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Questão carcerária

Cármen Lúcia vai a Sergipe discutir situação do sistema prisional do estado

A presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministra Carmen Lúcia, passará a manhã desta terça-feira (16/1) em Sergipe para tratar do sistema prisional do estado. Ela visita ainda, durante a viagem, o Complexo Penitenciário Doutor Manoel Carvalho Neto (Copemcan), em São Cristóvão, responsável por abrigar quase 60% da população carcerária de Sergipe.

Em carta enviada à presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, o presidente da OAB de Sergipe, Henri Clay Andrade, apontou para a precariedade das unidades prisionais do estado. Henri Clay chegou a pedir, no início do ano passado, a interdição do presídio em virtude da superlotação.

De acordo com dados do Sindicato do Agentes Penitenciários de Sergipe (Sindipen) de janeiro de 2017, em cinco pavilhões, 2.710 presos ocupam o espaço feito para 800. No mesmo local, assassinos convivem com presos condenados por crimes de menor potencial.

Carmén Lúcia fará uma reunião administrativa na sede do Tribunal de Justiça, em Aracaju, restrita aos desembargadores e juízes, para tratar no tema. A previsão é que ela chegue à capital sergupana, Aracaju, às 8h30. Do aeroporto, a comitiva segue para visita ao Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico e ao Presídio Feminino de Sergipe. Na sequência, se encontra com os integrantes do TJSE, devendo embarcar de volta às 13h30. Uma visita do presidente da OAB-SE ao gabinete de Cármen Lúcia também é negociada para continuar as conversas sobre o assunto.

Revista Consultor Jurídico, 15 de janeiro de 2018, 21h11

Comentários de leitores

3 comentários

Haja dinheiro pra diária!

Palpiteiro da web (Investigador)

Cada viagem é uma diária de fazer inveja em qualquer trabalhador celetista.

RJ - Benfica

Guilherme Tavora (Advogado Assalariado - Civil)

Presidente, faço o convite para que visite a unidade prisional de Benfica/RJ. Lá, tenho plena certeza, V. Exa. encontrará todas as condições de segurança para a inspeção.

Data Venia

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)

Essas visitas não estão resolvendo nada. Está faltando juízes corregedores e promotores de execução que, realmente, cumpram seus deveres de instituição e os constantes da Constitução da República. Juiz não entra em presídio e muito menos promotores (não têm coragem !), toda a desordem ficando por conta dos diretores, os quais não respeitam nada e ninguém. É hora desses senhores, que ganham como marajás, arregassarem as mangas e partir para o "trabalho", sob as penas da lei.

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