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Parcialidade evidente

Artigo do New York Times diz que caso de Lula não seria levado a sério nos EUA

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Comentários de leitores

23 comentários

"Artigo do New York Times" ....

Bia (Advogado Autônomo - Empresarial)

Além das pertinentes informações de ligações com a esquerda radical do autor do chamado "artigo", também me informei sobre o assunto. Foi publicado na seção de "Opiniões" do jornal! Do tipo "Tribuna do Leitor" ou "Espaço dos leitores" etc., em que qualquer pessoa possa dar suas meras e simples opiniões! Nos Estados Unidos, assim como no Brasil (onde a esquerda radical ainda não dominou nossas instituições), a liberdade de imprensa é ampla geral e irrestrita. Assim, qualquer um pode expressar suas OPINIÕES a respeito de qualquer assunto. O tal indivíduo, defensor de Hugo Chaves e do lulopetismo e, certamente, de qualquer governo ditatorial que tenha por objetivo único, o completo desmantelamento da democracia, da liberdade de pensamento e inclusive, do ir e vir, não é, NUNCA foi jornalista, muito menos colaborador do NYT! Certamente, foi PAGO pelos chefões da militância lulista, que ainda devem ter muito dinheiro subtraído dos nossos cofres públicos, para sustentar tanto aparato: pagar centenas de pessoas para participar de passeatas do MST, bloquear estradas, invadir prédios públicos, quebrar patrimônio público, incluindo financiar militantes no exterior, que não hesitam em se passar por "entendidos" na legislação penal, seja americana, seja brasileira. Ressalto que o tal indivíduo não teve SEQUER acesso aos autos da apelação criminal hoje julgada, muito menos ao exaustivo e maciço conjunto probatório relatado pelos 3 julgadores federais. Nunca poderia, portanto, emitir qualquer opinião sobre matéria por ele totalmente desconhecida! Lamentável que a revista CONJUR tenha deixado "escapar" estas relevantes informações, comprometendo, inclusive a idoneidade de um dos mais respeitáveis jornais do mundo! Seria inveja da qualidade do New York Times??

Autor do texto original altamente suspeito

Julian Linares Azevedo (Advogado Autônomo - Internacional)

Recebi de um amigo o original desse texto que pode ser encontrado na NYT. Me pareceran muito conhecidas, mesmo que em inglês, as colocaçoes e discurso. Uma rápida busca no google e wikipedia pelo nome do autor - Mark Weisbrot - explica o conteúdo. Na versao em inglês da WIkipedia - https://en.wikipedia.org/wiki/Mark_Weisbrot
(a brasileira foi devidamente editada e recortada) veremos de quem se trata: In 2014, Weisbrot and his colleague Deborah James attended the "Chávez Was Here" organized by the Embassy of Venezuela, Washington, D.C. gathering on the one-year anniversary of the death of Hugo Chávez. While speaking on the panel, he praised the achievements of the Bolivarian Revolution while criticizing the Latin American media, the English-language media and the Venezuelan opposition.[36][37]
A 2016 National Review article describing Venezuela's deterioration following the Bolivarian Revolution, Weisbrot was described as one of the "leftist admirers of Venezuela" and an "ardent cheerleader" of Hugo Chávez's policies.[38]
Acho que mais do que isso nao é necessário, mas há bastantes textos sobre o posicionamento desse cidadao que como economista opina, firme e seriamente, sobre o common law e os requisitos para uma açao. Se em algo temos que admirar a fábrica de fake news do PT é a imaginaçao e ar de veracidade que conseguem.

Então tá

Porto (Advogado Associado a Escritório)

Não há provas? Então não haverá mais condenações no âmbito penal ou na justiça do trabalho que, na maior parte das vezes, baseia a condenação em depoimentos testemunhais. Só não pode testemunha contra o Lula? Se fosse contra o Aécio haveria fartura de provas. Prova testemunhal não faz parte do rol de provas produzidas em um processo? Então tá.

Lula e o artigo no New York Times

Plinio G. Prado Garcia (Advogado Sócio de Escritório)

Li a sentença inteira. É irreparável. Não é preciso outorga de escritura para ficar caracterizada a corrupção. Conheço também a legislação norte-americana por ser também formado em Direito pela GW University, de Washington DC. Indago se o articulista cuidou de analisar o caso sob a óptica jurídica brasileira, com base em nossa Constituição, no Código Penal, nas leis penais aplicáveis à hipótese e na nossa jurisprudência. Creio que não.

Conjur

CarlosDePaula (Advogado Autônomo)

CONJUR, por favor, publique algumas opiniões que são favoráveis à condenação. Essa via de sempre publicar opiniões contrárias tira a credibilidade de um posicionamento jurídico...
Até matéria no Oriente Médio vocês já foram buscar... mas sempre a favor dos criminosos...

Isonomia

Kleinjc (Contabilista)

Então podemos dizer que o Marin (CBF) será absolvido pelos presentinhos recebidos? Uma breve pesquisa no google da para saber que é esse patético Mark Weisbrot. É dificil aceitar a obrigação da democracia de dar ressonância a esses tipos.

Isonomia

Kleinjc (Contabilista)

Então podemos dizer que o Marin (CBF) será absolvido pelos presentinhos recebidos?

Não há provas para quem não analisa

- Antonio Cesar - (Procurador Federal)

Para dizer que não há provas, simplesmente ignore o processo todo, e propague aos quatro ventos que não há provas, já que não consultei o processo, por isso não vi provas: out of sight, out of mind...

