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Comentários de leitores

133 comentários

Prezado Maxuel Moura

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

A mulher sabe que no tempo da monarquia as mulheres não podiam votar assim como os escravos.
A mulher escreveu um trabalho que, sujeito a críticas, foi embasado em pesquisa, portanto, não é mero "achismo".
Está disponível no endereço abaixo, se tiver interesse em conhecer :
www.ebah.com.br/content/ABAAAhC1gAG/justica-participacao-poplar-no-brasil<br/>
De nada adianta ter o direito de votar, se as urnas eletrônicas forem fraudáveis. Especulo se o pouco caso que a maioria dos parlamentares manifesta em relação ao povo não advém justamente do fato de terem certeza de que as eleições ou reeleições não dependem do voto popular, mas das "articulações" que conseguirem fazer em relação a quem controlar o processo eleitoral.
Com relação ao escravagismo, a mulher fez a ressalva de que era indigno comprar a liberdade, falando em termos jurídicos, mas, nos dias de hoje, seguidamente "vendemos" ou "compramos" a liberdade, ou seja, há o direito posto e outra realidade, e foi justamente isso que a mulher argumentou, que na época da monarquia, o direito posto previa a escravidão, mas as pessoas eram muito mais sensíveis ao que hoje é denominado "direitos humanos" e muito mais "proativas" em sua defesa do que hoje, que impera a indiferença na maior parte das vezes.
Do mesmo modo, quem pesquisar em jornais da época, logo irá verificar que havia muito mais liberdade de imprensa durante a monarquia do que em outros períodos da História do Brasil. E hoje, de novo, temos a liberdade de imprensa assegurada na Constituição e leis infraconstitucionais e a grande mídia "se abstém" de publicar notícias sobre certos políticos, pois tem interesses (via de regra, econômicos) na manutenção de algum "status quo".
(continua)

Fenômeno

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Tenho acompanhado a coluna do prof. Lenio, analisando a repercussão gerada tendo em vista o tema tratado. Está parecendo que quando o Articulista trata de questões fundamentais vastamente estudadas pelo direito, como na coluna da semana passada, há menor interesse. Quando se trata porém de instigar a imaginação do leitor, não só há maior interesse como também uma imensa repulsa por pare de alguns. Enfim, em uma primeira análise, ensinar a pensar está sendo considerado como "mais perigoso" para a manutenção do estado caótico atual do mundo do direito do que enunciar o direito consolidado, um fenômeno que pode ser considerado como no mínimo curioso. Deve ser por esse motivo que há no Brasil jornalista condenado por crime contra a honra por ter escrito uma obra ficcional...

Adoro seus haters, Professor!

Rogério Guimarães Oliveira (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Nada como projetar uma reta, a partir de dois pontos fixos da realidade e ver aonde ela vai dar.
O mundo desfraldado nesta projeção é o do não-Direito, que é um mundo surreal e sombrio. Me fez lembrar de um texto de sucesso que escrevi lá por 2005: "Entrei em Coma e Acordei no Fórum em 2021." Pois estamos pertinho de 2021 e aquele texto, de ficcional e irônico, já pode ser recatalogado para documentário jornalístico.
Pois guardem este do Streck. Bem guardado. Em alguma caixa do futuro (estadunidenses amam isso). E abram daqui a 20 ou 40 anos. E verão real a outra ponta viva da reta que hoje é apenas desenho.
PB já é meio-real. Já adiantou muitos pontos do cenário projetado.
Me diverti à beça, mais ainda, com a turba habitué de "haters" do articulista, atentos patrulhadores da coluna, sempre ávidos com seus teclados em riste, prontos para destilarem seu ódio contra a sagacidade, cultura e inteligência que não aceitam ou não alcançam.
Alguns nem leram e já não gostaram. Crítica literária "ad hominem"...
Curioso estes "haters" anônimos e de profissões não-jurídicas. Coincidência? Gosto deles, pois fornecem a dose garantida de diversão semanal tentando desconstruir cada genial coluna Nem de ironia dominam e só isto já diverte, pela ironia em que se emolduram.
Não à toa, Lênio foi o único jurista citado nominalmente, 2 vezes, no julgamento do habeas de Lula pelo STF, quando o Brasil parou por um dia para ver a presepada da Rosa Weber, que negou o pedido e as suas convicções para seguir o colegiado de 2016, quando o daquele momento, justamente, concedia a liberdade ao paciente!
Este já é "Brazil" do NSTF, onde juiz de piso pisa de tanga em desembargador. E as AIAS teratológicas já se espalham por aí, não percebem? Sob outras siglas. É mole?

Relativismo moral ou cegueira

Afonso de Souza (Outros)

Acho que foi Trotski que falou algo como "a nossa moral [do revolucionário] e a deles [burgueses]".

