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Cautela processual

Novas ações trabalhistas caem pela metade depois de reforma na CLT

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Comentários de leitores

5 comentários

Iludido advogado autônomo

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

Isto já havia sido dito em comentos anteriores com tamanha fortaleza. Mercantilização é a meta frontal aos princípios da justiça do trabalho no caso, no que tange ao direito puro de jurisdição. Tudo vai mudando sempre para pior e você sabe disso! Não é que havia aventureiros nesta jurisdição ANTES maleável, mas é que o empregado deverá de agora em diante, disputar seus direitos na mesma graduação de perigo jurisdicional que o seu patrão. Aí vale o mais forte. Isto sempre foi assim no mundo. A lei nunca será igual pra todos. A diferença disso está no homem. Uma inteligência Maquiavélica conseguiu oxalá depois de muitos anos de tentativas, adentrar nesta justiça exatamente com o que faltava para bloquear o mais fraco ante a sua insistência em tumultuar o judiciário. Agora, o medo ronda o empregado. O advogado. O sindicato e todos que ousarem ir àquela justiça buscar direito negativos, mesmo que haja incerteza quanto a seus direito positivos. Isto é bom! Sim principalmente para o patrão que agora não terá mais a ameaça do seu empregado e este, fará quem sabe, qualquer acordo para não ver assombração. Pode ser um retrocesso, mas a justiça do trabalho não será a mesma nunca mais. A próxima etapa será para o JESP DA JUSTIÇA COMUM NANICA que está crescendo E PIORANDO a passos largos por DEMAIS benemerências. PENSE NISSO E AGUARDE.

Penso assim:

Paulo Moreira (Advogado Autônomo - Civil)

No Brasil, quem fala sobre emprego nunca empreendeu. Via de regra, acha que o empreendedor é sempre um Eike Batista, um Silvio Santos, um Marcelo Odebrecht, um Jacob Barata etc.

Basta andar pelos EUA para ver que parte expressiva da massa trabalhadora de lá está empregada em pequenas e médias empresas. E são estas as responsáveis por um país girar sua economia.

Qualquer pessoa sabe como o empreendimento no Brasil é prejudicado por intermédio de tributos, CLT e leis especiais, MPT, Justiça do Trabalho e resoluções. Todos estes “protetores dos grandões”.

Entrementes, o desemprego aumenta a cada dia. Treze milhões de desempregados e empresas que fecham as portas todos os dias.

Logo, pergunto: É isso o que nós queremos? Ou "iremos atrás" de intelectuais, que se julgam autênticos devoradores de livros, enquanto o país se afunda cada vez mais?

Trabalhador

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Sem dinheiro, sem lenço, sem documento, com direitos vilipendiados pelos patrões, e agora, com a Reforma Trabalhista, também sem possibilidade de defender os seus direitos.

Adin 5766

Renato Melo Rodrigues (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Acabou a inadimplência empresarial? Não.

Simplesmente houve uma inversão. A Justiça do Trabalho que outrora era favorável ao empregado, agora é um risco enorme para o empregado.

Enquanto não for julgada a ADIN 5766, esta situação permanecerá.

Revisão do Judiciário

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Talvez seja o momento de rever a justiça do trabalho e seu papel e custo para a sociedade.
Incorpora-la a Justiça Federal ou a Justiça Comum estadual, extinguindo-se os respectivos tribunais e o TST.

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