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"Problemas estruturais"

Em discurso de posse, presidente do TJ-SP pede "reconstrução moral da nação"

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Comentários de leitores

4 comentários

Sintese de relações conjuntas

ielrednav (Outros)

De todos os participantes , não notei a existência de um representante da população.Todos informa que o judiciário de ser respeitado , mas .[....] o judiciário em si deve respeitar o povo também , eles desrespeitam a moral de Ordem Nacional , o Presidente do TJ questionado sobre o recebimento de aux: moradia disse Recebo "ponto" isso é uma afronta aos cidadãos brasileiros aos trabalhadores que movimentam a Nação ele devia ter respondido de uma maneira mais educada compatível com o cargo que ocupa e não dar uma resposta evasiva , uma vez que ganha o suficiente e recebe valores que poderia ser do povo para o povo , qual é o beneficio que ele e outros trazem para a Nação ? acredito que Nenhum pedir que Temos que moralizar a Nação essa moral deve partir dos ,Governantes uma casa só tem moral quando a moral é dada pelo pai ou seja Educação e Respeito devem vir do berço e, não com rispidez com falta de atenção ao povo. A justiça deve dar a cada um o que merece.
Com meus respeitos .

EXEMPLOS começam EM CASA.

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Há um provérbio português que, se a memória não me falha, o que seria natural após 58 anos de advocacia, afirma que "MATEUS, PRIMEIROS os MEUS, DEPOIS os TEUS!" __ O DD. Presidente do Eg. T.J.S.P. foi muito feliz quando discorreu sobre a necessidade de RESGATARMOS, referindo-se, creio, ao CIDADÃO brasileiro, a ÉTICA e, acrescento, a MORAL. Refiro-me sempre à ÉTICA e à MORAL, porque entendo a ÉTICA como disciplina do comportamento não prescrito em Lei, mas decorrente da necessidade de que o HOMEM, o Ser Humano naturalmente se comporte em sociedade RESPEITANDO aqueles COM QUEM VIVE, a QUEM SERVE, de QUEM espera RESPEITO. Ora, para que assim seja, é mister que o HOMEM NÃO OUSE DIZER a outro HOMEM que "Mateus, primeiros os meus, depois os teus", especialmente quando sua atividade disser respeito ao exercício de funções que buscam SERENAR, EQUILIBRAR, HARMONIZAR e PRESTAR jurisdição à SOCIEDADE, à COLETIVIDADE em que ATUA. Como um dos principais Tribunais do País, pelo volume de CIDADÃOS a que tem que prestar JURISDIÇÃO, e NÃO por qualquer outra razão de qualquer outra natureza, o EG. T.J.S.P. deveria COM URGÊNCIA presidir a campanha de RESGATE do RESPEITO PÚBLICO ao JUDICIÁRIO. Sim, porque a cada dia, desde que o ex-presidente LULA nos disse que era preciso ABRIR a CAIXA PRETA do JUDICIÁRIO, temos sido SURPREENDIDOS por BENESSES e FAVORES cada vez mais ESTAPAFÚRDIOS sempre em FAVOR da MAGISTRATURA, quer decorram da Lei, quer decorram de "firulas" intelectivas, em que AUXÍLIOS, como o de MORADIA, são instituídos para COMPENSAR AUMENTOS de VENCIMENTOS que A NINGUÉM MAIS é CONCEDIDO, BENEFICIA. Aí, o JUDICIÁRIO apoia os pleitos do PODER, no sentido de que aumentos NÃO SÃO POSSÍVEIS, mas AUTORIZA PAGAMENTOS MORALMENTE CONDENÁVEIS e LAMENTÁVEIS!

Excelente lembrete, aplicável aos magistrados, especialmente

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Muito oportuno e adequado o lembrete que o DD. Presidente do Eg. Tribunal de Justiça de São Paulo trás a debate. Primeiro, porque muitos NEM sabem que o Artigo 37 da Constituição determina que a MORAL é um dos princípios que deve ser considerado na prestação não só da JUSTIÇA, mas simplesmente das LEIS, que nem sempre são Justas. Segundo, porque a MORAL, estando no Artigo 37 da Constituição, se aplica aos ATOS do ADMINISTRADOR PÚBLICO, inclusive quando exerce ou pretende exercer alguma faculdade que é inerente ao seu cargo, como NOMEAÇÃO de MINISTRO. Portanto, S. Exa. atingiu um ponto nevrálgico da VIDA BRASILEIRA, e que merece POUCA REFLEXÃO -- por ser NOTÓRIO! -- e ÁGIL APLICAÇÃO. E S. Exa. poderia e deveria começar por propor ao "seu" Tribunal que INICIASSE e o DEPURASSE das ABSURDIDAS e ABUSOS REMUNERATÓRIOS que somente uma CULTURA do SÉCULO XIX ainda poderia estar impondo aos brasileiros. Para quem NÃO SABE, o Brasil deixou de TER REINADO desde o século XIX. E, recentemente, o LAICISMO foi o caminho que o HOMEM PÚBLICO foi induzido e obrigado a seguir, desde que a COMUNIDADE EUROPEIA, através de sua Corte, assim o decidiu. Ora, é inegável, portanto, que os MAGISTRADOS, que se consideravam DEUSES, NÃO MAIS PODEM pretender impor sua MAGESTADE ENDEUSADA aos Cidadãos, no pressuposto de que estão acima de todos. Especialmente, quando JÁ ESTÁ DEMONSTRADO que os EXCESSOS REMUNERATÓRIOS que praticam têm seu fundamento REAL -- VERDADE REAL -- numa forma de REMUNERAÇÃO dissimulada sob nomes os mais diversos e que objetivam lhes dar o que ao CIDADÃO COMUM o TESOURO PÚBLICO já NÃO SUPORTA pagar. Fora da OBRIGAÇÃO FUNCIONAL de CONHECER a LEI, a CULTURA do MAGISTRADO NADA TEM de mais qualificado que a CULTURA HUMANÍSTICA de um CIDADÃO comum!

Que essa construção comece no Judiciário

Mentor (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Todo salário ou negócio tem a velha máxima: "é muito para quem paga e pouco para quem recebe."
Pois bem em tempo de moralização de "talvez" o surgimento de um novo Brasil o próprio judiciário deve dar o exemplo com salário inchados não possuem necessidade de benefícios ou auxílios, salvo no início da carreira fora isso devem viver como cidadãos de bem (que de fato são) e como os demais brasileiros ou seja do próprio salário.
Sem contar que o funcionalismo público já dá certa benesses tais como juros bancários menores, feriados ponte, 2 férias por ano etc.
Presidente vamos colocar a mão na consciência e começar moralizando de dentro para fora e que outros Tribunais sigam o exemplo.

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