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Constitucionalidade questionada

MPF ataca mandados coletivos em intervenção federal no Rio de Janeiro

Comentários de leitores

4 comentários

MPF

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

só se indignam porque estão fora do jogo, caso contrário reclamaria da pressão contra, como fez o procurador quando o investigado exerceu seu direito ao silêncio. É preciso rever o MPF, aliás, como bem acentuou um leitor, no controle externo da polícia foi um fracasso, apenas tentou dividir policiais, obter poder, usurpar funções, mais nada.

Qualquer hora vamos viver uma revolução...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Enquanto a população não consegue mais sair de casa para fazer nada com medo de assaltos ou de serem agredidas por criminosos que andam livres pelos 4 cantos desse pais, o MPF vem fazer proselitismo dando a entender que o problema na verdade é o desrespeito a "direitos fundamentais".

A grande realidade hoje é que quem mais se vale desses "direitos fundamentais" são os bandidos, que os usam para não serem punidos e continuarem matando, roubando, estuprando, traficando e etc...

Se as coisas continuarem dessa maneira vai chegar uma hora que a população não vai aguentar mais e vai simplesmente sair quebrando tudo, porque ninguém aguenta ficar "apanhando" quieto para sempre.

Dúvida

Edu M (Outros)

Estou intrigado.
Se o Direito Penal e Processual Penal são normas aprovadas pelo Congresso em âmbito nacional, qual norma estadual a intervenção irá violar???

O discurso é belo

olhovivo (Outros)

O MPF não perde a oportunidade - obs.: somente em temas que estão na mídia - de produzir belos e apaixonados discursos sobre direitos humanos... visando, é claro, aos aplausos da galera. Mas, na hora de pôr em prática o conteúdo desses discursos a história é outra. No controle externo da atividade policial ineficaz ao tráfico de armas... nada. Nas necessárias medidas para a moralização dos presídios brasileiros... nada. E por aí vai...

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