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Cálculo mantido

STJ mantém pena de condenado por encomendar morte de Dorothy Stang

A 3ª Seção do Superior Tribunal de Justiça negou nesta quinta-feira (22/2), por unanimidade, pedido de recálculo de pena apresentado pelo fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, considerado mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, em 2005.

Missionária Dorothy Stang foi morta
com seis tiros em 2005, no Pará.
Reprodução

Conhecido como Taradão, o réu foi condenado em 2010 pelo Tribunal do Júri, inicialmente a 30 anos de prisão.

Ele teve a pena reduzida para 25 anos pela 5ª Turma do STJ, no ano passado, mas alegava ter direito a menos tempo de reclusão.

Já o Ministério Público Federal era contrário à mudança, sob o fundamente de que o crime consiste em homicídio qualificado de uma militante de causas humanitárias, em meio ao conflito agrário no Brasil.

Americana e naturalizada brasileira, Dorothy Stang atuava num assentamento na cidade de Anapu, no Pará, onde foi assassinada com seis tiros à queima-roupa em fevereiro de 2005.

Em setembro de 2017, o STJ determinou a prisão antecipada do mandante do crime. A defesa, no entanto, nega que Galvão tenha participado do crime e alega erro nas investigações. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 22 de fevereiro de 2018, 20h10

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