Consultor Jurídico

Notícias

Vigilância necessária

Advogados criam grupos para fiscalizar ações durante intervenção federal

Comentários de leitores

6 comentários

É preciso entender....

preocupante (Delegado de Polícia Estadual)

Esses advogados precisam entender que o Rio de Janeiro (e a maior parte do país), há muito tempo, vive em estado de exceção, por isso muitas medidas austeras precisam ser tomadas para se restabelecer a normalidade, se é que isso será possível apesar de....,pois com a mentalidade desse povo que adora votar em bandido como se sofresse da Síndrome de Estocolmo, pouco provável que haja alguma mudança real.

Inexplicável (correção)

AC-RJ (Advogado Autônomo)

No meu comentário anterior, onde se lê "população assistida" leia-se "população desassistida".

Inexplicável

AC-RJ (Advogado Autônomo)

Como é notório, a população que vive nas favelas sofre diariamente com o banditismo, com invasão de casas, expulsão de moradores, aliciamento de menores para o tráfico, homicídios, etc. Entretanto, a OAB e o IAB nunca se preocuparam com os direitos humanos desta população assistida, pelo menos no que diz respeito à violência que tanto sofrem. Entretanto, quando as Forças Armadas foram chamadas para socorrer, estas instituições subitamente se mostram preocupadas em fiscalizar, não os rotineiros e graves problemas da população sofrida, mas as forças de intervenção! Ao invés de combaterem a doença, combatem o remédio! Chama a atenção o trecho que diz "O Instituto dos Advogados Brasileiros, como o faz há 174 anos, se manterá vigilante durante o período da intervenção militar". Ou seja, após a saída das forças de intervenção o IAB acabará com a vigilância e a população favelada voltará ao abandono de sempre. Inacreditável!

Premissa falsa, conclusão errada

JALL (Advogado Autônomo - Comercial)

"A intervenção gera falsa sensação de segurança", declara o Dr. Técio Lins e Silva. Não se trata de intervenção contra ilegalidades cometidas individualmente por cidadãos. Trata-se de se dar combate ao inimigo sem rosto que ameaça a Segurança que os Estado é obrigado a suprir pelos fusís empunhados por um exército de bandidos. O papel aceita tudo, até registrar essa infeliz reportagem que erra o foco ao não caracterizar que a sociedade está se defendendo de uma invasão para terrorista que é este clima de banditismo que tomou conta do país. A vocação do exército é dar combate ao inimigo. Quando a população civil está envolvida, cuidados adicionais devem ser tomados, como por exemplo, a tropa não se deixar levar por provocações midiáticas que tenham por objetivo desmoralizar a tropa, como se viu em vídeos em que a PE é provocada por um popular. Mas não há desvio possível de sua missão cirúrgica de guerra até que o tráfico esteja sob controle da sociedade civil, a par das outras medidas de cunho social e constitucional a serem tomadas, aí sim, por politicos no âmbito da educação e segurança, garantidas por uma economia que gere os recursos para educar. Até então impende que as Forças Armadas intervenham.

Investiguem os criminosos também.

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

Fica aí a dica para o IAB e ao seu ilustre presidente.

Armadilha hobbesiana

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

Essa Armadilha esquerdista, digo, Hobbesiana.

No Estado civilizado, não há ‘direito’ que permita o cometimento de crimes ou ilegalidades, mesmo em Hegel [Recht, Unrecht zu tun - Georg Wilhelm Friedrich Hegel, filósofo alemão – 1770-1831], a não ser quando apoiado em ideologia sociopolítica criminosa, como o é o nazi-fascismo, ou o comunismo, metamorfoseados sob que ‘ismo’ for.

É certo também que os integrantes dos órgãos de segurança pública devem respeitar à Constituição, às leis, os direitos humanos e agirem com profissionalismo, eficiência, eficácia e efetividade, o que implica em serem acima de tudo probos e honestos.
Porém, quando as próprias autoridades públicas, apoiadas em intelectuais especialistas não ‘homologam’ a aplicação da lei para a repressão dos atos antissociais, abdica de toda forma de contribuir para a convivência civilizada e para a paz social, passando a cúmplice da anarquia e promotor da impunidade.
Nesse desiderato insensato, aguardemos, pois, o repristinamento da Lei de Talião.

Para compreender a tragédia:

http://gilvanmelo.blogspot.com.br/2013/10/e-assim-que-comeca-dora-kramer.html

http://avaranda.blogspot.com.br/2018/02/tudo-pelo-crime-o-exercito-esta.html

Comentar

Comentários encerrados em 4/03/2018.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.