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Quando a Lei Maria da Penha é uma forma de alienação parental

Comentários de leitores

4 comentários

10 x 0 para a mulher

JCCM (Delegado de Polícia Estadual)

Infelizmente, se tornou um meio de chantagem e coerção contra o varão. E o Delegado de Polícia que está na frente, dando o primeiro atendimento e sentindo "in loco" a situação fática, podendo ponderar com mais acuidade da necessidade ou não da prisão ou das medidas protetivas, conforme o loby casuístico e corporativo de membros do Ministério Público e do Poder Judiciário e, o pior, pasmem, da própria entidade criada pela Senhora Maria da Penha, não teria condições de realmente atender a contendo flagrantes urgências!
Ficou o dito pelo não dito e a nova lei foi vetada pela presidência da república.
Vivemos um faz de conta sem fim...

Corrigindo o texto

Observador.. (Economista)

SabeM

O triste de tudo isso

Observador.. (Economista)

São pessoas adultas ( e incluo as autoridades ) que conhecem a natureza humana, sabe que o passionalismo muitas vezes turva a razão dos envolvidos em querelas conjugais e, mesmo assim, não procuram prevenir as distorções que podem afetar a vida da criança e de um dos genitores para o resto da vida.

Parabéns pelo artigo

Excelente!

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Lúcidas ponderações.
O artigo bem captou que, longe de ser algo episódico, o mau uso da "Maria da Penha" tem afetado artificialmente a balança, promovendo verdadeiras injustiças.
Mas também já ouvi relato em que a suposta ofendida disse que a Autoridade Policial só lhe apresentou uma alternativa para resolver o impasse: "fritar ele na Maria da Penha".
E quando o pai das crianças vai preso, aí vem o choro. Às vezes, em vão...

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