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Comentários de leitores

7 comentários

Preso da voto?

RODRIGO.ADV. (Advogado Assalariado - Civil)

É lamentável que a constatação levantada pelo Kakay não ganha voz no meio político, pois a dignidade da pessoa humana é literalmente afrontada e todos ignoram..., isso é Estado Democrático de Direito?

Barros

Guimarães Barros (Advogado Assalariado - Tributária)

Olá,
Demagogia pura...
Compete ao Poder Legislativo e Excutivo (Estadual e Federal) promover políticas públicas e responder às necessidades da população carceraria.
Os politicos eleitos deveriam cuidar, trabalhar e resolver as definicências, mas sabemos que não ocorre.
Verbas são desviadas até da alimentação aos presos por esses mesmos politicos.
Considerando que o autor do texto é defensor de vários desses politicos, sugiro a ele que comente o caso com seus constituintes. Estabeleça com esses politicos acusados de corrupção como eles e o autor poderiam ajudar essa população.
E pare com esse populismo rasteiro e demagógico.
Barros

Data Venia, um texto que, humildemente, deve ser melhorado

Beremiz Samir (Funcionário público)

O texto, embora muito louvável sob o aspecto para o qual se propõe, não se pode dissociar dos padrões da norma culta da língua portuguesa, inclusive, tratando-se de profissionais que trabalham, e muito, com textos. Em virtude disso, faz-se necessário um comentário a respeito das devidas correções:

I) "Me parece" (linha 1): o correto é "Parece-me", pois o pronome oblíquo não pode iniciar frase;

II) "o destaque que se deu a..." (linhas 1 e 2): a regência verbal exige, nesse caso, o uso de "à" (craseado);

III) "Todo mundo sabe que existe mas, sinceramente é..." (linhas 3 e 4): o correto é "Todo mundo sabe que existe; mas, sinceramente, é...", pois orações devem ser separadas por vírgulas e, se entre elas, for adicionadas um adjunto adverbial (como o caso acima - separado entre vírgulas), o verbo acompanhado desse adjunto precisa, então, ser precedido por "ponto-e-vírgula";

IV) "...e por 30 dias, ..." (linha 24): essa locução adverbial de tempo tem que estar entre vírgulas ("... e, por 30 dias, ..."), já que é um termo deslocado da frase (usa-se no final de frase, com uso facultativo de vírgulas; ou, de forma deslocada, com uso obrigatório);

V) "ao invés de" (linha 25): o termo correto é "em vez de", já que os sujeitos da frase apenas são diferentes entre si, e não contrários.

Obs: de modo algum a intenção desse comentário é causar embaraço ao autor / inferiorizar o conteúdo em si do texto. Apenas usei a minha referência, a qual é me permitir ser corrigido pelos outros, quando de forma educada e fundamentada. Isso porque prefiro ser corrigido por alguém o qual demonstra querer estritamente me corrigir (contribuir) a alguém que use esses desvios "como ponte" para tentar me inferiorizar.

Advogado das estrelas

Professor Edson (Professor)

Nesse imbróglio todo o dito advogado das estrelas lucra milhões e milhões, ou não é? Já o texto parcial só debate a quantidade de presos e a crise carcerária, já a quantidade de crimes colossal fica em segundo plano,sendo que uma coisa contribui para outra, é como se só tivéssemos encarcerados e não crimes, e não me refiro a crimes pequenos não, o estupro de crianças por exemplo cresceu no Brasil, imagine o resto.....

Parte 03. Música da banda BIQUINI CAVADÃO: "ZÉ NINGUÉM"

Rodrigo Zampoli Pereira (Advogado Autônomo - Civil)

Pobre sendo preso em segunda instância, podendo ser absolvido no STJ ou no STF. Quem vai pagar a dignidade da pessoa independentemente se é pobre ou rica em sua absolvição que pode acontecer E JÁ PUXOU CADEIA. Me veio a memória a música da banda BIQUINI CAVADÃO: "ZÉ NINGUÉM" (https://www.youtube.com/watch?v=rc5Wofp_FC0), o qual na minha opinião está mais atual que nunca.

Fica a reflexão.

Atenciosamente,
<br/>Rodrigo Zampoli Pereira
OAB-MT 7198
OAB-SP 302569

Parte 02

Rodrigo Zampoli Pereira (Advogado Autônomo - Civil)

É difícil ter o amparo em matéria civil no STF, assim, entendo que até o direito de propriedade que é cláusula pétrea, também corre o risco de ser flexibilizado, pois, a insegurança jurídica é notória.

Atenciosamente,
r/>Rodrigo Zampoli Pereira
OAB-MT 7198
OAB-SP 302569

Excelente aplicação do conhecimento jurídico.

Rodrigo Zampoli Pereira (Advogado Autônomo - Civil)

Excelente artigo Dr. Kakay. Fica a reflexão para o povo ter consciência da importância do voto, pois, é o Presidente da República que nomeia os Ministros (as) da Suprema Corte, após a aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal, artigo 101, parágrafo único da Constituição Federal. Assim, o Guardião da Constituição Federal não respeitar cláusula pétrea, artigo 5º, inciso LVII: "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;" é causar a insegurança jurídica, tendo em vista que o populismo de ver meia dúzia de ricos na cadeia não reflete em justiça, ou seja, após o trânsito em julgado, aí sim, se o rico anteriormente não for perigoso, chegou sua vez de ir para a cadeia, mas após o trânsito em julgado. O pobre não é necessário comentar, é sem rosto, sem lenço e sem documento, ou seja, a Constituição Federal é para todos, ela diz um norte e o STF vai na contramão. Aos desavisados que aplaudem a mudança de jurisprudência criminal do STF, faço votos que o Estado nunca bata a sua porta, pois, muitas pessoas de bem estão respondendo processos criminais em decorrência de infortúnios que não causaram, mas existe denúncia e tem que se defender. Antigamente eu era contra o mandato de Ministro do STF, hoje sou favorável pelo período máximo de 10 anos, pois, como já dito aqui por outros comentaristas, quando o STF julga de acordo com a Constituição Federal, podemos até não gostar da decisão, mas vamos respeitá-la, tendo em vista que foi aplicada a Constituição Federal. No presente momento isto não acontece. Saliento que existe exceções dentro do STF, é um alento, mas hoje a Constituição Federal está sendo um mero adorno, guardada as exceções.
Isto já vem refletindo em matéria civil.

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