Pernilongo

Observador.. (Economista)

Seu Nick é sua melhor apresentação.
Nada mais tenho a acrescentar.
Talvez seu comportamento histrionico, pois é "a cara" dos seus textos e vice-versa.
Ataques pessoais não me impressionam.
Só me causa lamento.
Vejo aqui pessoas que se dizem democratas, perdendo tempo em atacar outras que nem conhecem.
Um texto infeliz do Professor.
Se era para provocar polêmica, considero ainda mais infeliz.
Em colégios de 2o grau já seria constrangedor, imagine em sítios frequentados e lidos por Ministros, Procuradores, Juizes, e até Pernilongos.
Incrível.
De todos os comentários, se eu estivesse na pele do Professor, refletiria sobre o que escreveu o Juiz Holonomia.
Há muitos comentários interessantes que espero que o professor também aproveite.

É preciso humildade.
Quem não quer entender nosso momento histórico, que seja um mero refém das circunstâncias.

Sei só que o povo não merece isso.
Saudações, Professor!

A distopia é aqui

Miro Calmasini (Agente da Polícia Federal)

Somem-se politicos corruptos, em que membros de outros poderes, mesmo aposentados, defendem a mentira, inventando uma disputa ideologica que nunca existiu, aonde a diferença entre esquerda e direita á apenas a manus furtum... e teremos o Brasil, pais em que os criticos da moral usam a moral contra legem, mas sómente eles - oh Zaratrusta! - podem distorcer os fatos para defenderem seu alcaide...

3ª turma do STF

Armando do Prado (Professor)

A Globo News tornou-se a 3ª turma do STF. Nos nomes citados pelo Lênio faltou o do ministro Merval. Pautam o que o STF e demais concursados devem fazer e acabou. Foi assim com o golpe, foi assim com o caso Delcício, foi assim com o caso do RJ, foi assim com a JBS, etc, etc. Rumamos fortemente para o fascismo. Protofascistas não faltam. Basta atentar para alguns comentários nessa coluna. Saíram do armário.

Ou o país acaba com a Globo ou a Globo acaba com o Brasil.

Idiocracia!

Maxuel Moura (Advogado Associado a Escritório - Civil)

Professor Lênio, bom dia!

Caso não tenha assistido, sugiro o filme chamado "Idiocracia", de 2006, do diretor Mike Judge.

Uma comédia interessante, em um mundo distópico, onde os idiotas venceram e dominam a humanidade.

Às vezes, me sinto que já vivemos em uma Idiocracia, principalmente quando leio alguns comentários na internet.

Outro dia, uma mulher, suposta advogada, disse que à época da monarquia, os tempos eram melhores, a moral era melhor. Isto na época do escravagismo.

Penso, será que esta mulher sabe que naquela época ela não poderia, sequer, dar qualquer opinião política, nem votar podia, ora bolas, é muita estultice.

Enfim, a análise que faço é que estes cidadãos têm preguiça mental.

Sonham com o dia em que um super-heróis irá resolver todos os problemas sociais, sem mexer em seus privilégios.

Momento Chacrinha!

Pernilongo dos Infernos (Outros)

No instante em que estou escrevendo, já são 72 comentários, só no primeiro dia! Lênio é gênio! Quando as águas começam a ficar sossegadas demais, ele brinda a galera do botequim com um "momento Chacrinha: vocês querem bacalhau?" E joga bacalhau pra galera! É o momento em que comentaristas de conversa-de-botequim podem se tornar marraios. Aproveite, Observador, Lênio fez este artigo especialmente pra gente como você! Aos demais, àqueles que como eu "gostam de aparecer conversando sobre assuntos como epistemologia", eu digo para terem esperança: ainda teremos bons artigos na coluna de Lênio! Não desanimem!

distopia

Cidrac Pereira de Moraes (Advogado Autônomo - Criminal)

Vejo que o Brasil beira duzentos anos, mas não deixa de ser o país caranguejo. A prova? Os jornalistas da Globo News se apoiam nos juristas do RJ! Menos mal que existem os Strecks, os Câmaras Cascudos e os Arianos Suassunas. Sem eles a redução teria sido total.

A distopia é uma pequena história da realidade

Ronaldo Antonio (Outros - Trabalhista)

Parabéns ao Sr. Streck. Texto Brilhante!!! A distopia chegou, tornou-se realidade e parece que veio para ficar (vide boa parte dos comentários).
“Guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força”. Lamentavelmente essas frases jamais fizeram tanto sentido.

Sobre as críticas à coluna

Estudante Dir. (Outros)

É preocupante o que a gente vê aqui na seção de comentários: ataques raivosos, xingamentos, críticas confusas... Até "não li e não gostei" apareceu dessa vez.

Livros jurídicos distópicos

O IDEÓLOGO (Cartorário)

1 - O Processo - Franz Kafka
2 - Hermenêutica Jurídica e (m) Crise - Lenio Streck
3 - Supercapitalismo - Robert Reich
4 -2455 - A Cela da Morte - Caryl Chessman
5 - A Constitucionalização Simbólica - Marcelo Neves
6 - Direito e Razão - Luigi Ferrajoli
7 - O Direito Puro - Edmond Picard
8 - Manuais de Direito em geral - Milhares de autores
9 - A Utopia - Thomas Morus
10 - A República - Platão

Resuminhos para concurso

Luiz08João (Professor)

Caro Observador: É isso que da. Ter formação em Direito dos concursos dá uma visão de formação jurídico-filosófica em novelas da Globo com pós graduação em BBB.
Sua fala é uma colcha de retalhos do que foi dito ao longo dos anos por:
Mirian Leitão, Merval, a loira "castanheira" , Lobo , Camarotti dos Marinhos etc.

