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Comissão do Senado aprova reaproveitamento da 1ª fase do Exame de Ordem

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Comentários de leitores

5 comentários

Carta aberta à OIT

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

http://impresso.dm.com.br/edicao/20180712/pagina/21
http://impresso.dm.com.br/edicao/20180712/pagina/20
Alô Fantástico e Jornal Nacional da Rede Globo, enquanto vocês censuraram meu vídeo "O BRASIL QUE EU
QUERO, o DIÁRIO DA MANHÃ de Goiânia, de hoje ( 12.07.2018) disponibilizou duas páginas para este escritor e jurista em respeito à liberdade de expressão:
Carta aberta à 107ª Conferência Internacional do Trabalho Ajude-nos abolir o trabalho análogo a de escravos da OAB - Vasco Vasconcelos, escritor e jurista
“De todos os aspectos da miséria social nada é tão doloroso quanto o desemprego” (Jane Addams).
Alô Fantastico e Jornal Nacional da Rede Globo, enquanto vocês censuraram meu vídeo "O BRASIL QUE EU
QUERO, o DIÁRIO DA MANHÃ de Goiânia, de hoje ( 12.07.2018) disponibilizou duas páginas para este escritor e jurista em respeito à liberdade de expressão:
Carta aberta à 107ª Conferência Internacional do Trabalho Ajude-nos abolir o trabalho análogo a de escravos da OAB - Vasco Vasconcelos, escritor e jurista
“De todos os aspectos da miséria social nada é tão doloroso quanto o desemprego” (Jane Addams).
(...)
Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. "A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “REDUZIR ALGUÉM A CONDIÇÃO ANÁLOGA À DE ESCRAVO. Fonte Supremo Tribunal Federal - STF.Ensina-nos Martin Luther King “Na nossa sociedade privar o homem do emprego e meios de vida equivale assassiná-lo .

Exame da Ordem

Bacharel em Direito e pós graduado (Assessor Técnico)

Particularmente, e, em que pese haver tentado várias vezes o Exame da Ordem, sem êxito, não sei opinar se é necessário ou não, referido Exame; imagino que não. Provavelmente, sou incompetente e a OAB "perfeita". O porquê de falar assim, é em razão de ser graduado em ciências jurídicas (Direito) e Pós graduado em Direito Público e Licitação, pela Escola Judicial do TJPE (antiga ESMAPE). Entrei no Judiciário Pernambucano em 02/01/1995, por concurso público. Estou com 53 anos de idade. Exerço a função de Assessor de Magistrado desde ago/2009; minuto sentenças simples e complexas, despachos e decisões interlocutórias; 99,99% das são chancelados pelos Magistrados, sem qualquer retoque, somando-se as parabenizações que eles me atribuem. Porém, diante de tudo isso, nunca consegui ser contemplado com êxito, no Exame da Ordem. Enfim, o q

Compete ao poder público avaliar o ensino e não sindicato

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. “A injustiça, por ínfima que seja a criatura vitimada, revolta-me, transmuda-me, incendeia-me, roubando-me a tranquilidade e a estima pela vida”. Rui Barbosa. Eis aqui uma aula magna para todos colegas juristas que insistem em defender esse exame caça-níqueis pregando o medo o terror e a mentira. Isso é vergonhoso.A palavra advogado é derivada do latim, advocatus. Segundo o dicionário Aurélio, Advogado é o “Bacharel em direito legalmente habilitado a advogar, i. e., a prestar assistência profissional a terceiros em assunto jurídico, defendendo-lhes os interesses, ou como consultor, ou como procurador em juízo”.“ Nossa Constituição diz que a Lei é para todos, e todos são iguais perante ela”.(...) Mas a própria OAB, “Data-Venia” atua na contramão da Constituição, relativamente ao Exame da OAB. Se a faculdade não presta o correto é fechá-la.Durante o lançamento do livro ‘Ilegalidade e inconstitucionalidade do Exame de Ordem do corregedor do TRF da 5º Região, desembargador Vladimir Souza Carvalho, afirmou que Exame de Ordem é um monstro criado pela OAB. Disse que é uma mentira que a aprovação de 10% dos estudantes mensure que o ensino jurídico do país está ruim. Não é possível falar em didática com decoreba”, completou Vladimir Carvalho.Uma excrescência tão grande que de acordo com o Blog Bocão News, levou o ex- Presidente da OAB/BA, nobre advogado Dr. Saul Quadros Filho em seu Facebook, a fazer duras críticas à empresa que organiza atualmente o exame da OAB. De acordo com Saul Quadros Filho, a FGV comete tantos erros na confecção da prova que é preciso urgentemente cobrar da instituição o mínimo de competência. (…) , o dever do Conselho Fed. é cuidar da qualidade das provas ou então aposentar o exame (..)..

Foco errado mais uma vez...

Paulo Moreira (Advogado Autônomo - Civil)

O que deve ser mudado é o critério de elaboração do exame. É imperioso reprovar e, por via de consequência, atacar o uso de assertivas que induzem a erro, tratam de situações que nunca serão vivenciadas na prática, ou ainda, as malgradas questões cujas respostas somente a FGV sabe.

Ou seja, para o bem da ordem jurídica é preciso uma prova honesta, que realmente avalie a capacidade do candidato, e não a "malandragem" dele em identificar "pegadinhas" e outras palhaçadas do gênero.

Pelo fim do trabalho análogo a de escravos, OAB

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por: Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Na nossa sociedade, privar um homem de emprego ou de meios de vida, equivale, psicologicamente, a assassiná-lo". (Martin Luther King). Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: O jabuti de ouro da OAB, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas. E por falar em escravidão, o Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 /AL dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, condutas alternativas previstas no tipo penal. A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo”. C/ a palavra Organização Internacional do Trabalho.

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