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Moro descarta falsidade material em recibos de aluguel de Lula

Comentários de leitores

5 comentários

Fé Messiânica

ju2 (Funcionário público)

O delegado com nome de policial de série de TV norte-americana deve ter se esquecido que colegas dele da Lava Jato fizeram campanha pró-Aécio pelo Facebook, notícia divulgada em matéria do jornal O Estado de São Paulo. Nota-se que há uma confusão na mente coxinha entre o que seja "corrupto bom", o de direita, e "corrupto mau", o de esquerda. Ah, sem falar nas provas. Convicção não é prova. Os melhores juristas do país (e do mundo) já explicaram "N" vezes que a sentença de Sérgio Moro e o acórdão do TRF-4 são lixos jurídicos. Esses concurseiros não aprendem...

Falsidade Material x Falsidade Ideológica

Gilmar Masini (Médico)

Como o Juiz Sérgio Moro pode legalizar um pedido, se a principal suspeição é nunca ter existido recibo nenhum e nunca ter sido pago qualquer quantia. E assim legalizar o fruto de uma mentira.

Moro descarta falsidade material

Arlete Pacheco (Advogado Autônomo - Trabalhista)

O comentarista apressado certamente se esqueceu de que um documento deve ter forma e conteúdo de acordo com a lei, não bastando apenas um desses aspectos. Quanto à forma os recibos estão corretos, não significando que o mesmo ocorra quanto ao conteúdo, que pode ser a materialização de uma falsidade ideológica, quando houver declarações diversas daquelas que neles deveriam constar, ou deixarem de constar aquilo que deveria ser declarado.

Boquirrotos da imprensa?

Joe Tadashi Montenegro Satow (Delegado de Polícia Federal)

Acho que o comentarista entendeu mal o artigo. A falsidade material foi descartada, mas não a falsidade ideológica. Pelo menos é o que o artigo comentado está dizendo.
A precipitação em atacar terceiros demonstra a fé messiânica em políticos corruptos, fazendo com que a interpretação de textos se torne sofrível.

Os boquirrotos da imprensa!

José R (Advogado Autônomo)

Onde estão os cretinos e as cretinas da Imprensa que diziam que os recibos eram falsificados e tinham data de “31 de fevereiro”?
Esqueceram-se das boçalidades que escreveram e disseram?
Fica agora o “dito por não dito” ?
Ora, vão...

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