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Expulsão do país

Governo extradita brasileira que perdeu cidadania, acusada de homicídio nos EUA

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Comentários de leitores

4 comentários

Estado de Exceção descarado

Pegorer (Funcionário público)

Senti a ausência desta notícia nos melhores jornais diários do sudeste e em que a se baseia a acusação.
Não que justifique passar novamente por cima da Lei Maior do Brasil neste Estado de exceção em que se pretende vender a PETROBRÁS, a única Transnacional do Brasil, cobiçada pelas potências, principalmente por ter desenvolvido a exploração do Pré-sal por robôs em profundidades não acessíveis a humanos e cujo potencial produtivo concorre com a do Oriente Médio.
Com a incoerente justiça brasileira que me lembra o marketing de lançamento das calças de Nycron nos anos 60 (senta, levanta, senta, levanta, sen...) e julga ora pela Constituição, ora por quem é o interessado (neste caso, os EUA e o governo golpista e servil daquele, que querem a extradição de brasileira nata para ser acusada lá de um suposto crime que pode resultar em sua execução), a sociedade que de omissa e conivente passou a ser em geral corrupta e jagunça de atos criminosos, isolando e perseguindo os idôneos e aplaudindo os "vencedores" que invejam, em busca de ganhar "algum", não há solução para os próprios filhos dos algozes que mesmo herdeiros de fortunas perecerão da violência que a cultura de levar vantagem sempre e a fome proveniente de seus atos ocasionam na população.

Extradição da brasileira

Jorge L. S. Calabrich (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

As nossas leis penais são o equivalente a "amarrar cachorro com linguiça", não é por menos que "desarmando" a população temos 60.000 homicídios ao ano. Há nos EUA o equivalente, pelo menos, duas armas para cada habitante e algo em torno de 5.000 homicídios em população acima de 300.000.000 de pessoas. Quando realmente os criminosos forem presos no Brasil, ai sim, poderemos discutir o rigor das penas americanas.

Bananolândia

J. Henrique (Funcionário público)

Sobre a morte do militar ninguém falou.

Não tem moleza

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Agora não tem moleza para brasileiro que vai ao exterior, renúncia a nacionalidade, e se torna cidadão de primeiro mundo. Fez coisa errada, pega perpétua ou pena de morte.

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