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Intervenção federal

Para defensores, mandado coletivo viola direitos de moradores de comunidades

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Comentários de leitores

5 comentários

Isonomia

Ariosvaldo Costa Homem (Defensor Público Federal)

Por outro lado existe uma gama de profissionais que sobrevivem do arbítrio e do abuso de poder. Se os mandados coletivos fossem expedidos, também, para locais e ruas específicas de bairros da classe média alta, onde moram a esmagadora maioria dos corruptos e sonegadores, e que fossem expedidos também para as comunidades onde moram as ralés, tudo bem. Mas o que vemos é outra coisa, o abuso de autoridade contra quem já não tem direito algum. Uma canetada mata milhares. Noticia de hoje 23 de março de 2018: "Agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro prenderam, na manhã desta sexta-feira (23), o presidente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), Orlando Diniz, em um desdobramento da Operação Lava Jato. Diniz deixou o prédio onde mora no Leblon, na Zona Sul, sob vaias e gritos da vizinhança de "ladrão". Outras três pessoas são alvos de mandados de prisão". Imaginem agora mandado coletivo de busca e apreensão para cassar corruptos e sonegadores em algumas ruas do Leblon?

Desocupados

Ian Manau (Outros)

Posso não estar vendo todos os fatores envolvidos, e me desculpe quem se sentir ofendido, pois não é intenção insultar nenhum grupo: entendo que há situações nas quais certas medidas são necessárias para a manutenção da boa-ordem, dada a situação da segurança pública do país inteiro. Temos leis defensoras de bandidos, só de bandidos, unicamente de bandidos, ora, nunca dos cidadãos de bem! Há travestis criminosos querendo tratamento especial porque foram, questionavelmente, "abalados psicologicamente" na prisão; há mães criminosas querendo ir pra casa porque pariram crianças que agora lhes servem de passaporte domiciliar; menores de idade criminosos sabendo que, "não vai dar em nada porque "sou dimenor" ". Reaja-se a um assalto que resulte na morte do assaltante, e o que acontece? A vítima do bandido vai responder a processo judicial por assassinato, e a mídia vai divulgar reportagem criticando o ato selvagem e covarde contra um coitadinho-que-não-teve-oportunidades-na-vida. Não sou defensor de Michel Temer & Cia., entretanto, cada vez que se tenta uma solução política para as mazelas do país, no quesito criminalidade, por exemplo, vêm os desocupados defensores dos Direitos Humanos pra bandidos defender... bandidos!

Dúvida...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Então os criminosos podem se valer desse "direito dos pobres" para assim utilizar o Poder Judiciário como uma blindagem a responsabilização deles (dos criminosos) pelos crimes cometidos?

Mais do mesmo

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

ao que parece existe uma gama de profissionais que sobrevivem da miséria humana, não enxergam que os moradores ficam à mercê de bandidos sendo obrigados a esconder armas e munições em suas residências, e que os mandados são a única forma de coibir isso, já que a denuncia levará o morador à morte. vivem no mundo da ilusão e das conjecturas do direito europeu, não percebendo que as tais medidas protetivas são as que, exatamente desprotegem a sociedade. Como sugeriu um General, seria bom que, como no Haiti, juízes e promotores fossem juntos nas buscas, muita coisa começaria a mudar no Brasil. Em especial o mundo da fantasia.

discurso de vitimismo.... típico de esquerdismo

daniel (Outros - Administrativa)

Defensoria nem comprova carência de pobres nos processos, apenas usa este discurso para marketing

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