Não é possivel

Clemente (Advogado Sócio de Escritório - Trabalhista)

Não acredito no que li, vindo do Dr. Lênio.

Seus textos antes ensinavam, agora, apenas militam.

Parece um texto escrito por algum pseudojornalista do diariodocentrodomundo.

Dono da verdade

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

Formidável distopia: turbinada pela novilinguística configura um protótipo das ideias contaminadas pela falsidade, envenenadas pela imperfeição ou ... pela cegueira ideológica, movidas por interesses políticos equivocados/inconfessáveis; pela arrogância dos néscios ou mentecaptos e sicofantas, na expressão machadiana; na vanglória dos imbecis, senão do maquiavelismo insultante dos audaciosos [equivocados]; do triunfo do parasitismo [que se apropria da ‘mais-valia’, descaradamente], e ainda culpa os outros pelos seus próprios fracassos; da insensatez de certos políticos nefastos, sobretudo dos que se auto intitulam ‘éticos, democráticos e transparentes’ e promovem o maior roubo/saque dos cofres públicos; da hipocrisia dos vendilhões de consciências enfatuados de moralismo, que, amparados em certo mercantilismo compram e corrompem todos; do [im] pudor dos que poluem e prostituem o ambiente que alegam ‘defender’, promovendo um caos assombroso em que deambulamos e nos debatemos e ao qual a fatalidade histórica nos manieta, arrastando-nos na sua larga cauda de destruição, de miséria, de perdição e de desgraça. E, lá vamos ‘alegres, felizes e contentes’ ...

Sociedade distópica

O IDEÓLOGO (Cartorário)

"Traços comuns de uma sociedade distópica
A maioria das distopias tem alguma conexão com o nosso mundo, mas frequentemente se refere a um futuro imaginado ou a um mundo paralelo no qual a distopia foi engendrada pela ação ou falta de ação humana, por um mau comportamento ou por ignorância.
A literatura distópica costuma apresentar pelo menos alguns dos seguintes traços:
Tem conteúdo moral, projetando o modo como os nossos dilemas morais presentes figurariam no futuro.
Oferecem crítica social e apresentam as simpatias políticas do autor.
Exploram a estupidez coletiva.
O poder é mantido por uma elite, mediante a somatização e consequente alívio de certas carências e privações do indivíduo.
Discurso pessimista, raramente "flertando" com a esperança.
Violência banalizada e generalizada ("https://pt.wikipedia.org/wiki/Distopia).

Ódio e raiva. E faz mais de três meses que eu não comento...

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Como a coluna deixou de ser jurídica e e citaram meu "nick", mesmo eu tendo deixado de comentar faz mais de três meses, vou falar do tal ódio e da raiva.
Cresci ouvindo e vendo a turminha do Lula destilando ódio raiva contra os outros. Primeiro contra Maluf, depois Collor, FHC, Mario Covas... Agora contra o povo.
Na escola pública, em vez de professor ensinar usava o tempo remunerado para proferir desaforos contra todos os demais "contrários"; colegas de magistério, inclusive. Agora o ódio é contra o povo.
O que mais fizeram - e ainda fazem - é disseminar ódio contra os demais e fingir que os odiados são "Eles".
Agora os odiados são os leitores discordantes...

Distopia tupiniquim

elias nogueira saade (Advogado Autônomo - Civil)

Dr. Lênio,não é um professor controverso, como alguns críticos assinalaram. Até hoje me espanto como os intelectuais alemães cultuavam Hitler; italianos cultuavam Mussolini; brasileiros cultuavam Stalin(como o arquiteto Niemeyer,que o reputava o maior humanistas,sendo o assassinato de milhões, mero incidente de percurso). Nosso professor acha o Lula o homem mais honesto do mundo(como ele mesmo autoiproclama), que se arrepende por não ter restringido a liberdade de imprensa, o que me impediria de criticar os que merecem crítica.

Elite e democracia ou Populismo e demagogia?

Afonso de Souza (Outros)

Mencionaram aqui, de forma elogiosa ("um clássico"), o indefectível "As Veias Abertas da América Latina", do Eduardo Galeano. Pois bem, o próprio autor do livro morreu renegando-o, admitindo-se despreparado para escrevê-lo, abominando a lacrimogênea prosa ("chatíssima"), alegando o contexto da Guerra Fria e a necessidade que sentia de criar aquilo como arma de propaganda ideológica, etc e tal. Hoje ele talvez concordasse que há mais verdades no Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano...
Muitos dos que enchem o peito para falar em democracia por aí (e por aqui) apoiam políticos e partidos que defendem abertamente as ditaduras em Cuba e Venezuela, só para citar as (distopias?) mais próximas.

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