologia jurídica para resolver o mandamus - pois a insurreição das Forças Armadas estava acima. O mandamus perdeu o objeto - pois não o pautaram!
Ops! Esse mesmo episódio serve para o domínio da pauta de julgamento pela presidência!
Distópico?
Claro, Streck mesmo diz.
Mas é o Ministério da Subjetividade - o mais importante no reino distópico! - que NÃO avisa: o uso indiscriminado dela subjetividade faz mal à saúde e causa dependência.
CARLOS ALEXANDRE DE SOUZA PORTUGAL

Prazeres do ser humano...

Paulo Moreira (Advogado Autônomo - Civil)

Hoje restou comprovado mais uma vez que o ser humano nem sempre prioriza a estabilidade financeira. A notoriedade, por exemplo, muitas vezes está em primeiro ou único lugar.

Bom, até aí, tudo bem. Cada um é cada um. O problema é quando confundem notoriedade com "ser o centro de todas as atenções" e todos os meios devem ser empregados para isso, principalmente os ilegais e os imorais.

Impressionante...

Afonso de Souza (Outros)

Realmente, como disse antes um outro comentarista aqui, o textão mais parece um epitáfio. Marca o dia da morte do jurista e da escancaração do militante. Resta saber se os áulicos de sempre comparecem no enterro.

Pensar fora da caixa

DUCLERK (Estudante de Direito)

Professor, seu texto está ótimo. Que tal dar continuidade? Precisamos pensar fora da caixa. Está tudo muito turvo. Cada um procure seu significado.

Discordo

Afonso de Souza (Outros)

Não, quem deve ir para o Ministério da Verdade não é o Merval, mas aquele que criou as férias do Moro em Portugal, bebendo vinho, comendo bacalhau e gritando ao telefone.

"Não li e não gostei"

John Paul Stevens (Advogado Autônomo)

O comentário de Roxin Hungria de Calamandrei é paradigmático, muito representativo do que são os haters ConJurianos. Não leem.

Elite e democracia

Frederico Fortes Binato (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

A elite brasileira nunca admitiu a democracia que não fosse a dela, isso com muita boa vontade. O Direito sendo usado como instrumento do autoritarismo e nossos tribunais a apoiar sem a menor cerimônia. É o Brazil mostrando a sua cara e homenageando Cazuza. Que bom que a democracia que a elite despreza e dela tanto se beneficia, já nos seus estertores ainda permite um artigo como este que ora se nos apresenta o excelente jurista, Lênio Streck. As veias abertas da América Latina, clássico de Eduardo Galeano, acredito, expressa a vassalagem de que nunca nos livramos, hoje, pior, tendo no uso perverso do Direito o seu maior aliado.

Distopia aterrorizante

Gilberto Vasco (Advogado Assalariado - Civil)

Show, Professor! Torço veementemente, também, contra essa distopia. Tomara Deus que nunca se realize. Continue nos brindando seus textos brilhantes e que a MPP nunca vingue.

Ze sabidinho

JLCR (Advogado Sócio de Escritório - Comercial)

Esse midiático, muito midiático jurista adora desfiar sua pervertida cultura livresca ,e agora pontuando-a com gracejos idiotas. Devia fazer parte da escolinha do professor Raimundo,um tipo chamado "Ze Sabidinho". Ele não perde tempo em torcer fatos e conceitos para defender o Apedeuta e a malta lulista. Esse Lenio deve adorar um espelho, pena que sua imagem sai bem borrada

Lenio Streck, como sempre, incisivo

IsauraLibre (Professor)

Lenio Streck vai no ponto: já vivemos uma distopia. O autoritarismo subtrai o Estado de Direito sorrateiramente. O nível dos comentários só reforça o fato de que o autor está à frente do seu tempo.

Zé@ e outros! o que vcs não entendem

afixa (Administrador)

é que partidários como starstreck são o maior cabo eleitoral para tudo aquilo que vocês combatem. Nunca vi uma estratégia política tão pífia em mais de 1/2 século de vida. Leiam os comentários e tirem a prova. Isto reflete a opinião do Brasil e da Maioria do STF. Lula está preso (com aval do STF). Esta é a democracia de consenso. Em nosso caso, a casa Constitucional está em conjunto com a Maioria da população.
Portanto, mudem! Ou serão mudados.
Lênio é servidor público aposentado. Foi isto que fez na vida útil e produtiva, viveu e sobrevive às custas da viúva. (ainda que tenha vergonha de assumir)
Pois lhe digo, ele não estoca comida. Se a coisa apertar, faz como outros - Aeroporto Internacional...

Texto do Lênio?

César127 (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Não li e não gostei!

Parafraseando François Guizot...

DBS (Assessor Técnico)

Quando a política penetra no Senso Incomum, a Justiça se retira por alguma porta”

Triste fim de Lênio Streck, ex-jurista e militante político.

Elucubrações de um "modesto" marxista inspiradas no chavismo

Osvaldir Kassburg (Oficial da Polícia Militar)

O homem que, por razões óbvias, não discorreu sobre o mais recente e fenomenal episódio jurídico brasileiro (HC Favreto X Lula), resolve viajar na maionese, para atacar diretamente pessoas como Janaina Paschoal, buscando ridicularizá-la, numa ressentida logorreia, que, até onde conheço, é o pior escrito da página, recheado de infantilidades, presunções, ressentimentos, imodéstia, e, ao que se pode concluir, desespero.
Um texto que não guarda qualquer afinidade com a capacidade intelectual, invejável conhecimento jurídico e cultura geral de seu autor.
É um paradoxo em si mesmo marxistas falarem sobre utopia. Pessoas que, em 200 anos de marxismo, depois de todas as experiências unanimemente desastrosas, até mesmo com a Alemanha, continuarem defendendo a “ideologia da mais valia”, sendo incapazes sequer de perceber a mais óbvia incoerência entre suas ideias e os fatos históricos e os atuais.
É muita presunção e imodéstia acreditar que simplesmente por criticarem as incoerências e desconformidades da página - o que classifica como “destilar ódio”, típico de quem se julga o dono da verdade e não admite o contraditório - já renderia por si só, duas vagas ao STF. Quanta pretensão.
De outro vértice, ataque gratuito a uma pessoa que tem demonstrado doação e boa vontade para com a recuperação da democracia no país, a professora Janaína Paschoal, certamente, nada tem a ver com “destilar ódio”.
As previsões e considerações sobre o que definiu como NSTF são infantis, autocracia pura, mas, por certo, não são meras elucubrações de uma mente marxista, têm inspiração numa realidade próxima, fruto de uma ramificação neomarxista, o chavismo.
A incongruência é inata ao marxismo. Se a esquerda guardasse alguma coerência em suas ideias e ações, não seria esquerda.

Comentar

Comentários encerrados em 20/07/2018.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.