Sob encomenda

Eloisa Nascimento (Advogado Autônomo - Civil)

O PT tem braços no exterior suficiente para aliciar juristas garantista e "colaboradores da seção de opinião". O colaborador só esquece que, lá, a pessoa que defende já estaria na prisão há muito tempo.

Centro do Capitalismo!

Moura.advocacia (Advogado Assalariado - Trabalhista)

Será que o New York Times, que esta no centro do capitalismo mundial, um dos maiores jornais americanos virou mortadela e integrante do MST? Ou será que isso tudo em cima de Lula é uma farsa montada com a ajuda de partidos que não conseguem mais o poder sem que haja golpe? Ou ainda que é para deixar a eleição ganha para os interesses internacionais que claramente estão comandando a marionete de faixas?
Deveria deixar as urnas decidirem do que marcarem um julgamento de 2ª instância tão rápido, e que infelizmente não vemos em outros processos similares!
A moda é condenar!
Cuidado, hoje é o vizinho, amanhã poderá ser você! Já assistimos a esse filme em várias outras épocas da história da humanidade!
Só lembrando que perguntar não ofende, né? Pelo menos eu acho!

Constituição = uma entidade do mal!

Marcelo-ADV (Outros)

Terceiro mundo, esperar o quê?

Piado no exterior.

Mas, aqui, “orgulho” dos brasileiros.

Artigo encomendado

João da Silva Sauro (Outros)

O artigo tem todos os traços de uma mera tradução, elaborado pela propria defesa, eis que reitera na mesma sequencia argumentos apresentados por esta, tendo buscado alguém no exterior que se dispusesse a assinar. Resta saber se a opiniao foi remunerada. Fora isso chama a atenção a afirmação de que a declaração do presidente do tribunal seria do presidente da turma que realizará o julgamento, quando na verdade o próprio link fornecido pelo articulista fornece a informação correta.
Por fim, cabe destacar o erro na manchete, o artigo não é ‘do’ New York Times, mas ‘no’ jornal. A seção de opinião é estritamente segregada do conteúdo jornalístico, nao se tratando de coluna assinada pelos editores, mas de terceiro que logrou ser publicado.

Muito bom...

Rafael Luz - Adv (Advogado Autônomo - Internacional)

... só que não.
Comparar o que não é comparável, isso sim é parcial.
De longe nota-se que os critérios de comparabilidade dos mundos jurídicos brasileiro e norte americano são completamente distintos, onde estão incluídas as formas de pensar o Direito e as suas fontes, bem como as suas formas de materialização e eficácia. A falta de atenção as esses pressupostos básicos faz incorrer num esvaziamento, ou até mesmo na banalização do seu paradigma.

Quanta credibilidade!!!

Professor Edson (Professor)

" É o que afirma Mark Weisbrot, colaborador da seção de opinião do jornal americano The New York Times." Nossa quanta credibilidade, colaborador da seção de opinião!!!! Além disso não vamos esquecer, que a própria suprema corte americana disse não ser crime pessoas publicas receber presentinho de grandes corporações, mesmo que depois essa grande corporação venha à ser "ajudada" pelo presenteado, então claro o caso Lula não pode ser referência para os EUA, muito menos para "colaboradores de seções de opiniões por aí".

Abusrdo

Walter Ariette (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Quem é esse tal de Mark Weisbrot, para vir falar alguma coisa sobre a Justiça Brasileira.....ele tem que ficar quieto e cuidar dos problemas que o Sr. Trump causa ao pais dele e não se meter onde não é chamado

Os EUA tem hoje um bom remédio para isso

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

Os EUA hoje, os norte americanos de otários não tem nada, criaram um excelente remédio para cortar pela raiz tais problemas...
https://www.congress.gov/bill/114th-congress/senate-bill/284/text

Faz tanto lembrar a Bill Abeerden, os marechais do Império dizendo que iriam receber a tiros as naus inglesas, fuzileiros navais britânicos desembarcando em solo brasileiro e capturando traficantes negreiros para serem enforcados na Inglaterra, apenas uma troca de tiros contra naus inglesas que não impediram a captura...

Só rio...

João Ricardo 1 (Outros)

...da parcialidade deste site, que só publica notícias contrárias à condenação e favoráveis ao condenado...
não existem outras opiniões?

Incompreensível

Alexandre Carlos Pedò (Advogado Autônomo - Civil)

O artigo - apócrifo - não está no nível dos artigos normalmente publicados pelo CONJUR. Independentemente do posicionamento pessoal quanto ao julgamento, o texto se mostra raso, sem citações que lhe dêem credibilidade e absolutamente fora de contexto, porquanto faz apenas ilações desprovidas de qualquer análise técnica do processo. Se baseia, tão somente, em um suposto posicionamento de um jornal norte-americano, descartando o cotejo com análises técnicas de juristas das mais diversas matizes. Falhou o filtro do CONJUR.

Não duvido de nada

Flizi (Outros)

Talvez o artigo esteja correto e diga a verdade. Talvez seja isento. Mas talvez seja um braço da defesa, tentando dar ares políticos ao julgamento.

De minha parte, não sei. Não conheço o que está nos autos. Mas não duvido de nada.

Claro

daniel keslly (Contabilista)

Até lá tem beneficiários da corrupção petista, quem o diga os lucros da venda dos restos refinaria de passadena, a preço de ouro...matéria sem sentido, politicagem barata.

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